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quinta-feira, 5 de fevereiro de 2026

Mamografia: cuidado hoje, vida amanhã

O Dia Nacional da Mamografia, celebrado em 5 de fevereiro, tem como principal objetivo conscientizar a população — especialmente as mulheres — sobre a importância do exame de mamografia na detecção precoce do câncer de mama.

Trata-se de um dos exames mais eficazes da medicina preventiva, capaz de identificar alterações muito pequenas nas mamas, muitas vezes antes mesmo do surgimento de qualquer sintoma visível ou palpável.

Quando o câncer de mama é descoberto no início, as chances de cura podem ultrapassar 90%, além de permitir tratamentos menos agressivos e com melhor qualidade de vida para a paciente.


O que é a mamografia?

A mamografia é um exame de imagem realizado com um equipamento chamado mamógrafo, que utiliza baixas doses de raio-X para observar o tecido mamário em detalhes.

Ela pode detectar:

  • nódulos muito pequenos

  • microcalcificações (sinais iniciais de câncer)

  • alterações que não são percebidas no autoexame

Por isso, mesmo mulheres que não sentem dor, caroços ou qualquer desconforto devem realizar o exame conforme orientação médica.


Quem deve fazer a mamografia?

As recomendações gerais indicam:

  • Mulheres entre 50 e 69 anos: exame a cada dois anos

  • Mulheres com histórico familiar de câncer de mama ou ovário: podem iniciar antes, conforme orientação médica

  • Em alguns casos, o médico pode recomendar exames anuais

Cada organismo é único — por isso, o acompanhamento de profissionais de saúde é fundamental.


Por que a prevenção é tão importante?

O câncer de mama é um dos tipos mais frequentes no Brasil e no mundo.

No entanto, ele também está entre os que apresentam maior índice de cura quando diagnosticado precocemente.

A mamografia:

✔️ salva vidas
✔️ reduz a mortalidade
✔️ evita tratamentos mais agressivos
✔️ amplia as chances de recuperação completa

Ignorar o exame pode significar descobrir a doença apenas em estágios mais avançados, quando o tratamento se torna mais complexo.


Informação é inclusão e cuidado

No Cantinho dos Amigos Especiais, falar de saúde é falar de dignidade, acesso e prevenção para todos.

Muitas pessoas com deficiência enfrentam barreiras para realizar exames médicos — sejam físicas, comunicacionais ou de informação.

Por isso, divulgar datas como o Dia Nacional da Mamografia é também uma forma de:

💙 promover inclusão na saúde
💙 incentivar o autocuidado
💙 fortalecer a prevenção

Cuidar do corpo é um ato de amor — consigo mesma e com quem está ao seu redor.


Conclusão

A mamografia não deve ser vista com medo, mas como uma grande aliada da vida.

Quanto mais cedo o câncer de mama é descoberto, maiores são as chances de cura e menor o impacto do tratamento.

Neste Dia Nacional da Mamografia, o convite é simples e poderoso:

👉 informe-se
👉 incentive outras mulheres
👉 cuide da sua saúde

Porque prevenção também é um direito.


Fontes:

• Ministério da Saúde – Informações sobre rastreamento do câncer de mama
• Instituto Nacional de Câncer (INCA) – Dados, orientações e campanhas de prevenção

Texto e imagem produzidos com inteligência artificial.
Autor responsável: José Eduardo Thomé de Saboya Oliveira.

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2026

🌍 Dia Mundial do Câncer: conscientização, prevenção e esperança para todos

Celebrado em 4 de fevereiro, o Dia Mundial do Câncer é uma data dedicada a ampliar a informação, combater o preconceito e fortalecer a prevenção e o diagnóstico precoce da doença que atinge milhões de pessoas em todo o mundo — inclusive muitas pessoas com deficiência, que frequentemente enfrentam barreiras extras de acesso à saúde

A campanha é apoiada por instituições de saúde em diversos países, com destaque para a Organização Mundial da Saúde e, no Brasil, pelo Instituto Nacional de Câncer (INCA).


🎗️ Por que essa data é tão importante?

O câncer ainda é uma das principais causas de morte no mundo, mas muitos casos podem ser prevenidos ou tratados com sucesso quando descobertos cedo.

O Dia Mundial do Câncer busca:

✔️ Incentivar hábitos saudáveis
✔️ Alertar sobre sinais de alerta
✔️ Promover exames preventivos
✔️ Combater o medo e a desinformação
✔️ Humanizar o cuidado com os pacientes


♿ Pessoas com deficiência e o desafio extra

No Cantinho dos Amigos Especiais, é essencial lembrar que pessoas com deficiência muitas vezes enfrentam:

• Dificuldade de acesso a exames
• Falta de comunicação acessível
• Estruturas hospitalares pouco adaptadas
• Diagnósticos tardios

A luta contra o câncer também é uma luta por saúde acessível, inclusiva e digna para todos.


🧠 Prevenção salva vidas

Algumas atitudes fazem grande diferença:

🥗 Alimentação equilibrada
🚭 Não fumar
🏃 Atividade física regular
🩺 Exames periódicos
☀️ Proteção contra o sol
📢 Atenção aos sinais do corpo

Cuidar da saúde é um ato de amor próprio — e de respeito à vida.


