quarta-feira, 8 de abril de 2026

8 de abril: Braille é leitura, autonomia e cidadania

Neste 8 de abril, o Brasil celebra o Dia Nacional do Sistema Braille, data instituída pela Lei nº 12.266/2010. A homenagem foi fixada nesse dia em referência ao nascimento de José Álvares de Azevedo, reconhecido como o primeiro professor cego do país e um dos grandes responsáveis pela difusão do Braille no Brasil.

Mais do que uma homenagem simbólica, a data nos convida a refletir sobre algo essencial: acessibilidade não é favor, é direito. O sistema Braille representa, para muitas pessoas cegas, a possibilidade concreta de ler, escrever, estudar, trabalhar, organizar a própria rotina e exercer a cidadania com mais independência. Quando uma sociedade amplia o acesso ao Braille, ela não está apenas oferecendo um recurso técnico; está abrindo portas para a autonomia, para a dignidade e para a participação plena.

Criado por Louis Braille, o método é um sistema de leitura e escrita tátil baseado em seis pontos em relevo, dispostos em duas colunas. A partir dessas combinações, é possível representar letras, números, sinais de pontuação, símbolos matemáticos, notações musicais e outros elementos do conhecimento. Em outras palavras, o Braille não serve apenas para “identificar objetos” ou “marcar embalagens”: ele é uma verdadeira linguagem de acesso ao mundo da leitura e da informação.

É importante lembrar também que o Braille continua atual, mesmo em tempos de tecnologia digital. Hoje, além dos materiais impressos, existem recursos como a linha Braille, que permite a leitura tátil de conteúdos exibidos em computadores e celulares. Isso mostra que tecnologia assistiva e Braille não competem entre si; ao contrário, podem caminhar juntos para ampliar a inclusão e fortalecer a autonomia da pessoa com deficiência visual.

No Brasil, a própria legislação que instituiu a data determina que o Dia Nacional do Sistema Braille seja marcado por ações de conscientização, valorização dos direitos da pessoa cega, promoção da acessibilidade à informação, incentivo à produção de textos em Braille e estímulo à inclusão no mercado de trabalho. Esse ponto é fundamental: celebrar o Braille não deve ser apenas lembrar sua história, mas também cobrar sua presença concreta nas escolas, nos serviços, na cultura, nos espaços públicos e na vida cotidiana.

Reafirmamos nosso respeito às pessoas cegas e com deficiência visual e defendemos uma inclusão que vá além do discurso. Falar de Braille é falar de educação, de acesso à informação, de independência e de respeito. Que esta data ajude a despertar mais consciência, mais compromisso e mais ações verdadeiramente acessíveis, porque uma sociedade justa é aquela em que ninguém precisa implorar por aquilo que já deveria estar garantido.

Fontes consultadas: Lei nº 12.266/2010 (Planalto), Biblioteca Virtual em Saúde do Ministério da Saúde, Instituto Benjamin Constant e ONU Brasil. 

Texto e imagem produzidos com inteligência artificial.
Autor responsável: José Eduardo Thomé de Saboya Oliveira.

Autismo: inclusão e acolhimento precisam caminhar juntos

No Dia Mundial de Conscientização do Autismo, uma iniciativa importante reforçou uma verdade que não pode ser esquecida: inclusão de verdade começa com informação de qualidade, acolhimento às famílias e compromisso real com o cuidado. O Ministério da Saúde participou do lançamento oficial da campanha nacional sobre sinais de atenção do Transtorno do Espectro Autista (TEA), promovida pelo Instituto Jô Clemente, em São Paulo, com a proposta de orientar a população, estimular a identificação precoce e combater o estigma ainda associado ao autismo.

A campanha tem um papel muito importante porque muitas famílias percebem que algo merece atenção no desenvolvimento da criança, mas nem sempre encontram orientação clara, apoio imediato ou caminhos acessíveis para buscar ajuda. Falar sobre autismo não deve ser apenas lembrar uma data no calendário, mas ampliar o respeito, a escuta, o conhecimento e a defesa dos direitos das pessoas autistas em todos os espaços da sociedade.

Entre as medidas destacadas pelo Ministério da Saúde está a incorporação do M-CHAT, instrumento de rastreio voltado à identificação precoce de sinais de TEA na infância. Segundo a pasta, esse questionário já está disponível na Caderneta Digital da Criança, no aplicativo Meu SUS Digital e também no prontuário eletrônico e-SUS APS. O ministério informou ainda que o sistema passará a contar com uma entrevista de seguimento digital integrada ao prontuário, o M-CHAT R/F, para qualificar o rastreio e melhorar os encaminhamentos para a rede especializada.

