sábado, 28 de fevereiro de 2026

🌍 Dia Mundial das Doenças Raras

🌿 Quando o raro precisa ser visto

No último dia de fevereiro — 28 ou 29 — o mundo inteiro volta os olhos para uma realidade que, embora pouco conhecida, está presente em milhões de lares: o Dia Mundial das Doenças Raras.

A data foi criada em 2008 e é coordenada internacionalmente pela organização EURORDIS, reunindo pacientes, famílias, profissionais de saúde e instituições em mais de 100 países. O objetivo é simples e poderoso: dar visibilidade, promover inclusão e defender o acesso ao diagnóstico e ao tratamento para quem convive com uma condição rara.

O próprio dia escolhido já carrega simbolismo — o último dia de fevereiro, considerado o mais raro do calendário.


🧬 O que são doenças raras?

Segundo o Ministério da Saúde, são consideradas doenças raras aquelas que afetam até 65 pessoas a cada 100 mil habitantes.

Embora cada doença seja pouco frequente, o conjunto delas é enorme. Estima-se que existam entre 6 mil e 8 mil tipos diferentes no mundo, e a maioria possui origem genética.

Essas condições podem:

  • surgir ainda na infância ou aparecer na vida adulta;
  • afetar diferentes órgãos e sistemas do corpo;
  • provocar limitações físicas, cognitivas ou sensoriais;
  • exigir acompanhamento contínuo e multiprofissional.

O grande desafio está justamente no diagnóstico: os sintomas muitas vezes se confundem com doenças comuns, fazendo com que famílias passem anos em busca de respostas.


🌎 Uma realidade maior do que parece

Apesar do nome “raras”, essas doenças não são tão incomuns quando somadas.

Estudos internacionais apontam que entre 263 e 446 milhões de pessoas no mundo podem ser afetadas por alguma doença rara ao longo da vida.

A própria Organização Mundial da Saúde reconhece que mais de 300 milhões de pessoas vivem com doenças raras globalmente — motivo pelo qual o tema passou a ser tratado como prioridade internacional em saúde.

No Brasil, as estimativas indicam cerca de 13 milhões de pessoas nessa condição.


🇧🇷 Desafios enfrentados pelas famílias

Quem convive com uma doença rara conhece bem alguns obstáculos:

  • demora para obter diagnóstico correto;
  • pouca informação disponível;
  • dificuldade de encontrar especialistas;
  • tratamentos complexos e muitas vezes caros;
  • necessidade de acompanhamento multiprofissional.

Por isso, políticas públicas, redes de apoio e centros especializados são fundamentais. O SUS oferece atendimento integral, incluindo diagnóstico, acompanhamento e reabilitação, mas ainda há caminhos a avançar — especialmente na ampliação do acesso e na capacitação das equipes de saúde.


💜 O que o Dia Mundial das Doenças Raras nos ensina

Mais do que uma data no calendário, este dia nos lembra que:

✔️ raras são as doenças — não as pessoas
✔️ cada história merece acolhimento e respeito
✔️ informação reduz preconceitos
✔️ inclusão começa quando enxergamos o outro

Para quem atua com inclusão, acessibilidade e defesa da dignidade humana — como o público do Cantinho dos Amigos Especiais — essa data reforça algo essencial: ninguém deve ser invisível por causa de sua condição de saúde.


🌱 Reflexão final (no espírito do Cantinho)

Muitas famílias que convivem com doenças raras não pedem heroísmo — pedem compreensão.

Às vezes, o maior gesto de solidariedade é ouvir, informar-se e oferecer apoio sem julgamentos. Quando a sociedade entende, o caminho fica menos solitário.

Que o Dia Mundial das Doenças Raras seja um convite à empatia — porque inclusão verdadeira começa quando aprendemos a reconhecer o valor de cada vida, mesmo quando ela parece diferente do que estamos acostumados a ver.


