quarta-feira, 18 de fevereiro de 2026

📌 Dia Nacional de Combate ao Alcoolismo - nformação, prevenção e acolhimento

O Dia Nacional de Combate ao Alcoolismo é uma data voltada à conscientização sobre os impactos do consumo abusivo de álcool na saúde, nas relações familiares e na sociedade.

O alcoolismo — ou transtorno por uso de álcool — é reconhecido como doença pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Trata-se de uma condição que pode comprometer a saúde física, mental e emocional da pessoa, além de afetar profundamente o ambiente familiar.


📌 Quando o consumo deixa de ser social?

O uso ocasional não caracteriza dependência.
O problema surge quando há:

  • Perda de controle sobre o consumo
  • Necessidade crescente de beber
  • Prejuízo no trabalho e na convivência social
  • Conflitos familiares recorrentes
  • Sintomas físicos e psicológicos na ausência da bebida

Nesses casos, estamos diante de uma questão de saúde pública.


📌 Impactos nas famílias

O alcoolismo raramente atinge apenas o indivíduo.

Ele pode gerar:

  • Desestruturação familiar
  • Violência doméstica
  • Negligência
  • Vulnerabilidade econômica
  • Sofrimento emocional prolongado

Muitas famílias com pessoas com deficiência enfrentam, simultaneamente, desafios relacionados à saúde mental e dependência química de algum membro do núcleo familiar. Por isso, o tema também dialoga com inclusão e proteção social.


📌 Alcoolismo é deficiência?

Nem sempre.

A dependência é considerada uma doença.
Somente em situações específicas, quando houver comprometimento mental duradouro com prejuízo funcional significativo, pode haver reconhecimento jurídico em determinados contextos, conforme os critérios da Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Lei 13.146/2015).

Cada caso exige avaliação médica e legal individualizada.


📌 Prevenção e políticas públicas

O enfrentamento do alcoolismo envolve:

  • Educação e informação
  • Acesso à rede de saúde mental
  • Centros de atenção psicossocial (CAPS)
  • Apoio às famílias
  • Políticas públicas consistentes

Não se trata de julgamento moral, mas de cuidado coletivo.


📌 Conclusão

Combater o alcoolismo é promover saúde, proteger famílias e reduzir desigualdades sociais.

A informação responsável é uma das principais ferramentas de prevenção.
O acolhimento é parte fundamental do processo de recuperação.

Seguiremos acompanhando políticas públicas e iniciativas voltadas à conscientização, tratamento e apoio às famílias.


Texto e imagem produzidos com inteligência artificial. Auror responsável: José Eduardo Thomé de Saboya Oliveira. 

18 de fevereiro – Dia Internacional da Síndrome de Asperger

O dia 18 de fevereiro é lembrado mundialmente como o Dia Internacional da Síndrome de Asperger porque marca o nascimento de Hans Asperger, ocorrido em 18 de fevereiro de 1906.

Foi ele quem, em 1944, descreveu um grupo de crianças que apresentavam dificuldades significativas na interação social, interesses restritos e padrões comportamentais específicos, mas com inteligência preservada e linguagem formalmente desenvolvida.

Durante décadas, essa condição recebeu o nome de Síndrome de Asperger em sua homenagem.


O que era a Síndrome de Asperger?

A Síndrome de Asperger era classificada como um transtorno do neurodesenvolvimento, caracterizado principalmente por:

  • Dificuldade na comunicação social
  • Interpretação literal da linguagem
  • Interesses intensos e específicos
  • Forte apego a rotinas
  • Sensibilidade sensorial
  • Inteligência dentro ou acima da média
  • Ausência de atraso significativo na fala

Muitas vezes, as pessoas com esse perfil eram vistas como “excêntricas”, “isoladas” ou “muito focadas”, sem que houvesse compreensão de que se tratava de uma condição neurológica.


E hoje? O diagnóstico ainda existe?

Desde 2013, com a atualização do DSM-5 (Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais), a Síndrome de Asperger deixou de existir como diagnóstico separado.

Ela passou a integrar o Transtorno do Espectro Autista (TEA), geralmente correspondendo ao que hoje se chama TEA nível 1 de suporte.