A notícia também aponta investimentos concretos. Foram anunciados R$ 83,3 milhões e a habilitação de 59 novos serviços em todo o país, incluindo Centros Especializados em Reabilitação, oficinas ortopédicas e transporte adaptado. Além disso, a expansão da Rede de Cuidados à Pessoa com Deficiência alcança 20 estados brasileiros, com previsão de novos centros, ampliação de unidades e incentivo adicional para serviços que atendem pessoas com TEA. Com isso, o SUS passará a contar com 361 Centros Especializados em Reabilitação em todo o Brasil, com investimento anual superior a R$ 1 bilhão.

Aqui no Cantinho dos Amigos Especiais, reafirmamos nosso apoio a toda iniciativa séria que ajude a ampliar a inclusão, a orientação correta e o acesso aos direitos das pessoas com deficiência e de suas famílias. Conscientizar é mais do que informar: é enfrentar o preconceito, fortalecer políticas públicas e trabalhar para que nenhuma pessoa seja tratada com invisibilidade, descaso ou exclusão.

Fontes e links

Ministério da Saúde. Ministério da Saúde reforça compromisso com a inclusão no lançamento de campanha de autismo do Instituto Jô Clemente. Publicado em 6 de abril de 2026.

Texto e imagem produzidos com inteligência artificial.
Autor responsável: José Eduardo thomé de Saboya Oliveira.

terça-feira, 7 de abril de 2026

7 de abril: combater o bullying é defender a dignidade das pessoas com deficiência

Falar sobre bullying nunca é exagero. É necessidade. Toda vez que uma pessoa é humilhada,

ridicularizada, isolada, exposta ou atacada por ser diferente, a sociedade inteira adoece um pouco. E quando isso acontece com uma pessoa com deficiência, a violência ganha um peso ainda mais cruel, porque recai justamente sobre alguém que já enfrenta, todos os dias, barreiras de acessibilidade, preconceitos e incompreensões.

Nosso posicionamento é claro e inegociável: repudiamos todo e qualquer tipo de bullying contra pessoas com deficiência, em qualquer ambiente e contra qualquer tipo de deficiência. Seja deficiência física, visual, auditiva, intelectual, psicossocial, múltipla, aparente ou não aparente. Seja na escola, no trabalho, na internet, no transporte público, dentro da própria família, em espaços religiosos, em serviços de saúde ou em qualquer outro lugar. Bullying não é brincadeira. Não é “jeito de falar”. Não é “coisa de criança”. É violência.

Infelizmente, estudantes com deficiência estão entre os grupos mais vulneráveis a esse tipo de agressão. A própria UNESCO destaca que alunos com deficiência são desproporcionalmente afetados pelo bullying em diferentes idades e contextos de aprendizagem, com impactos sérios na educação, na saúde e no bem-estar. O UNICEF também alerta que crianças com deficiência enfrentam riscos maiores de violência, abuso e negligência.

No Brasil, a legislação reconhece a gravidade do problema. A Lei nº 13.185/2015 instituiu o Programa de Combate à Intimidação Sistemática, definindo o bullying como violência física ou psicológica intencional e repetitiva. A Lei Brasileira de Inclusão assegura à pessoa com deficiência igualdade de oportunidades e proteção contra toda forma de discriminação. Mais recentemente, a Lei nº 14.811/2024 reforçou o enfrentamento ao bullying e ao cyberbullying, e o MEC passou a orientar escolas e redes de ensino com protocolos de acolhimento, registro, proteção e uso de canais de denúncia.

Mas lei, sozinha, não resolve tudo. É preciso mudança de cultura. Combater o bullying contra PCDs exige educação para a empatia, convivência com respeito, acessibilidade de verdade e intervenção imediata quando a violência aparece. Exige que professores, gestores, colegas, familiares, líderes religiosos, profissionais de saúde, empresas e plataformas digitais entendam que o silêncio também machuca. Quem presencia e se cala ajuda a manter a dor.

Também é preciso dizer algo com todas as letras: zombar da bengala, da cadeira de rodas, da fala, do jeito de andar, do uso de tecnologias assistivas, do tempo de resposta, da aparência, das crises, da limitação visual, auditiva ou intelectual de alguém não é humor. É desumanização. E toda desumanização precisa ser enfrentada com firmeza.

A inclusão que defendemos não pode ser apenas bonita no discurso. Ela precisa aparecer no cotidiano: no acolhimento da criança com deficiência na escola, no respeito ao adolescente que sofre exclusão do grupo, na proteção ao trabalhador PCD, na escuta da pessoa autista, no cuidado com quem tem deficiência invisível, no combate ao cyberbullying e na coragem de denunciar quando a violência acontece.

Neste 7 de abril, reafirmamos nosso compromisso com a dignidade humana, com a acessibilidade e com o respeito. Nenhuma pessoa com deficiência deve ser tratada como alvo de piada, constrangimento ou exclusão. Toda pessoa merece ser vista com humanidade. Toda pessoa merece proteção. Toda pessoa merece respeito.

