O alcoolismo — ou transtorno por uso de álcool — é reconhecido como doença pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Trata-se de uma condição que pode comprometer a saúde física, mental e emocional da pessoa, além de afetar profundamente o ambiente familiar.
📌 Quando o consumo deixa de ser social?
O uso ocasional não caracteriza dependência.
O problema surge quando há:
- Perda de controle sobre o consumo
- Necessidade crescente de beber
- Prejuízo no trabalho e na convivência social
- Conflitos familiares recorrentes
- Sintomas físicos e psicológicos na ausência da bebida
Nesses casos, estamos diante de uma questão de saúde pública.
📌 Impactos nas famílias
O alcoolismo raramente atinge apenas o indivíduo.
Ele pode gerar:
- Desestruturação familiar
- Violência doméstica
- Negligência
- Vulnerabilidade econômica
- Sofrimento emocional prolongado
Muitas famílias com pessoas com deficiência enfrentam, simultaneamente, desafios relacionados à saúde mental e dependência química de algum membro do núcleo familiar. Por isso, o tema também dialoga com inclusão e proteção social.
📌 Alcoolismo é deficiência?
Nem sempre.
A dependência é considerada uma doença.
Somente em situações específicas, quando houver comprometimento mental duradouro com prejuízo funcional significativo, pode haver reconhecimento jurídico em determinados contextos, conforme os critérios da Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Lei 13.146/2015).
Cada caso exige avaliação médica e legal individualizada.
📌 Prevenção e políticas públicas
O enfrentamento do alcoolismo envolve:
- Educação e informação
- Acesso à rede de saúde mental
- Centros de atenção psicossocial (CAPS)
- Apoio às famílias
- Políticas públicas consistentes
Não se trata de julgamento moral, mas de cuidado coletivo.
📌 Conclusão
Combater o alcoolismo é promover saúde, proteger famílias e reduzir desigualdades sociais.
A informação responsável é uma das principais ferramentas de prevenção.
O acolhimento é parte fundamental do processo de recuperação.
Seguiremos acompanhando políticas públicas e iniciativas voltadas à conscientização, tratamento e apoio às famílias.
Texto e imagem produzidos com inteligência artificial. Auror responsável: José Eduardo Thomé de Saboya Oliveira.