quarta-feira, 25 de fevereiro de 2026

Brasileira cria tecnologia promissora para tratar feridas do pé diabético e reduzir risco de amputações

 Uma inovação desenvolvida na Universidade de Brasília (UnB) pode representar um avanço importante para pessoas com diabetes que convivem com feridas de difícil cicatrização nos pés. A professora e pesquisadora Suélia de Siqueira Rodrigues Fleury Rosa coordena o desenvolvimento do RAPHA, um dispositivo que combina biomembrana de látex natural com fototerapia por LED para estimular a regeneração dos tecidos. (UnB Notícias)

O tema é especialmente relevante porque o pé diabético é uma complicação séria do diabetes. Segundo a Biblioteca Virtual em Saúde do Ministério da Saúde, ele pode causar feridas que não cicatrizam, infecções e, em casos graves, levar à amputação quando não há tratamento adequado. (Biblioteca Virtual em Saúde)

O que é o RAPHA e como funciona

De forma simples, o RAPHA une dois elementos terapêuticos:

  • Lâmina/curativo de látex natural, que ajuda a estimular a formação de novos vasos sanguíneos e a regeneração tecidual;

  • Luz de LED, aplicada sobre a área lesionada para favorecer a recuperação da pele. (UnB Notícias)

Em relatos sobre o uso clínico, o procedimento costuma envolver a higienização da ferida, a aplicação da lâmina de látex e o uso do emissor de luz por cerca de 30 minutos. Depois disso, o curativo permanece no local por mais tempo, com repetição conforme orientação da equipe de saúde. (CFF)

Uma pesquisa brasileira de longa trajetória

A história do RAPHA não começou agora. De acordo com a própria UnB, a base científica da tecnologia vem de uma linha de pesquisa iniciada há cerca de duas décadas, quando Suélia identificou o potencial do látex (Hevea brasiliensis) para estimular a neovascularização e acelerar a cicatrização. Ao longo dos anos, o projeto reuniu pesquisadores, estudantes e profissionais da saúde em estudos pré-clínicos e clínicos. (UnB Notícias)

O repositório acadêmico da UnB e registros na BDTD também mostram que a tecnologia gerou dissertações e estudos específicos sobre o dispositivo RAPHA e seu uso associado à biomembrana de látex e LEDs, o que reforça que se trata de uma linha de pesquisa estruturada dentro da universidade. (BDTD)

Potencial de impacto para pessoas com deficiência e reabilitação

Para o público do Cantinho dos Amigos Especiais, essa notícia merece atenção por um motivo claro: quando uma ferida no pé evolui mal, o risco de infecção, internação prolongada e amputação aumenta — e isso pode gerar novas barreiras de mobilidade, autonomia e qualidade de vida. Fontes de saúde pública destacam que a prevenção e o tratamento precoce são fundamentais justamente para evitar essas complicações e incapacidades. (Biblioteca Virtual em Saúde)

Se a tecnologia se confirmar em larga escala com acesso pelo SUS, ela pode ajudar a:

  • reduzir tempo de cicatrização;

  • diminuir internações por infecção;

  • prevenir amputações evitáveis;

  • ampliar o cuidado em regiões com menos recursos.

Esse é o tipo de inovação que dialoga diretamente com inclusão, acessibilidade e dignidade no cuidado em saúde. (CFF)

Em que fase está a tecnologia

As publicações consultadas indicam que o RAPHA já avançou em etapas de certificação de segurança e está em fase de tramitação regulatória para registro sanitário. Há menções de que o projeto recebeu certificação do Inmetro e segue em processo relacionado à Anvisa, com expectativa de viabilizar produção em escala e futura adoção em serviços públicos de saúde. (CFF)

É importante destacar este ponto com responsabilidade: embora os resultados sejam promissores, a ampliação do uso depende das etapas regulatórias e de implementação no sistema de saúde. (UnB Notícias)

Por que essa notícia importa

Em um país com milhões de pessoas vivendo com diabetes, soluções brasileiras de baixo custo e com foco em uso real no SUS são estratégicas. O RAPHA chama atenção justamente por unir ciência nacional, aplicação prática e potencial de impacto social — algo que pode fazer diferença concreta na vida de pessoas com diabetes e de suas famílias. (UnB Notícias)


Fontes e links

  • Universidade de Brasília (UnB) – artigo da professora Suélia Fleury Rosa sobre o RAPHA e a trajetória da pesquisa. (UnB Notícias)