Combater o bullying é mais do que marcar uma data. É escolher, todos os dias, que lado da convivência queremos construir.

Texto e imagem produzidos com inteligência artificial.

Autor responsável: José Eduardo Thomé de Saboya Oliveira.

sábado, 4 de abril de 2026

Parkinson e Alzheimer: existe relação entre as duas doenças?

Quando uma família convive com o diagnóstico de Parkinson ou de Alzheimer, é natural surgir uma dúvida importante: será que uma doença leva à outra? A resposta mais correta é esta: não se trata de mera coincidência, mas também não significa que uma pessoa com Parkinson vá obrigatoriamente desenvolver Alzheimer, nem que quem tem Alzheimer vá necessariamente ter Parkinson. Há, sim, uma relação entre essas doenças, especialmente no campo das demências e das doenças neurodegenerativas.

A Doença de Parkinson é mais conhecida pelos sintomas motores, como tremor, rigidez e lentidão dos movimentos. Porém, ela também pode afetar a memória, a atenção, o raciocínio e outras funções cognitivas ao longo do tempo. Em alguns pacientes, isso evolui para um quadro chamado demência da doença de Parkinson. Ou seja: o Parkinson pode, sim, vir acompanhado de demência, principalmente nas fases mais avançadas, mas essa demência nem sempre é o Alzheimer clássico.

Nesse ponto entra uma informação muito importante: a demência associada ao Parkinson costuma ter ligação mais próxima com a chamada demência por corpos de Lewy. Segundo o Instituto Nacional sobre Envelhecimento dos Estados Unidos, a demência por corpos de Lewy inclui dois diagnósticos relacionados: demência com corpos de Lewy e demência da doença de Parkinson. Essas condições compartilham alterações cerebrais ligadas à proteína alfa-sinucleína, o que ajuda a explicar por que elas se parecem em vários aspectos.

Ao mesmo tempo, os especialistas reconhecem que pode haver sobreposição entre doenças neurodegenerativas. Em outras palavras, algumas pessoas apresentam no cérebro alterações típicas de mais de um tipo de demência. A Associação de Alzheimer informa que muitas pessoas com demência por corpos de Lewy ou com demência da doença de Parkinson também apresentam placas e emaranhados, alterações tradicionalmente associadas ao Alzheimer. É isso que os médicos chamam de demência mista.

E no caminho inverso? Quem tem Alzheimer costuma desenvolver Parkinson? A resposta é: não como regra. O que pode acontecer é que, em pessoas idosas, diferentes processos neurodegenerativos coexistam. Além disso, alguns sintomas podem se confundir, e certos quadros clínicos compartilham alterações cerebrais e fatores de risco. Por isso, em vez de pensar que uma doença “vira” a outra, é mais correto entender que elas podem ter pontos de contato, sobreposição de sintomas e, em alguns casos, presença simultânea.

Uma diferença clínica importante ajuda os médicos a distinguir melhor esses quadros. De acordo com o NINDS, na demência da doença de Parkinson, os sintomas cognitivos aparecem mais de um ano depois do início dos sintomas motores do Parkinson. Já na demência com corpos de Lewy, os problemas de raciocínio, atenção e percepção costumam aparecer antes ou muito próximos dos sintomas de parkinsonismo. Esse detalhe não resolve tudo sozinho, mas ajuda bastante no diagnóstico.

Para as famílias e cuidadores, o mais importante é observar os sinais com atenção. Em uma pessoa com Parkinson, merecem avaliação médica sintomas como piora importante de memória, confusão, alucinações, dificuldade crescente para organizar pensamentos, desatenção acentuada e perda de autonomia. Esses sinais não devem ser vistos como “coisa normal da idade”, mas como sinais que precisam de investigação profissional.

Em resumo, há relação entre Parkinson e Alzheimer, mas ela não é simples nem automática. O Parkinson pode evoluir com demência, muitas vezes mais ligada ao espectro dos corpos de Lewy do que ao Alzheimer puro. Por outro lado, Alzheimer e Parkinson podem coexistir no mesmo paciente, especialmente em quadros mistos. Por isso, o acompanhamento com neurologista ou geriatra é essencial para buscar um diagnóstico mais preciso, orientar o tratamento e dar mais qualidade de vida à pessoa atendida e à sua família.

Referências
National Institute on Aging (NIA). Lewy Body Dementia: Causes, Symptoms, and Diagnosis.
National Institute of Neurological Disorders and Stroke (NINDS). Dementias.
National Institute on Aging (NIA). Alzheimer’s & Related Dementias: Risk Factors, Genetics, and More.
Alzheimer’s Association. Dementia with Lewy bodies (DLB) | Symptoms & Causes.
National Institute on Aging (NIA). Genetic study of Lewy body dementia supports ties to Alzheimer’s and Parkinson’s diseases.