Isso significa que a pessoa precisa de apoio, mas possui maior autonomia em comparação com níveis mais elevados de necessidade de suporte.


Por que ainda se fala em Asperger?

Apesar da mudança diagnóstica, muitas pessoas que receberam esse diagnóstico antes de 2013 continuam se identificar como “asperger”.

A data de 18 de fevereiro permanece como um momento de conscientização sobre:

  • Autismo sem deficiência intelectual associada
  • Inclusão social
  • Combate ao preconceito
  • Respeito à neurodiversidade

Pontos importantes para compreender

A pessoa com perfil Asperger:

✔ Pode ter excelente memória
✔ Pode desenvolver habilidades profundas em áreas específicas
✔ Pode apresentar dificuldade em entender ironia, duplo sentido ou linguagem corporal
✔ Pode se sentir sobrecarregada em ambientes com excesso de estímulos

Não se trata de falta de educação, frieza ou desinteresse.
Trata-se de uma forma diferente de perceber e interagir com o mundo.


Inclusão é compreensão

Falar sobre a Síndrome de Asperger é falar sobre respeito às diferenças invisíveis.

Nem toda deficiência é física.
Nem toda dificuldade é preguiça.
Nem todo silêncio é indiferença.

Conscientização gera acolhimento.
E acolhimento transforma realidades.


Texto e imagem produzidos com inteligência artificial. Autor responsável: José Eduardo Thomé de Saboya Oliveira. 

sindrome aspenger


 

domingo, 15 de fevereiro de 2026

Síndrome de Angelman: quando o sorriso é linguagem e o amor é ponte de inclusão


A Síndrome de Angelman é uma condição genética rara que afeta principalmente o desenvolvimento neurológico. Descrita em 1965 pelo pediatra britânico Harry Angelman, a síndrome ocorre, na maioria dos casos, por alterações no cromossomo 15 — especialmente na região chamada 15q11-q13, ligada ao gene UBE3A.

No Brasil e no mundo, muitas famílias ainda enfrentam dificuldades para obter diagnóstico precoce e apoio adequado. Por isso, falar sobre a Síndrome de Angelman é também um ato de conscientização e respeito.


🧬 O que causa a Síndrome de Angelman?

A principal causa é a ausência ou funcionamento inadequado do gene UBE3A, herdado da mãe. Esse gene tem papel essencial no desenvolvimento cerebral. Quando não funciona corretamente, surgem as características típicas da síndrome.

Na maioria dos casos, a condição não é hereditária, ocorrendo de forma espontânea.


👶 Principais características

Cada pessoa é única, mas algumas características são mais comuns:

  • Atraso significativo no desenvolvimento motor e cognitivo
  • Ausência ou fala muito limitada
  • Dificuldades de equilíbrio e coordenação (ataxia)
  • Convulsões (frequentes na infância)
  • Distúrbios do sono
  • Comportamento alegre, com sorrisos frequentes
  • Movimentos repetitivos das mãos

É importante lembrar: o sorriso frequente não significa ausência de desafios. Por trás dele, existem necessidades reais de apoio, estímulo e acompanhamento médico e terapêutico.


🩺 Diagnóstico e tratamento

O diagnóstico é feito por meio de avaliação clínica e confirmado por testes genéticos específicos.

Não existe cura, mas há tratamentos e intervenções que melhoram significativamente a qualidade de vida, como:

  • Fisioterapia
  • Terapia ocupacional
  • Fonoaudiologia
  • Acompanhamento neurológico
  • Controle medicamentoso das crises convulsivas

A estimulação precoce faz toda a diferença.


❤️ Comunicação além das palavras

Pessoas com Síndrome de Angelman podem não desenvolver fala oral, mas isso não significa ausência de comunicação. Muitas utilizam:

  • Comunicação alternativa (figuras, pranchas, tablets)
  • Expressões faciais e corporais
  • Sons e vocalizações

A inclusão começa quando aprendemos a escutar com o coração e observar com atenção.