💛 Informação gera esperança

O câncer não é sinônimo de sentença.
Com avanços da medicina, apoio emocional e diagnóstico precoce, milhões de pessoas vencem essa batalha todos os anos.

Conscientizar é salvar vidas.


🌱 No Cantinho dos Amigos Especiais, reforçamos:

👉 Todos merecem acesso à prevenção
👉 Todos merecem cuidado digno
👉 Todos merecem esperança

Porque inclusão também é saúde. 💙


📚 Fontes e links

• Organização Mundial da Saúde (OMS) – Campanhas de prevenção do câncer
• Instituto Nacional de Câncer (INCA) – www.gov.br/inca
• Ministério da Saúde – Prevenção e diagnóstico do câncer


Texto e imagem produzidos com inteligência artificial. Autor responsável: José Eduardo Thomé de Saboya Oliveira.

quinta-feira, 4 de dezembro de 2025

Dezembro Laranja: cuidar da pele também é cuidar da vida

Dezembro chega colorido de laranja para nos lembrar de algo muito sério: o câncer de pele é o tipo de câncer mais frequente no Brasil e, ao mesmo tempo, um dos mais evitáveis. A campanha Dezembro Laranja, criada pela Sociedade Brasileira de Dermatologia em 2014, quer justamente chamar a atenção para a prevenção e o diagnóstico precoce dessa doença, que atinge milhões de pessoas e impacta diretamente a qualidade de vida – inclusive, e de forma especial, das pessoas com deficiência. Seconci SP+1


Por que falar de câncer de pele?

De acordo com estimativas do Instituto Nacional de Câncer (INCA), o câncer de pele não melanoma é o tumor maligno mais incidente no país, correspondendo a cerca de 30% de todos os casos de câncer registrados no Brasil. Para o triênio 2023–2025, o INCA prevê centenas de milhares de novos casos por ano, e o câncer de pele não melanoma responde sozinho por cerca de um terço desses diagnósticos. metainfo.com.br+3Serviços e Informações do Brasil+3Serviços e Informações do Brasil+3

Esses números mostram que não estamos falando de algo raro ou distante. Quase toda família brasileira conhece alguém que já teve ou tem câncer de pele. Por isso, informação clara, acessível e sem alarmismo é fundamental.


Tipos de câncer de pele em linguagem simples

Quando falamos em câncer de pele, estamos falando, principalmente, de três grupos:

  • Carcinoma basocelular
    É o tipo mais comum e, em geral, o menos agressivo. Cresce devagar e costuma aparecer em áreas muito expostas ao sol, como rosto, orelhas e pescoço.

  • Carcinoma espinocelular
    Também bastante frequente, pode ser mais agressivo que o basocelular e, se não tratado, tem maior chance de invadir tecidos mais profundos e dar metástase.

  • Melanoma
    É o tipo mais raro, mas também o mais perigoso, justamente porque tem grande chance de se espalhar para outros órgãos se não for identificado a tempo. Embora represente uma pequena porcentagem dos tumores de pele, é responsável por grande parte das mortes por câncer de pele. SBOC+3SBD+3SOBEST+3

Saber que existem diferentes tipos ajuda a entender por que a detecção precoce é tão importante: quanto mais cedo se descobre, maiores as chances de cura e menor o impacto no corpo e na rotina da pessoa.


Fatores de risco: quem precisa ter ainda mais atenção?

Qualquer pessoa pode desenvolver câncer de pele, mas alguns fatores aumentam o risco:

  • Exposição excessiva e desprotegida ao sol, ao longo da vida

  • Ter pele muito clara, olhos claros e cabelos loiros ou ruivos

  • Histórico pessoal ou familiar de câncer de pele

  • Ter muitas pintas (nevos) pelo corpo

  • Queimaduras solares de repetição, especialmente na infância

  • Trabalhar ao ar livre (agricultores, garis, pescadores, vendedores ambulantes, etc.)

  • Uso de câmaras de bronzeamento artificial, já proibidas no Brasil

  • Imunidade baixa, como em pessoas transplantadas ou em tratamento de determinadas doenças crônicas Serviços e Informações do Brasil+2Serviços e Informações do Brasil+2

Para muitas pessoas com deficiência, a exposição ao sol pode fazer parte do deslocamento diário (ponto de ônibus, filas externas, longas caminhadas até serviços de saúde) ou das terapias e atividades físicas, o que exige atenção redobrada no uso de medidas de proteção.


Sinais de alerta: o que observar na pele?