📚 Fontes e links (conforme padrão do blog)


Texto e imagem produzidos com inteligência artificial. Autor responsável: José Eduardo Thomé de Saboya Oliveira.

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2026

📱 Zappia: tecnologia que facilita o dia a dia com inteligência artificial

A tecnologia vem se tornando uma grande aliada das pessoas com deficiência, especialmente quando ela simplifica tarefas do cotidiano e promove autonomia. Entre as novidades que vêm chamando atenção está o Zappia, um assistente virtual baseado em Inteligência Artificial que pode ser usado diretamente pelo celular — inclusive via WhatsApp — para ajudar em tarefas do dia a dia.

Mais do que um aplicativo comum, o Zappia funciona como um assistente pessoal digital, capaz de executar comandos, organizar compromissos e auxiliar em atividades que antes exigiam vários aplicativos diferentes.


🌱 Origem do Zappia

O Zappia surgiu dentro do movimento crescente de uso da Inteligência Artificial para simplificar a vida das pessoas. A proposta principal foi criar um assistente acessível, que pudesse conversar de forma natural com o usuário e executar ações práticas, como organizar agenda, fazer buscas e auxiliar em tarefas cotidianas.

Com o avanço das tecnologias conversacionais e do uso popular do WhatsApp, a ferramenta passou a oferecer integração com aplicativos e serviços que já fazem parte da rotina das pessoas, tornando o acesso mais simples e natural.


♿ Qual é a utilidade do Zappia?

Para o público do Cantinho dos Amigos Especiais, vale destacar que ferramentas como o Zappia podem trazer ganhos importantes de autonomia — algo muito valioso para pessoas com deficiência visual, motora ou para quem busca praticidade no dia a dia.

Entre as utilidades mais interessantes:

✔️ Organização de tarefas e compromissos
✔️ Criação de lembretes e agenda por comando de voz
✔️ Busca rápida de informações
✔️ Agendamentos e consultas automáticas
✔️ Interação por texto ou áudio (facilitando o uso para quem prefere comandos falados)

Esse tipo de tecnologia se encaixa no conceito de tecnologia assistiva, cujo objetivo é justamente promover independência e inclusão através de recursos digitais.


🧭 Como usar o Zappia (noções básicas)

A ideia do Zappia é ser simples. Mesmo quem não tem muita familiaridade com tecnologia costuma aprender rápido.

📌 Passo 1 — Acesso

Você pode usar o Zappia:

  • Pelo aplicativo no celular (Android ou iOS)
  • Ou diretamente pelo WhatsApp, enviando mensagens como faria com uma pessoa.

📌 Passo 2 — Conversar com a IA

Basta escrever ou falar algo como:

  • “Me lembre de tomar remédio às 20h.”
  • “Agende um compromisso para amanhã.”
  • “Procure informações sobre acessibilidade.”

📌 Passo 3 — Confirmar a ação

O assistente normalmente responde confirmando o pedido e executa a tarefa automaticamente.


💡 Por que isso pode ser interessante para PCDs?

Porque reduz etapas.

Muitas vezes, pessoas com deficiência precisam abrir vários aplicativos, navegar por menus complexos ou depender de ajuda externa. Com um assistente inteligente, basta uma conversa simples para resolver tarefas.

É claro que nenhuma tecnologia substitui recursos nativos de acessibilidade (como leitores de tela), mas elas podem funcionar juntas para oferecer mais independência e praticidade.


🤝 Uma reflexão do Cantinho

A verdadeira inclusão acontece quando a tecnologia não apenas existe — mas quando ela é fácil de usar, acessível e respeita a diversidade das pessoas.

Ferramentas como o Zappia mostram como a inteligência artificial pode ser uma ponte entre inovação e qualidade de vida, especialmente quando colocada a serviço da autonomia.

Texto e imagem produzidos com inteligência artificial. Autor responsável: José Eduardo Thomé de Saboya Oliveira.

