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terça-feira, 2 de julho de 2019

Hospital veste bebês prematuros de super-heróis e surpreende pais


Luiza Fletcher
28 de janeiro de 2019

Ter um filho prematuro não é nada fácil. São muitos dias praticamente vivendo dentro de um hospital, esperando ansiosamente pela melhora da criança para poder levá-la para casa, longe de aparelhos e visitas de médicos a todo momento.
É complicado para os pais verem seus bebês recém-nascidos lutando pela vida, precisando tomar remédios e, em alguns casos, dependendo de aparelhos para se manterem estáveis. Toda esta situação causa uma grande angústia na família, especialmente quando as crianças têm que ficar um longo período de tempo no hospital.

O desgaste físico, mental e emocional dos pais ao enfrentarem essa realidade é verdadeiro, e toda a ajuda que recebem das pessoas ao seu redor é bem-vinda.

Em muitos hospitais, a realidade é cruel, os pais não recebem apoio nem atenção, o que torna a situação ainda mais complicada. No entanto, em outros, pais e filhos são tratados com todo amor, carinho e dedicação, e existe um esforço coletivo para que todo o lado negativo seja minimizado.

Um desses hospitais, que realmente trabalha para o bem da família, é o Hospital St. Luke, do Kansas, nos Estados Unidos.
Compreendendo a fase difícil vivida por aqueles que têm seus bebês internados, os funcionários decidiram organizar uma surpresa muito especial para o Halloween, uma data muito popular para os norte-americanos.

Os pais escolheram as fantasias que acreditavam que mais combinavam com os seus filhos, a pedido dos funcionários do hospital, que não revelaram nada sobre a surpresa de Halloween. Uma vez escolhidas as roupinhas, voluntários trabalharam para produzir todas elas de forma artesanal, e foi assim que os pais desses bebês sobreviventes puderam vê-los transformados em incríveis super-heróis, borboletas e outras personagens adoráveis, trazendo mais alegria, amor e esperança para os seus corações.

Os pais também receberam um cartão de “doces ou travessuras” com as minúsculas pegadas dos recém-nascidos, uma abóbora de crochê cheia de guloseimas e um livro de Halloween para lerem para seus filhos.

Helen Ransom, fotógrafa responsável por registrar esse dia tão especial, disse que fazer fotos de bebês prematuros na câmera é uma das suas formas favoritas de se voluntariar:

“Ver os olhos dos pais se iluminarem durante um período que pode ser tão difícil e desgastante é incrível.”

Essa foi uma iniciativa incrível do hospital, que com certeza alegrou os corações dos pais e trouxe um sentimento de esperança. Confira algumas fotos abaixo.

















O que você achou? Nós achamos lindo demais! Deixe um comentário abaixo com sua opinião e marque um amigo fotógrafo para inspirá-lo!

Fonte: O SEGREDO

quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

Licença mais longa para mães de prematuros é aprovada no Senado


Foto por Waldemir Barreto/Agência SenadoMães de bebês prematuros poderão ter ampliada a licença-maternidade. O Senado aprovou nesta quarta-feira (9) Proposta de Emenda à Constituição 99/2015 que altera a Constituição para fazer contar a licença-gestante de 120 dias a partir do dia em que o bebê prematuro tenha alta do hospital e não de seu nascimento. Com isso, mães de bebês nascidos entre as 20ª e 30ª semanas de gestação ganham mais tempo para cuidar dos filhos, sem prejuízo de seus empregos.

Um acordo com o governo para assegurar a votação da PEC incluiu emenda restringindo a licença ao tempo máximo de 12 meses – sendo 120 dias de licença e oito meses de internação. A proposta, de autoria do senador Aécio Neves (PSDB-MG), foi aprovada por unanimidade em primeiro e segundo turno e segue agora para análise da Câmara dos Deputados.

— Demos a milhares de mães de prematuros que nascem todo ano no país tranquilidade em um momento em que suas vidas se resumem à luta pela vida de seus filhos. Vivi essa experiência pessoalmente no ano passado, com o nascimento de meus gêmeos, e fui procurado por inúmeras mães com o mesmo problema: o prazo da licença expirava e, entre o emprego e o cuidado especial com seus filhos mesmo na alta médica, a escolha é óbvia e elas ficavam sem emprego, com um problema a mais — relatou Aécio.

Quanto aos custos para a Previdência Social, a relatora da PEC na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), senadora Simone Tebet (PMDB-MS), explicou que a cada dez bebês nascidos no país, somente um é prematuro. Além disso, a internação dessas crianças, na média, não costuma passar de 45 dias.

— Há um benefício social e humanitário que suplanta e muito qualquer tipo de discussão sobre gasto público — assegurou.

Para o presidente da Casa, Renan Calheiros, ressaltou que a PEC é uma das matérias mais importantes aprovadas pelo Senado neste ano. A medida também foi elogiada por senadores de vários partidos.

Fonte: Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)