Nem toda pinta é câncer, mas toda mudança estranha merece ser observada.
Alguns sinais importantes:

  • Manchas ou feridas que não cicatrizam em até quatro semanas

  • Lesões que coçam, ardem, descamam ou sangram

  • Pintas que mudam de tamanho, forma ou cor

  • Caroços ou “nódulos” que surgem em áreas muito expostas ao sol Serviços e Informações do Brasil+2Inca+2

Para o melanoma, existe uma orientação muito útil: a regra do ABCDE para observar pintas e manchas suspeitas:

  • A – Assimetria: uma metade diferente da outra

  • B – Bordas: irregulares, serrilhadas ou mal definidas

  • C – Cor: mais de uma cor na mesma pinta

  • D – Diâmetro: maior que cerca de 6 mm (mais ou menos do tamanho de uma borracha de lápis)

  • E – Evolução: qualquer mudança rápida em tamanho, forma, cor ou sintomas

Se uma pinta chamar a atenção por um desses motivos, é sinal de que um profissional de saúde precisa avaliar. Melanoma Brasil+3Saúde Américas+3Assembleia Legislativa do Paraná+3


Prevenção: pequenos hábitos que fazem grande diferença

O Dezembro Laranja reforça que prevenção não precisa ser complicada. Algumas atitudes simples ajudam muito:

  • Usar protetor solar diariamente, com FPS 30 ou mais, reaplicando ao longo do dia, especialmente se estiver suando ou em contato com água

  • Proteger-se com roupas adequadas: camisa de manga, calça leve, chapéu de aba larga, óculos de sol com proteção UV

  • Evitar o sol entre 10h e 16h, quando os raios são mais intensos

  • Buscar sombras sempre que possível

  • Nunca usar câmaras de bronzeamento artificial

  • Fazer um “tour” periódico pela própria pele, ou pedir ajuda de alguém de confiança para observar costas, couro cabeludo e outras áreas difíceis de ver sozinho Serviços e Informações do Brasil+2Seconci SP+2

Prevenir é um cuidado diário, não apenas de verão ou de férias.


E as pessoas com deficiência? Cuidados e direitos

No Cantinho dos Amigos Especiais, falar de saúde é também falar de acessibilidade. No caso do câncer de pele, algumas situações merecem olhar atento:

  • Pessoas com deficiência visual podem ter dificuldade para perceber mudanças na pele. Nesses casos, o apoio de familiares, amigos ou cuidadores para observar manchas e pintas é fundamental – sempre com respeito à intimidade e ao consentimento.

  • Pessoas com limitações motoras podem não conseguir passar protetor solar em todas as áreas do corpo ou examinar certas regiões. Auxiliar nesse cuidado é um gesto de carinho e de prevenção.

  • Pessoas com deficiência intelectual ou transtorno do espectro autista podem precisar de explicações simples, repetidas e visuais para entender a importância do protetor solar, do chapéu e de evitar o sol forte.

  • Quem usa medicações contínuas ou tem outras condições de saúde deve informar o médico, pois alguns tratamentos aumentam a sensibilidade da pele ao sol.

É importante lembrar que a pessoa com deficiência tem direito a atendimento em saúde acessível e humanizado, com possibilidade de acompanhante, comunicação clara (Libras, braille, audiodescrição, linguagem simples) e tempo adequado de consulta para tirar dúvidas.


Quando procurar ajuda?

Procure uma Unidade Básica de Saúde ou um serviço especializado se você ou alguém da família perceber:

  • Uma lesão que não cicatriza

  • Uma pinta “estranha” ou que mudou recentemente

  • Manchas que coçam, sangram ou ardem de forma persistente

Não é perda de tempo “ir ao médico por causa de uma pintinha”. Pelo contrário: em muitos casos, uma pequena intervenção feita cedo evita cirurgias maiores e complicações no futuro. Serviços e Informações do Brasil+1


Dezembro Laranja: um convite à autocuidado e inclusão

Mais do que uma campanha de um mês, o Dezembro Laranja é um lembrete de que cuidar da pele é cuidar da vida inteira. Proteger-se do sol, observar o próprio corpo e buscar ajuda na hora certa são atitudes de amor-próprio – e também uma forma de cuidar de quem caminha ao nosso lado.

Para as pessoas com deficiência, isso passa, necessariamente, por informação acessível, respeito e apoio da família, dos serviços de saúde e da sociedade. Ninguém deve ficar de fora do direito à prevenção, ao diagnóstico precoce e ao tratamento adequado.

Que este Dezembro Laranja acenda, em cada um de nós, o compromisso de olhar com carinho para a própria pele e para a pele de quem amamos – porque, quando a gente se cuida, a vida inteira agradece. 💛🧡


Para saber mais

Busque sempre fontes confiáveis, como:

domingo, 23 de novembro de 2025

🌼 Dia Nacional do Controle do Câncer Infantojuvenil

23 de novembro é uma data criada para lembrar, conscientizar e fortalecer a luta contra o câncer em crianças e adolescentes. Mais do que um marco no calendário, é um convite para olhar com sensibilidade para quem enfrenta essa jornada tão delicada.

🎗️ O que esta data representa?

O Dia Nacional do Controle do Câncer Infantojuvenil tem como objetivo:

Ampliar a conscientização sobre os sinais e sintomas da doença.

Incentivar o diagnóstico precoce, que é o principal aliado para melhores chances de cura.

Informar e apoiar as famílias, garantindo que elas tenham acesso a cuidados humanizados.

Valorizar os profissionais de saúde e instituições que atuam na prevenção, assistência e pesquisa.


👶 Como o câncer se manifesta em crianças e adolescentes?

Diferente do câncer em adultos, os tumores infantojuvenis:

Crescem mais rapidamente.

Podem ser mais agressivos.

Muitas vezes não estão associados a hábitos de vida.