Brasileira cria tecnologia promissora para tratar feridas do pé diabético e reduzir risco de amputações

 Uma inovação desenvolvida na Universidade de Brasília (UnB) pode representar um avanço importante para pessoas com diabetes que convivem com feridas de difícil cicatrização nos pés. A professora e pesquisadora Suélia de Siqueira Rodrigues Fleury Rosa coordena o desenvolvimento do RAPHA, um dispositivo que combina biomembrana de látex natural com fototerapia por LED para estimular a regeneração dos tecidos. (UnB Notícias)

O tema é especialmente relevante porque o pé diabético é uma complicação séria do diabetes. Segundo a Biblioteca Virtual em Saúde do Ministério da Saúde, ele pode causar feridas que não cicatrizam, infecções e, em casos graves, levar à amputação quando não há tratamento adequado. (Biblioteca Virtual em Saúde)

O que é o RAPHA e como funciona

De forma simples, o RAPHA une dois elementos terapêuticos:

  • Lâmina/curativo de látex natural, que ajuda a estimular a formação de novos vasos sanguíneos e a regeneração tecidual;

  • Luz de LED, aplicada sobre a área lesionada para favorecer a recuperação da pele. (UnB Notícias)

Em relatos sobre o uso clínico, o procedimento costuma envolver a higienização da ferida, a aplicação da lâmina de látex e o uso do emissor de luz por cerca de 30 minutos. Depois disso, o curativo permanece no local por mais tempo, com repetição conforme orientação da equipe de saúde. (CFF)

Uma pesquisa brasileira de longa trajetória

A história do RAPHA não começou agora. De acordo com a própria UnB, a base científica da tecnologia vem de uma linha de pesquisa iniciada há cerca de duas décadas, quando Suélia identificou o potencial do látex (Hevea brasiliensis) para estimular a neovascularização e acelerar a cicatrização. Ao longo dos anos, o projeto reuniu pesquisadores, estudantes e profissionais da saúde em estudos pré-clínicos e clínicos. (UnB Notícias)

O repositório acadêmico da UnB e registros na BDTD também mostram que a tecnologia gerou dissertações e estudos específicos sobre o dispositivo RAPHA e seu uso associado à biomembrana de látex e LEDs, o que reforça que se trata de uma linha de pesquisa estruturada dentro da universidade. (BDTD)

Potencial de impacto para pessoas com deficiência e reabilitação

Para o público do Cantinho dos Amigos Especiais, essa notícia merece atenção por um motivo claro: quando uma ferida no pé evolui mal, o risco de infecção, internação prolongada e amputação aumenta — e isso pode gerar novas barreiras de mobilidade, autonomia e qualidade de vida. Fontes de saúde pública destacam que a prevenção e o tratamento precoce são fundamentais justamente para evitar essas complicações e incapacidades. (Biblioteca Virtual em Saúde)

Se a tecnologia se confirmar em larga escala com acesso pelo SUS, ela pode ajudar a:

  • reduzir tempo de cicatrização;

  • diminuir internações por infecção;

  • prevenir amputações evitáveis;

  • ampliar o cuidado em regiões com menos recursos.

Esse é o tipo de inovação que dialoga diretamente com inclusão, acessibilidade e dignidade no cuidado em saúde. (CFF)

Em que fase está a tecnologia

As publicações consultadas indicam que o RAPHA já avançou em etapas de certificação de segurança e está em fase de tramitação regulatória para registro sanitário. Há menções de que o projeto recebeu certificação do Inmetro e segue em processo relacionado à Anvisa, com expectativa de viabilizar produção em escala e futura adoção em serviços públicos de saúde. (CFF)

É importante destacar este ponto com responsabilidade: embora os resultados sejam promissores, a ampliação do uso depende das etapas regulatórias e de implementação no sistema de saúde. (UnB Notícias)