🏫 Inclusão e convivência

No ambiente escolar e social, a criança com Síndrome de Angelman precisa de:

  • Apoio pedagógico individualizado
  • Recursos de acessibilidade
  • Compreensão e acolhimento

O preconceito nasce da falta de informação. A convivência gera empatia. E a empatia transforma realidades.


🌻 O papel da família

As famílias são pilares fundamentais. Muitas enfrentam:

  • Longas jornadas até o diagnóstico
  • Desinformação
  • Desafios emocionais e financeiros

Rede de apoio, políticas públicas e informação acessível são essenciais para que essas famílias não caminhem sozinhas.


Conclusão

A Síndrome de Angelman não define uma pessoa. Ela é apenas uma parte de sua história.

No Cantinho dos Amigos Especiais, defendemos que cada pessoa com deficiência deve ser vista como sujeito de direitos, dignidade e potencial — não como rótulo.

Conscientizar é incluir.
Informar é combater o preconceito.
Respeitar é o mínimo. Amar é o caminho.


Se você conhece alguém com Síndrome de Angelman, compartilhe esta matéria. Informação salva, acolhe e aproxima.

🌷 Cantinho dos Amigos Especiais – porque inclusão se constrói todos os dias.

sábado, 14 de fevereiro de 2026

💙 Dia Mundial da Cardiopatia Congênita: quando o coração ensina coragem

No dia 14 de fevereiro, o mundo também veste azul para falar de uma realidade que começa muito cedo na vida de milhares de crianças: a cardiopatia congênita.

Cardiopatia congênita é uma alteração na estrutura do coração presente desde o nascimento. Ela ocorre ainda durante a formação do bebê, na gestação. Pode envolver válvulas, paredes internas do coração ou vasos sanguíneos, afetando a forma como o sangue circula pelo corpo.

Algumas alterações são leves e exigem apenas acompanhamento médico regular. Outras podem demandar cirurgias complexas, muitas vezes logo nos primeiros dias de vida.

Mas há algo essencial que precisa ser dito com clareza:
💙 a cardiopatia congênita não define uma criança.


A importância do diagnóstico precoce

O pré-natal bem acompanhado, o teste do coraçãozinho e o acesso a cardiologistas pediátricos são fundamentais.

O diagnóstico precoce aumenta significativamente as chances de tratamento adequado, reduz complicações e oferece melhores perspectivas de qualidade de vida.

Informação salva vidas.
E o acesso à informação é um direito.


A realidade das famílias

Quando uma família recebe o diagnóstico, não enfrenta apenas uma condição médica. Enfrenta medo, insegurança, internações, cirurgias e mudanças na rotina.

É um aprendizado diário sobre força e resiliência.

Muitas mães e pais tornam-se especialistas na própria vivência: aprendem termos médicos, acompanham exames, celebram pequenas vitórias e transformam cada batimento em esperança.


Muito além do hospital

Falar sobre cardiopatia congênita também é falar sobre:

  • Acesso ao SUS e centros especializados
  • Direitos da criança hospitalizada
  • Inclusão escolar
  • Combate ao preconceito
  • Apoio psicológico às famílias

Crianças com cardiopatia congênita crescem. Estudam. Sonham. Trabalham. Amam. Vivem.

E a sociedade precisa estar preparada para acolhê-las com respeito e informação.


O significado do coração azul

O azul é a cor da conscientização sobre a cardiopatia congênita.
Simboliza o coração, mas também representa esperança, cuidado e união.

No Dia Mundial da Cardiopatia Congênita, vestir azul é mais do que um gesto simbólico. É afirmar que nenhuma família está sozinha.


Conclusão

Enquanto muitos associam o dia 14 de fevereiro ao amor romântico, também é dia de lembrar de um amor diferente — o amor que aprende a lutar desde o nascimento.

Amor que enfrenta cirurgias.
Amor que transforma medo em fé.
Amor que acompanha cada batida do coração com gratidão.

Compartilhar informação é um ato de cuidado.
Conscientizar é um ato de amor.

💙 Que possamos ouvir melhor os corações que precisam de atenção.


Texto e imagem produzidos com inteligência artificial. Autor responsável: José Eduardo Thomé de Saboya Oliveira.