Por isso, atenção aos primeiros sinais é fundamental — como febre persistente, palidez, manchas roxas sem motivo aparente, dores ósseas, perda de peso inexplicada, aumento de gânglios e alterações visuais.

🏥 Importância do diagnóstico precoce

Quando identificado cedo, o câncer infantojuvenil pode ter altas taxas de cura, chegando a mais de 70% em alguns tipos. A rapidez no início do tratamento faz toda a diferença.

🤝 A rede de apoio

Nenhuma criança luta sozinha. A data lembra o papel essencial de:

Hospitais especializados

Profissionais e voluntários

Organizações de apoio

Famílias e cuidadores

Pessoas que doam sangue, medula óssea e recursos
Cada gesto conta — desde uma palavra de carinho até a mobilização comunitária.


💛 Um convite à consciência e à esperança

O 23 de novembro não é apenas sobre doença: é sobre vida, coragem e solidariedade.
É sobre dizer às crianças em tratamento: “Você não está só.”
É sobre lembrar aos pais: “Vocês são fortes, mesmo nos dias mais difíceis.”
E é sobre reafirmar que a sociedade inteira tem um papel na prevenção, no acesso ao tratamento e no acolhimento de todos.

sábado, 1 de novembro de 2025

💙 Novembro Azul: cuidar da saúde também é um ato de amor e inclusão

O mês de novembro é marcado por uma importante campanha de conscientização: o Novembro Azul, dedicada à saúde do homem, especialmente à prevenção e diagnóstico precoce do câncer de próstata.

Mais do que uma cor, o azul simboliza o alerta para um tema que ainda enfrenta muitos tabus e silêncios.

👨‍⚕️ Saúde masculina: quebrar o preconceito, salvar vidas

O câncer de próstata é o segundo tipo mais comum entre os homens brasileiros, atrás apenas do câncer de pele não melanoma.
Apesar disso, muitos ainda resistem a buscar ajuda médica, seja por medo, vergonha ou falta de informação.
Falar sobre o assunto, portanto, é um ato de coragem e amor próprio. O diagnóstico precoce permite tratamentos menos invasivos e maiores chances de cura, mostrando que cuidar-se é um sinal de força — e não de fraqueza.

♿ E os homens com deficiência?

Para homens com deficiência física, visual, intelectual ou múltipla, a prevenção também deve ser garantida com acessibilidade e respeito.
Consultas, exames e campanhas precisam ser adaptadas:

  • Ambientes acessíveis, com rampas, sinalização tátil e atendimento humanizado;
  • Profissionais capacitados para acolher diferentes necessidades;
  • Materiais informativos acessíveis, em braile, áudio, Libras e linguagem simples.

O direito à saúde é universal e deve incluir todas as pessoas, independentemente de suas condições físicas ou sensoriais.

💬 Falar sobre sentimentos também é saúde

O Novembro Azul também propõe uma reflexão sobre a saúde emocional masculina.
Depressão, ansiedade e isolamento ainda são realidades pouco debatidas entre os homens.
Criar espaços de diálogo, grupos de apoio e campanhas inclusivas ajuda a romper o estigma de que “homem não chora” e incentiva o autocuidado integral — corpo, mente e espírito.

🌎 Cuidar de si é cuidar do mundo

A saúde é um bem coletivo. Quando um homem se cuida, ele inspira outros — filhos, amigos, colegas de trabalho — a fazerem o mesmo.
E, no universo das pessoas com deficiência, esse cuidado é também um ato de resistência e valorização da vida, mostrando que a inclusão começa dentro de cada um de nós.


💡 Dica do Cantinho:

Agende seus exames, converse com seu médico e compartilhe informações com quem você ama.
A prevenção é o primeiro passo para uma vida longa, ativa e com qualidade!


Texto e imagem produzidos com inteligência artificial.

Autor responsável: José Eduardo Thomé de Saboya Oliveira.

segunda-feira, 15 de setembro de 2025

15 de Setembro - Dia Mundial de Conscientização sobre Linfomas

O Dia Mundial de Conscientização sobre Linfomas é celebrado em 15 de setembro. A data foi criada com o objetivo de informar a população sobre esse tipo de câncer que atinge o sistema linfático, responsável pela defesa do organismo, e também de estimular o diagnóstico precoce e o acesso ao tratamento adequado.

O que são linfomas

  • Definição: São cânceres que se originam nos linfócitos (células de defesa do corpo).

  • Tipos principais:

    • Linfoma de Hodgkin (LH)

    • Linfoma não Hodgkin (LNH) – mais frequente e que reúne diversos subtipos.

Sintomas comuns

Muitas vezes confundidos com problemas simples, o que atrasa o diagnóstico:

  • Ínguas persistentes (aumento dos linfonodos)

  • Febre sem causa aparente

  • Suores noturnos excessivos

  • Perda de peso inexplicada

  • Fadiga intensa

  • Coceira generalizada

Importância da conscientização

  • Diagnóstico precoce aumenta muito as chances de cura.

  • Informação acessível ajuda pessoas a reconhecerem sintomas e buscarem auxílio médico.

  • Combate ao estigma: falar sobre câncer ainda é difícil para muitos, mas o diálogo ajuda no enfrentamento.