Por que essa notícia importa

Em um país com milhões de pessoas vivendo com diabetes, soluções brasileiras de baixo custo e com foco em uso real no SUS são estratégicas. O RAPHA chama atenção justamente por unir ciência nacional, aplicação prática e potencial de impacto social — algo que pode fazer diferença concreta na vida de pessoas com diabetes e de suas famílias. (UnB Notícias)


Fontes e links

  • Universidade de Brasília (UnB) – artigo da professora Suélia Fleury Rosa sobre o RAPHA e a trajetória da pesquisa. (UnB Notícias)

  • Conselho Federal de Farmácia (CFF) – notícia sobre funcionamento do RAPHA e etapa regulatória. (CFF)

  • Correio Braziliense – reportagem sobre o projeto RAPHA, contexto clínico e próximos passos. (Correio Braziliense)

  • Biblioteca Virtual em Saúde / Ministério da Saúde – definição e sinais de pé diabético. (Biblioteca Virtual em Saúde)

  • Linhas de Cuidado (Saúde) – orientações e fatores de risco para ulceração dos pés em pessoas com diabetes. (Linhas de Cuidado)

  • BDTD / Repositório UnB – registros acadêmicos relacionados ao desenvolvimento do dispositivo RAPHA. (BDTD)

Imagem obtida via internet.
Texto produzido com inteligência artificial.
Autor responsável: José Eduardo Thomé de Saboya Oliveira.

📅 25 de Fevereiro - Dia Nacional do Implante Coclear

Hoje é dia de falar sobre escuta, inclusão e novas possibilidades. O Dia Nacional do Implante Coclear é uma data de conscientização que chama a atenção para o direito à comunicação, à tecnologia assistiva e à qualidade de vida das pessoas com deficiência auditiva.
O implante coclear é muito mais do que um equipamento médico: para muitas pessoas, ele representa o reencontro com sons, vozes, música e, principalmente, com novas formas de interação social.

🎧 O que é o implante coclear?

O implante coclear é um dispositivo eletrônico indicado para pessoas com perda auditiva severa ou profunda. Diferente do aparelho auditivo convencional, ele atua estimulando diretamente o nervo auditivo por meio de sinais elétricos, possibilitando a sensação auditiva após um processo de adaptação e reabilitação. �
Serviços e Informações do Brasil
Ele é composto por duas partes:
uma parte interna, implantada cirurgicamente na cóclea;
e outra externa, que capta os sons e os transforma em sinais eletrônicos.
É importante lembrar: o implante não “cura” a surdez, mas pode ampliar significativamente a percepção sonora e a comunicação — sempre respeitando a singularidade de cada pessoa.

🧩 Inclusão também é informação

Nem toda pessoa surda é candidata ao implante, e nem toda pessoa que utiliza implante tem a mesma experiência. Cada caso envolve avaliações médicas, fonoaudiológicas e acompanhamento multiprofissional.
Além disso:
✔️ a reabilitação auditiva é essencial;
✔️ a família e a rede de apoio fazem diferença;
✔️ a acessibilidade continua necessária — como Libras, legendas e comunicação inclusiva.
Ou seja: tecnologia e inclusão caminham juntas.

🇧🇷 Implante coclear e o SUS

Muita gente não sabe, mas o implante coclear faz parte dos serviços oferecidos pelo Sistema Único de Saúde em centros especializados, com acompanhamento por equipes multiprofissionais. �
Portal Goiás
Isso reforça um ponto importante: acesso à saúde auditiva é um direito, e deve ser tratado como política pública de inclusão.

💛 Uma reflexão necessária

No Cantinho dos Amigos Especiais, sempre lembramos que deficiência não define ninguém. Cada pessoa tem sua história, sua forma de comunicar, perceber e viver o mundo.

O Dia Nacional do Implante Coclear nos convida a refletir:
➡️ mais do que ouvir sons,
 precisamos aprender a ouvir pessoas.
➡️ mais do que falar de tecnologia, precisamos falar de acolhimento e respeito.
➡️ mais do que celebrar avanços, precisamos garantir acessibilidade para todos.