Texto e imagem produzidos com inteligência artificial. Autor responsável José Eduardo Thomé de Saboya Oliveira.


quinta-feira, 2 de abril de 2026

Dia Mundial de Conscientização do Autismo: respeito, inclusão e dignidade para todas as pessoas

No dia 2 de abril, o mundo volta os olhos para uma causa que precisa ser lembrada com seriedade, sensibilidade e compromisso: o Dia Mundial de Conscientização do Autismo. A data foi instituída pela Assembleia Geral da ONU em 2007 e tem como objetivo promover os direitos, a dignidade e a participação plena das pessoas autistas na sociedade.

Mais do que uma data simbólica, este dia nos convida a refletir sobre a forma como a sociedade enxerga o autismo. Conscientizar não significa apenas divulgar informações. Significa também combater preconceitos, desfazer estereótipos e reconhecer que pessoas autistas têm valor, voz, capacidades e direito de ocupar todos os espaços da vida social. A própria ONU tem destacado que a sociedade deve avançar da simples conscientização para a valorização da neurodiversidade e para a garantia concreta de direitos.

É importante lembrar que o autismo não se manifesta da mesma forma em todas as pessoas. Cada pessoa autista é única, com sua maneira de perceber o mundo, de se comunicar, de aprender, de sentir e de se relacionar. Por isso, não podemos tratar o tema com generalizações apressadas. O caminho mais humano é sempre o do respeito, da escuta e da empatia. Essa compreensão ajuda famílias, escolas, igrejas, serviços de saúde e toda a comunidade a acolher melhor e agir com mais responsabilidade.

No Brasil, a proteção dos direitos da pessoa com Transtorno do Espectro Autista ganhou um marco importante com a Lei nº 12.764/2012, conhecida como Lei Berenice Piana, que instituiu a Política Nacional de Proteção dos Direitos da Pessoa com TEA. Essa legislação reconhece a necessidade de garantir atendimento, proteção social e diretrizes específicas para a promoção da cidadania e da inclusão.

Outro ponto fundamental é que a legislação brasileira passou a assegurar, para todos os fins legais, a proteção da pessoa autista dentro do conjunto de direitos das pessoas com deficiência. Nesse contexto, a Lei Brasileira de Inclusão, a Lei nº 13.146/2015, reforça que a inclusão social e a cidadania devem acontecer em igualdade de condições, com acesso a direitos e liberdades fundamentais. Isso fortalece o entendimento de que inclusão não é favor. Inclusão é direito.

Quando falamos em inclusão, falamos de realidades muito concretas. Estamos falando de acesso à educação com apoio adequado, à saúde com atendimento digno, ao convívio social sem discriminação, ao trabalho com oportunidades verdadeiras, aos espaços públicos com acessibilidade e ao respeito dentro da própria família e da comunidade. Não basta dizer que acolhe. É preciso construir ambientes em que a pessoa autista possa viver com segurança, autonomia e pertencimento.

Também precisamos lembrar das famílias, que muitas vezes enfrentam cansaço, desinformação, barreiras sociais e até julgamentos injustos. Uma sociedade mais consciente é aquela que não culpa, não ridiculariza e não abandona. Ao contrário, ela oferece apoio, compreensão e políticas públicas que permitam uma vida mais justa para todos. A ONU tem reforçado que ainda existem desafios significativos para pessoas autistas no mundo inteiro, inclusive em relação ao estigma e à exclusão.

Falar sobre esta data é reafirmar um compromisso com a dignidade humana. Toda pessoa merece ser vista para além de um diagnóstico. Toda pessoa merece respeito. Toda pessoa merece oportunidade de florescer. O Dia Mundial de Conscientização do Autismo nos recorda que uma sociedade verdadeiramente humana é aquela que aprende a acolher as diferenças sem transformar a diferença em barreira.

Que esta data toque o coração de todos nós. Que haja mais informação correta e menos preconceito. Mais escuta e menos julgamento. Mais acessibilidade e menos exclusão. E que, em vez de apenas lembrar o autismo em um único dia do ano, possamos praticar diariamente uma cultura de respeito, inclusão e amor ao próximo.

Referências

ONU Brasil. Dia Mundial de Conscientização sobre o Autismo.
ONU Brasil. No Dia Mundial da Conscientização sobre o Autismo, evento na ONU celebra contribuições das pessoas autistas para a sociedade.
ONU Brasil. Mensagem do secretário-geral da ONU para o Dia Mundial de Conscientização sobre o Autismo, assinalado em 2 de abril.
Brasil. Presidência da República. Lei nº 12.764, de 27 de dezembro de 2012. Institui a Política Nacional de Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista.
Brasil. Presidência da República. Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2015. Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência.

Texto e imagem produzidos com inteligência artificial.
Autor responsável: José Eduardo Thomé de Saboya Oliveira.