  • Apoio ao paciente: a data também valoriza a necessidade de suporte emocional, social e familiar durante o tratamento.

Como a sociedade pode participar

  • Compartilhar informações em redes sociais.

  • Participar de campanhas educativas em escolas, empresas e comunidades.

  • Incentivar a doação de sangue e de medula óssea, que muitas vezes é necessária no tratamento.

👉 Em resumo, o Dia Mundial de Conscientização sobre Linfomas é um convite para que todos se informem, fiquem atentos aos sinais e apoiem a causa, promovendo esperança, diagnóstico precoce e mais qualidade de vida para os pacientes.

Texto e imagem produzidos com inteligência artificial.
Autor responsável: José Eduardo Thomé de Saboya Oliveira.

quarta-feira, 10 de julho de 2019

Tenho algo a dizer sobre a sua PRÓSTATA



quarta-feira, 23 de janeiro de 2019

PLC DOS 30 DIAS: O DIAGNÓSTICO DE CÂNCER NÃO PODE ESPERAR


Angústia, medo e insegurança. Esses são os sentimentos que fazem parte da vida de quem aguarda um possível diagnóstico de câncer, uma situação recorrente na rede pública de saúde. Muitas vezes, pacientes esperam meses por uma consulta e para a realização de exames que possam confirmar a suspeita da doença. Uma situação que tem um alto custo emocional e financeiro e que poderia ser evitada.

A demora na obtenção de um diagnóstico deixa as pacientes e seus familiares em um estado de angústia permanente, pois sem um resultado definitivo, as incertezas são muitas. Junto a isso há um sentimento de que está se perdendo tempo para o início do tratamento e, consequentemente, para a cura. Esperar é a única opção que resta para as pacientes que não tem como recorrer a serviços particulares de saúde, mas essa espera pode resultar no avanço da doença.

O câncer de mama, por exemplo, quando descoberto em seu estágio inicial apresenta 95% de chance de cura, permitindo à paciente ter uma melhor qualidade de vida e um tratamento mais eficiente, com menor necessidade de recursos, procedimentos e número de horas de atendimento nos serviços de saúde. A demora no acesso ao diagnóstico e tratamento faz com que, segundo a Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM), a mulher passe por uma mastectomia (remoção total da mama) em 70% dos casos de câncer de mama diagnosticados no país. Ainda, dados da Fundação Oncocentro de São Paulo apontam que a taxa de sobrevivência cinco anos após o diagnóstico aumenta de 30% quando a doença é diagnosticada no estágio IV, para 82% quando é diagnosticada no estágio II.

Financeiramente a espera também é prejudicial para governos e sociedade. O diagnóstico tardio do câncer e sua consequente redução nas taxas de cura tem impacto na perda de produtividade dos países, devido a mortes prematuras e evitáveis e ao afastamento do trabalho, tanto de pacientes, quanto de seus familiares que fazem o papel de cuidadores. Além disso, o câncer diagnosticado em estágios mais avançados exige tratamentos mais caros e invasivos. O custo do tratamento de uma paciente com câncer de mama diagnosticado no estágio III pode chegar a quase o dobro do valor em relação ao tratamento necessário para o estágio I, de acordo com estudo do Observatório do Câncer.

É por isso que a FEMAMA, na campanha do Dia Mundial do Câncer de 2019, propõe um olhar atento sobre a necessidade de diagnóstico ágil do câncer no Brasil. A aprovação de um projeto de lei que a FEMAMA acompanha e apoia desde 2013 pode ser um importante passo para que milhares de brasileiros tenham maiores chances de cura.

O PLC 143/2018, conhecido como PLC dos 30 dias, pede que, mediante suspeita de câncer, a confirmação diagnóstica ocorra na rede pública de saúde em no máximo um mês, para dar chance aos pacientes iniciarem o tratamento mais rapidamente. O PL já foi aprovado por unanimidade em votação simbólica no plenário da Câmara dos Deputados e agora aguarda apreciação no Senado.

A proposta, se aprovada, adicionará um parágrafo na Lei nº 12.732, de 2012, conhecida como Lei dos 60 Dias, que determina que o tratamento oncológico deve iniciar em até 60 dias a partir da confirmação do diagnóstico do câncer registrado em exame anatomopatológico Como a confirmação do câncer não tem hoje um prazo estabelecido, a efetividade da Lei dos 60 Dias pode ser reduzida pela demora nessa etapa. Caso o PLC 143/2018 seja aprovado, a legislação passaria a definir também um prazo de 30 dias para a fase de investigação da doença, totalizando o máximo de 90 dias entre a identificação dos primeiros sintomas do câncer e o início do tratamento.

O PL dos 30 Dias ingressou no Senado Federal em dezembro de 2018 e será recebido pela nova composição de senadores que toma posse no dia 2 de fevereiro de 2019. A FEMAMA propõe que esse projeto receba a atenção e o interesse que merece, e avance para que milhares de brasileiros tenham mais condições de superar o câncer.