  • Conselho Federal de Farmácia (CFF) – notícia sobre funcionamento do RAPHA e etapa regulatória. (CFF)

  • Correio Braziliense – reportagem sobre o projeto RAPHA, contexto clínico e próximos passos. (Correio Braziliense)

  • Biblioteca Virtual em Saúde / Ministério da Saúde – definição e sinais de pé diabético. (Biblioteca Virtual em Saúde)

  • Linhas de Cuidado (Saúde) – orientações e fatores de risco para ulceração dos pés em pessoas com diabetes. (Linhas de Cuidado)

  • BDTD / Repositório UnB – registros acadêmicos relacionados ao desenvolvimento do dispositivo RAPHA. (BDTD)

Imagem obtida via internet.
Texto produzido com inteligência artificial.
Autor responsável: José Eduardo Thomé de Saboya Oliveira.

📅 25 de Fevereiro - Dia Nacional do Implante Coclear

Hoje é dia de falar sobre escuta, inclusão e novas possibilidades. O Dia Nacional do Implante Coclear é uma data de conscientização que chama a atenção para o direito à comunicação, à tecnologia assistiva e à qualidade de vida das pessoas com deficiência auditiva.
O implante coclear é muito mais do que um equipamento médico: para muitas pessoas, ele representa o reencontro com sons, vozes, música e, principalmente, com novas formas de interação social.

🎧 O que é o implante coclear?

O implante coclear é um dispositivo eletrônico indicado para pessoas com perda auditiva severa ou profunda. Diferente do aparelho auditivo convencional, ele atua estimulando diretamente o nervo auditivo por meio de sinais elétricos, possibilitando a sensação auditiva após um processo de adaptação e reabilitação. �
Serviços e Informações do Brasil
Ele é composto por duas partes:
uma parte interna, implantada cirurgicamente na cóclea;
e outra externa, que capta os sons e os transforma em sinais eletrônicos.
É importante lembrar: o implante não “cura” a surdez, mas pode ampliar significativamente a percepção sonora e a comunicação — sempre respeitando a singularidade de cada pessoa.

🧩 Inclusão também é informação

Nem toda pessoa surda é candidata ao implante, e nem toda pessoa que utiliza implante tem a mesma experiência. Cada caso envolve avaliações médicas, fonoaudiológicas e acompanhamento multiprofissional.
Além disso:
✔️ a reabilitação auditiva é essencial;
✔️ a família e a rede de apoio fazem diferença;
✔️ a acessibilidade continua necessária — como Libras, legendas e comunicação inclusiva.
Ou seja: tecnologia e inclusão caminham juntas.

🇧🇷 Implante coclear e o SUS

Muita gente não sabe, mas o implante coclear faz parte dos serviços oferecidos pelo Sistema Único de Saúde em centros especializados, com acompanhamento por equipes multiprofissionais. �
Portal Goiás
Isso reforça um ponto importante: acesso à saúde auditiva é um direito, e deve ser tratado como política pública de inclusão.

💛 Uma reflexão necessária

No Cantinho dos Amigos Especiais, sempre lembramos que deficiência não define ninguém. Cada pessoa tem sua história, sua forma de comunicar, perceber e viver o mundo.

O Dia Nacional do Implante Coclear nos convida a refletir:
➡️ mais do que ouvir sons,
 precisamos aprender a ouvir pessoas.
➡️ mais do que falar de tecnologia, precisamos falar de acolhimento e respeito.
➡️ mais do que celebrar avanços, precisamos garantir acessibilidade para todos.

🌱 Mensagem final

Que esta data nos inspire a construir uma sociedade onde a comunicação seja um direito — e não uma barreira.
Que possamos celebrar cada conquista, respeitando diferentes escolhas e trajetórias dentro da comunidade surda.
Porque inclusão verdadeira acontece quando ninguém fica do lado de fora da conversa

Texto e imagem produzidos com inteligência artificial. Autor responsável: José Eduardo Thomé de Saboya Oliveira.

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2026

Projeto de Lei Propõe Intérpretes de Libras e Tecnologia Assistiva em Hospitais


Medida busca ampliar a acessibilidade no atendimento à saúde

Uma proposta legislativa associada à senadora Damares Alves reacendeu o debate sobre a inclusão de pessoas com deficiência auditiva no sistema de saúde brasileiro. O projeto prevê a ampliação do uso de intérpretes de Libras e de tecnologias assistivas em hospitais e unidades de atendimento, com o objetivo de garantir comunicação clara entre pacientes e equipes médicas.