🌱 Mensagem final

Que esta data nos inspire a construir uma sociedade onde a comunicação seja um direito — e não uma barreira.
Que possamos celebrar cada conquista, respeitando diferentes escolhas e trajetórias dentro da comunidade surda.
Porque inclusão verdadeira acontece quando ninguém fica do lado de fora da conversa

Texto e imagem produzidos com inteligência artificial. Autor responsável: José Eduardo Thomé de Saboya Oliveira.

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2026

Projeto de Lei Propõe Intérpretes de Libras e Tecnologia Assistiva em Hospitais


Medida busca ampliar a acessibilidade no atendimento à saúde

Uma proposta legislativa associada à senadora Damares Alves reacendeu o debate sobre a inclusão de pessoas com deficiência auditiva no sistema de saúde brasileiro. O projeto prevê a ampliação do uso de intérpretes de Libras e de tecnologias assistivas em hospitais e unidades de atendimento, com o objetivo de garantir comunicação clara entre pacientes e equipes médicas.

A iniciativa surge em um contexto em que entidades ligadas à acessibilidade defendem que a comunicação adequada em ambientes hospitalares não é apenas uma questão de inclusão, mas também de segurança do paciente.


A proposta em foco

O projeto busca assegurar que pessoas surdas ou com deficiência auditiva tenham condições reais de compreender diagnósticos, orientações médicas e procedimentos hospitalares. Entre os pontos discutidos estão:

  • disponibilidade de intérpretes de Libras, presencialmente ou por vídeo;

  • uso de tecnologias assistivas que facilitem a comunicação;

  • adoção de recursos visuais e digitais em hospitais;

  • melhoria do acolhimento e da autonomia do paciente.

A ideia é que a acessibilidade deixe de ser algo eventual e passe a integrar o funcionamento regular das unidades de saúde.


Contexto legislativo e social

A discussão ocorre em paralelo a outras iniciativas voltadas à valorização dos profissionais da Libras e à ampliação da acessibilidade em serviços públicos. A regulamentação da atividade de tradutores e intérpretes de Libras, sancionada recentemente, reforçou a necessidade de formação adequada e reconhecimento profissional da categoria.

Além disso, propostas legislativas que tratam do fornecimento de tecnologia assistiva no sistema público de saúde têm sido apresentadas como forma de reduzir barreiras comunicacionais enfrentadas por pessoas com deficiência.


Por que o tema é importante?

Em ambientes hospitalares, a falta de comunicação clara pode gerar consequências graves, como:

  • dificuldades para relatar sintomas;

  • incompreensão sobre medicações ou exames;

  • insegurança durante procedimentos;

  • perda de autonomia do paciente.

Especialistas apontam que o uso combinado de intérpretes humanos e recursos tecnológicos pode melhorar significativamente a qualidade do atendimento, tornando-o mais seguro e humanizado.


Desafios para implementação

Apesar do avanço do debate, ainda existem obstáculos práticos:

  • número insuficiente de intérpretes em algumas regiões;

  • custos de implantação em hospitais menores;

  • necessidade de padronização da formação profissional;

  • integração entre equipes médicas e recursos de acessibilidade.

Esses pontos vêm sendo discutidos no Congresso como parte do aprimoramento das políticas públicas de inclusão.


Análise

A proposta reforça uma mudança de perspectiva cada vez mais presente no debate público: a acessibilidade não deve ser tratada como um serviço extra, mas como parte essencial do cuidado em saúde.

Garantir comunicação plena significa permitir que o paciente compreenda, escolha e participe do próprio tratamento — princípio alinhado ao que já prevê a legislação brasileira sobre direitos da pessoa com deficiência.


Links e referências

Texto e imagem produzidos com inteligência artificial.
Autor responsável: José Eduardo Thomé de Saboya Oliveira.