Fonte: FEMAMA

terça-feira, 22 de janeiro de 2019

Homem com câncer corre quase 80 km e completa desafio na Disney



Para completar o "Dopey Challenge", é necessário participar (e finalizar) as corridas de 5 quilômetros, 10 quilômetros, meia-maratona e maratona

Por Tatiane Rosset
22 jan 2019, 18h09
Publicado em 22 jan 2019, 18h07

(Reprodução/YouTube/Veja SP)
Você já pensou em participar das corridas temáticas do Walt Disney World Resort? Se a resposta é sim, então provavelmente conhece o Desafio do Dunga (“Dopey Challenge”, em inglês). Para completá-lo, é necessário participar (e finalizar) as corridas de 5 quilômetros, 10 quilômetros, meia-maratona e maratona — ou seja, é preciso correr quase 80 quilômetros num único fim de semana. É o que Ron Wertley, um paciente lutando contra o câncer, conquistou recentemente.


O homem, natural de Tampa, na Flórida, e fazendo sessões de quimioterapia, sofre com leucemia linfoide aguda, uma doença que afeta não só o sangue, como também a medula óssea. Médicos disseram que Ron tinha 40% de chances de sobreviver após completar o Desafio do Dunga. Determinado, ele decidiu continuar treinando enquanto ainda passava por sessões de quimioterapia.

Ron correu suas primeiras maratonas do Walt Disney World Resort em 2010, quando sua mãe foi diagnosticada com um linfoma — o homem não sabia que, oito anos depois, estaria lutando contra uma doença parecida. Ele faz parte da equipe “The Leukemia & Lymphoma Society’s Team In Training” desde 2014, e já arrecadou mais de 22 000 dólares para ajudar em pesquisas sobre a enfermidade, além de apoio e educação para pacientes. Este já o sexto desafio completado pelo fã da Disney.

Após um ano de quimioterapia agressiva, o câncer de Ron Wertley entrou em remissão — mas a doença retornou em dezembro de 2018. O homem retornou ao hospital por 30 dias para novas sessões agressivas do tratamento, lutando novamente contra a leucemia. Mesmo assim, ele não desistiu de sua rotina de treinos para completar as maratonas. “Eu vou estar de volta no ano que vem!”, garantiu.

Assista!






quinta-feira, 18 de outubro de 2018

Menino de 13 anos cria tratamento para câncer de pâncreas: I.A.



Rishab Jain - Foto: CBS Interactive Inc
Um menino de 13 anos de Oregon, criou um tratamento de Inteligência Artificial – A.I. – para o câncer de pâncreas e venceu o Desafio Jovem Cientista, uma premiação dos EUA para estudantes do ensino médio.

Rishab Jain criou um algoritmo para localizar e rastrear o pâncreas em tempo real e assim, melhorar o tratamento da doença.

O algoritmo de Rishab melhora a precisão e aumenta o impacto do tratamento com radiação, de acordo com os organizadores da competição.

Rishab Jain - Foto: CBS Interactive Inc
Um menino de 13 anos de Oregon, criou um tratamento de Inteligência Artificial – A.I. – para o câncer de pâncreas e venceu o Desafio Jovem Cientista, uma premiação dos EUA para estudantes do ensino médio.

Rishab Jain criou um algoritmo para localizar e rastrear o pâncreas em tempo real e assim, melhorar o tratamento da doença.

O algoritmo de Rishab melhora a precisão e aumenta o impacto do tratamento com radiação, de acordo com os organizadores da competição.


Um dos principais desafios no tratamento com radiação é localizar o próprio pâncreas, que é muitas vezes obscurecido pelo estômago ou outros órgãos, resultando em células saudáveis atingidas.

O estudante da sétima série disse que começou o projeto no ano passado, quando descobriu que o câncer de pâncreas, a terceira principal causa de mortes por câncer, é devastador e cresce rapidamente.

“Ao mesmo tempo, eu também estava fazendo programação de inteligência artificial, então me perguntei se poderia combinar meu conhecimento em ambas as áreas”, disse Jain.

Ele foi um dos 10 finalistas. Disputou o primeiro lugar e um prêmio de $ 25.000.

Jain derrotou um aluno da oitava série do Sugar Land, Texas, que projetou um sistema de descarga de banheiro que usa água fresca e reciclada para conservar o consumo de água. Também ganhou de um menino da Califórnia que inventou um aplicativo que melhora a precisão de um arqueiro.

Os nove finalistas receberam US $ 1.000 cada e prêmios da Discovery Education e da 3M, patrocinadores do concurso.

A competição anual recompensa o pensamento científico e a imaginação na criação de soluções para problemas cotidianos que podem remodelar vidas.

O concurso envolve alunos da quinta à oitava série.

As crianças são acompanhadas por mentores que ajudam a transformar suas fantasias científicas em idéias práticas.

Com informações do InsideEditon / MNS

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sexta-feira, 14 de setembro de 2018

Cientistas descobrem composto que imobiliza célula do câncer e impede metástase

Cientistas descobrem composto que imobiliza célula do câncer e impede metástase

Fonte: G1


Estudo testou nova estratégia contra o espalhamento de tumores pelo organismo; em vez de matar a célula, pesquisadores primeiro impediram que elas se movimentassem.