A iniciativa surge em um contexto em que entidades ligadas à acessibilidade defendem que a comunicação adequada em ambientes hospitalares não é apenas uma questão de inclusão, mas também de segurança do paciente.


A proposta em foco

O projeto busca assegurar que pessoas surdas ou com deficiência auditiva tenham condições reais de compreender diagnósticos, orientações médicas e procedimentos hospitalares. Entre os pontos discutidos estão:

  • disponibilidade de intérpretes de Libras, presencialmente ou por vídeo;

  • uso de tecnologias assistivas que facilitem a comunicação;

  • adoção de recursos visuais e digitais em hospitais;

  • melhoria do acolhimento e da autonomia do paciente.

A ideia é que a acessibilidade deixe de ser algo eventual e passe a integrar o funcionamento regular das unidades de saúde.


Contexto legislativo e social

A discussão ocorre em paralelo a outras iniciativas voltadas à valorização dos profissionais da Libras e à ampliação da acessibilidade em serviços públicos. A regulamentação da atividade de tradutores e intérpretes de Libras, sancionada recentemente, reforçou a necessidade de formação adequada e reconhecimento profissional da categoria.

Além disso, propostas legislativas que tratam do fornecimento de tecnologia assistiva no sistema público de saúde têm sido apresentadas como forma de reduzir barreiras comunicacionais enfrentadas por pessoas com deficiência.


Por que o tema é importante?

Em ambientes hospitalares, a falta de comunicação clara pode gerar consequências graves, como:

  • dificuldades para relatar sintomas;

  • incompreensão sobre medicações ou exames;

  • insegurança durante procedimentos;

  • perda de autonomia do paciente.

Especialistas apontam que o uso combinado de intérpretes humanos e recursos tecnológicos pode melhorar significativamente a qualidade do atendimento, tornando-o mais seguro e humanizado.


Desafios para implementação

Apesar do avanço do debate, ainda existem obstáculos práticos:

  • número insuficiente de intérpretes em algumas regiões;

  • custos de implantação em hospitais menores;

  • necessidade de padronização da formação profissional;

  • integração entre equipes médicas e recursos de acessibilidade.

Esses pontos vêm sendo discutidos no Congresso como parte do aprimoramento das políticas públicas de inclusão.


Análise

A proposta reforça uma mudança de perspectiva cada vez mais presente no debate público: a acessibilidade não deve ser tratada como um serviço extra, mas como parte essencial do cuidado em saúde.

Garantir comunicação plena significa permitir que o paciente compreenda, escolha e participe do próprio tratamento — princípio alinhado ao que já prevê a legislação brasileira sobre direitos da pessoa com deficiência.


Links e referências

Texto e imagem produzidos com inteligência artificial.
Autor responsável: José Eduardo Thomé de Saboya Oliveira.

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2026

Quando a “brincadeira” vira humilhação: Indignação Necessária

Circula nas redes um vídeo em que o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, aparece em um camarote na Sapucaí usando óculos escuros e simulando o uso de uma bengala — gesto que foi entendido por muitas pessoas como uma imitação de quem é cego ou tem baixa visão. A gravação viralizou e gerou críticas.

O Cantinho dos Amigos Especiais se manifesta com a serenidade de quem não deseja “polemizar”, mas com a firmeza de quem não pode aceitar que a deficiência seja transformada em cena de deboche — ainda mais quando envolve uma autoridade pública. Não é sobre “mimimi”. Não é sobre “interpretaram errado”. É sobre dignidade humana.

A ferida que esse tipo de atitude reabre

Para quem enxerga bem, pode parecer “só uma graça” de segundos. Para quem vive a deficiência visual — e para famílias que convivem com ela — isso costuma soar como aquilo que infelizmente já se repetiu a vida inteira: o riso em cima da limitação do outro.

A bengala não é adereço. É autonomia. É segurança. É direito de ir e vir. E, justamente por isso, qualquer simulação cômica desse instrumento comunica uma mensagem perigosa: a de que a experiência de uma pessoa com deficiência pode virar entretenimento.

Não dá para normalizar. Porque a normalização alimenta o terreno onde nascem:

  • o constrangimento em público;

  • a infantilização (“coitadinho”);

  • a falta de credibilidade (“tá fazendo cena”);

  • o desrespeito cotidiano que impede inclusão real.