O cientista Raymond Bergan e equipe em laboratório no Instituto OHSU Knight Cancer, no estado de Óregon (EUA) — Foto: Kristyna Wentz-Graff/OHSU Uma nova pesquisa publicada na revista "Nature Communications" nesta sexta-feira (22) abre novos caminhos para impedir que o câncer se espalhe para outras áreas do organismo. Em estratégia inédita, cientistas "congelaram" a célula cancerígena para que ela não se movimentasse.

Trata-se de uma mudança de perspectiva na luta contra o câncer, dizem os cientistas. Isso porque atualmente os esforços têm se concentrado mais em matar o tumor na maior parte das pesquisas em oncologia.

Os testes foram feitos com a molécula KBU2046, composto que inibiu o movimento de células do câncer em quatro diferentes tipos de células do câncer humanas: câncer de mama, próstata, colorretal e pulmão.

"O movimento é a chave. Se as células cancerígenas se espalharem por todo o seu corpo, elas vão tirar sua vida. Podemos tratar, mas esse movimento vai tirar sua vida", diz em nota Raymond Bergan, professor de oncologia médica no Instituto OHSU Knight Cancer (EUA).

"Estamos estudando uma maneira completamente diferente de tratar o câncer", conclui Bergan.

Terapia tem o objetivo de imobilizar a célula para que ela seja incapaz de atingir outros órgãos no organismo — Foto: Pixabay/Creative Commons/Qimono

Substância bloqueia proteína associada ao movimento

Bergan cita ainda que o laboratório de Karl Scheidt, professor de química e farmacologia da Universidade de Northwestern, foi o responsável por pensar em novos compostos que pudessem impedir a motilidade de tumores. O desafio era encontrar substâncias com poucos efeitos colaterais.

"Começamos com uma substância química que impedia as células de se moverem. Depois, sintetizamos o composto várias vezes para que ele fizesse um trabalho perfeito de parar as células sem efeitos colaterais", diz Karl Scheidt, em nota.
Scheidt explica que o KBU2046 se liga a proteínas das células de forma específica para somente impedir o movimento. Não há outra ação sobre as estruturas celulares, o que diminui os efeitos colaterais e a toxicidade. "Levamos anos para descobrir", comemora, em nota.

Pesquisadores almejam que a droga possa ser administrada em cânceres iniciais para diminuir ao máximo que o tumor se espalhe para o resto do corpo e o paciente tenha um tumor intratável no futuro.

Cientistas estimam que serão necessários dois anos e US$ 5 milhões para que os primeiros testes sejam realizados em seres humanos.

terça-feira, 24 de julho de 2018

O Site do Câncer de Mama Precisa de Nós!

O Instituto do Câncer de Mama está com uma importante campanha.
Vamos salvar o Site do Câncer de Mama?
Não custa nada!
O Site do Câncer de Mama não tem obtido o número de acessos e cliques necessários para alcançar a cota exigida pelos patrocinadores oferecerem mamografias gratuitas em troca de publicidade.
Basta ir ao site e clicar no ícone cor-de-rosa que diz 'Campanha da Mamografia Digital Gratuita'. Repassem este post a pelo menos 10 amigos para que eles repassem a mais 10 ou mais amigos!
Este gesto fará uma enorme diferença.

quarta-feira, 4 de julho de 2018

Funcionários Públicos que trabalham ao sol poderão ter ajuda na prevenção ao câncer de pele.

Confira o Tweet de @camarasaopaulo: https://twitter.com/camarasaopaulo/status/1014542117086158848?s=09

terça-feira, 26 de junho de 2018

12 Sintomas do Câncer de Mama


quarta-feira, 9 de março de 2016

Câmara aprova projeto que libera uso e fabricação da 'pílula do câncer'

Desenvolvida pela USP, a fosfoetanolamina sintética ainda está em teste.
Proposta agora segue para o Senado antes de ir à sanção presidencial.

Do G1, em Brasília

A Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (8) projeto que permite a fabricação, distribuição e o uso da fosfoetanolamina sintética, conhecida como “pílula do câncer”. O texto segue agora para análise do Senado antes de ir à sanção presidencial.

Desenvolvida pela Universidade de São Paulo (USP) para o tratamento de tumor maligno, a substância é alardeada como cura para diferentes tipos de câncer, mas não passou por esses testes em humanos e não tem eficácia comprovada, por isso não é considerada um remédio. Ela não tem registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e seus efeitos nos pacientes ainda são desconhecidos.

A "pílula do câncer" foi distribuída durante anos pela USP de São Carlos. Desde novembro, a distribuição está suspensa por decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo. Atualmente, a substância é estudada pelo Instituto do Câncer de São Paulo, que iniciará testes em seres humanos.

Pelo projeto de lei aprovado pela Câmara, pacientes com tumor maligno poderão usar a “pílula do câncer”, desde que exista laudo médico que comprove a doença. O paciente ou seu representante legal terá ainda que assinar um termo de consentimento ou responsabilidade.

A proposta vai além e também permite a fabricação da fosfoetanolamina sintética mesmo sem registro sanitário.

“Ficam permitidas a produção e manufatura, importação, distribuição e prescrição, dispensação, posse ou uso da fosfoetanolamina sintética, direcionadas aos usos de que trata esta lei, independentemente de registro sanitário, em caráter excepcional, enquanto estiverem em curso estudos clínicos acerca dessa substância”, diz o texto.