“Mas foi no Carnaval…”

O Carnaval é cultura, alegria e liberdade — e também é um espaço onde o respeito precisa existir. O contexto festivo não transforma em aceitável aquilo que, em qualquer outro dia, seria claramente ofensivo. Autoridade pública não “tira férias” da responsabilidade ética quando entra num camarote.

O que esperamos de uma liderança pública

Sem ataque pessoal, sem linchamento virtual e sem torcida organizada: o mínimo esperado é um reconhecimento claro do erro e um compromisso com reparação. Quando a atitude parte de uma figura pública, o impacto é multiplicado — e a resposta também precisa ser.

O Cantinho dos Amigos Especiais considera adequado, por exemplo:

  1. um pedido de desculpas objetivo, sem “se alguém se ofendeu”;

  2. escuta ativa de pessoas com deficiência visual e entidades representativas;

  3. ações concretas: campanhas educativas, formação anticapacitista e reforço de políticas de acessibilidade (não como propaganda, mas como compromisso).

Indignação, sim — com propósito

A nossa indignação é do tamanho do que está em jogo: a dignidade de milhões de brasileiros com deficiência. E ela não nasce do ódio; nasce do cansaço de ver a deficiência ser tratada como piada, como fantasia, como performance.

Quem ocupa cargo público precisa entender algo básico: inclusão não é discurso, é postura. E postura se prova nos pequenos gestos — principalmente quando ninguém está “no palanque”.

Conclusão

O Cantinho dos Amigos Especiais seguirá defendendo, com firmeza e respeito, uma sociedade em que pessoas com deficiência não sejam alvo de chacota, direta ou indireta. Esperamos que o episódio gere reflexão verdadeira — e que a resposta seja proporcional ao dano simbólico causado. Porque o Brasil precisa avançar: menos encenação, mais empatia; menos riso às custas do outro, mais compromisso com acessibilidade e respeito.


Fontes e links

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2026

📌 Dia Nacional de Combate ao Alcoolismo - nformação, prevenção e acolhimento

O Dia Nacional de Combate ao Alcoolismo é uma data voltada à conscientização sobre os impactos do consumo abusivo de álcool na saúde, nas relações familiares e na sociedade.

O alcoolismo — ou transtorno por uso de álcool — é reconhecido como doença pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Trata-se de uma condição que pode comprometer a saúde física, mental e emocional da pessoa, além de afetar profundamente o ambiente familiar.


📌 Quando o consumo deixa de ser social?

O uso ocasional não caracteriza dependência.
O problema surge quando há:

  • Perda de controle sobre o consumo
  • Necessidade crescente de beber
  • Prejuízo no trabalho e na convivência social
  • Conflitos familiares recorrentes
  • Sintomas físicos e psicológicos na ausência da bebida

Nesses casos, estamos diante de uma questão de saúde pública.


📌 Impactos nas famílias

O alcoolismo raramente atinge apenas o indivíduo.

Ele pode gerar:

  • Desestruturação familiar
  • Violência doméstica
  • Negligência
  • Vulnerabilidade econômica
  • Sofrimento emocional prolongado

Muitas famílias com pessoas com deficiência enfrentam, simultaneamente, desafios relacionados à saúde mental e dependência química de algum membro do núcleo familiar. Por isso, o tema também dialoga com inclusão e proteção social.


📌 Alcoolismo é deficiência?

Nem sempre.

A dependência é considerada uma doença.
Somente em situações específicas, quando houver comprometimento mental duradouro com prejuízo funcional significativo, pode haver reconhecimento jurídico em determinados contextos, conforme os critérios da Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Lei 13.146/2015).

Cada caso exige avaliação médica e legal individualizada.


📌 Prevenção e políticas públicas

O enfrentamento do alcoolismo envolve:

  • Educação e informação
  • Acesso à rede de saúde mental
  • Centros de atenção psicossocial (CAPS)
  • Apoio às famílias
  • Políticas públicas consistentes

Não se trata de julgamento moral, mas de cuidado coletivo.


📌 Conclusão

Combater o alcoolismo é promover saúde, proteger famílias e reduzir desigualdades sociais.

A informação responsável é uma das principais ferramentas de prevenção.
O acolhimento é parte fundamental do processo de recuperação.

Seguiremos acompanhando políticas públicas e iniciativas voltadas à conscientização, tratamento e apoio às famílias.


Texto e imagem produzidos com inteligência artificial. Auror responsável: José Eduardo Thomé de Saboya Oliveira.