O projeto ressalva, porém, que a produção da “pílula do câncer” só pode ser feita por “agentes regularmente autorizados e licenciados pela autoridade sanitária competente”.

"A burocracia estatal demoraria demais para autorizar o medicamento, e o câncer não espera. O que estamos fazendo aqui é liberando, dando a possibilidade, o direito de tomar a pílula e a possibilidade para aqueles que querem fabricar a pílula", disse o relator da proposta, deputado Marcelo Aro (PHS-MG).

Embora defenda a liberação da substância, o deputado Arlindo Chinaglia (PT-SP) ponderou que ela não tem eficácia garantida e destacou que, se os testes apontarem que a pílula pode oferecer riscos, a autorização para o uso terá que ser derrubada.

"Sabemos que há relatos de melhorias ou bem-estar. Há relatos também de gente que usou e não melhorou. Temos que ser francos para não oferecer uma esperança que pode não se confirmar amanhã", disse o deputado do PT.

Como surgiu a pílula

A fosfoetanolamina sintética começou a ser estudada no Instituto de Química da USP em São Carlos, pelo pesquisador Gilberto Chierice, hoje aposentado. Apesar de não ter sido testada cientificamente em seres humanos, as cápsulas foram entregues de graça a pacientes com câncer por mais de 20 anos.

Em junho do ano passado, a USP interrompeu a distribuição e os pacientes começaram a recorrer da decisão na Justiça. Em outubro deste ano, a briga foi parar no Supremo Tribunal Federal (STF), que autorizou a produção e distribuição do produto.

Mas, desde novembro, por causa de uma nova decisão judicial, a distribuição da substância está proibida. A polícia chegou a fechar um laboratório em Conchal (SP), que estava produzindo ilegalmente a substância.

Um levantamento do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) diz que 5 mil pessoas no estado estão sem receber a fosfoetanolamina sintética. Segundo o pesquisador que desenvolveu a droga, a substância ajuda a célula cancerosa a ficar mais visível ao sistema imunológico. Com isso, o organismo combate com mais facilidade essas células.

A Anvisa diz que é preciso comprovar a eficácia e a segurança do produto, e que os prazos dos estudos devem ser respeitados. Agora, o Instituto do Câncer de São Paulo vai começar os testes em pacientes. A produção da substância será feita pela Fundação para o Remédio Popular (Furp). O investimento total para os testes deve ser de aproximadamente R$ 2 milhões.

No inicio, 10 pessoas vão receber a substância. Se nenhum paciente tiver efeitos colaterais graves, o estudo continua. Serão separados 10 grupos de cada tipo de câncer, com 21 pacientes cada. Se pelo menos dois pacientes responderem bem, a pesquisa será ampliada. Progressivamente, a inclusão de novos pacientes continuará até atingir o máximo de 1 mil pessoas.

A estratégia, segundo a equipe, permitirá melhor compreensão da droga. O oncologista e diretor-geral do Icesp, Paulo Hoff, disse que a prioridade é a segurança dos pacientes. Por isso, nesse primeiro momento, a pesquisa vai avaliar se a droga é segura e se há evidência contra o câncer.

Fonte: G1

terça-feira, 26 de janeiro de 2016

Auxílio-doença para cuidar de parentes próximos aguarda decisão do Congresso



A lei já garante aos trabalhadores segurados do INSS o direito de se licenciar pelo tempo necessário para cuidar da própria saúde, conforme recomendação médica. Os primeiros 15 dias de afastamento (contados dentro de um período de 60 dias) ficam a cargo da empresa. Caso a licença seja mais longa do que isso, cabe à Previdência pagar o auxílio-doença, cujo valor varia conforme diversos critérios. Clique aqui para saber tudo sobre o auxílio-doença.

Mas e quando a pessoa que precisa cuidar da saúde não é o próprio trabalhador, mas um parente dele? Nesse caso a lei ainda não garante o direito ao afastamento, mas isso pode mudar. O Senado Federal aprovou, em 2015, o Projeto de Lei do Senado (PLS) 286/14, que cria um novo tipo de benefício da Previdência Social, o auxílio doença parental. Para virar lei, o projeto agora só depende da aprovação da Câmara dos Deputados.

De acordo com o projeto, será concedido auxílio-doença ao segurado por motivo de doença do cônjuge, dos pais, dos filhos, do padrasto, madrasta, enteado, ou dependente que viva a suas expensas e conste da sua declaração de rendimentos. O auxílio se dará mediante comprovação por perícia médica, até o limite máximo de doze meses.

A autora do projeto, senadora Ana Amélia (PP-RS), afirmou, na justificativa da proposta, que a matéria busca dar tratamento isonômico aos segurados do Regime Geral de Previdência Social (RGPS) em relação aos segurados dos Regimes Próprios de Previdência Social (RPPS). Segundo ela, a regra em vigor no RGPS prevê o benefício somente àquele que sofreu uma lesão incapacitante ou que tem um problema psiquiátrico.

Ana Amélia ainda explicou que o pagamento do benefício nos moldes defendidos seria uma forma de economia aos cofres públicos, já que a presença do ente familiar pode auxiliar em diversos tratamentos e diminuir o tempo de internação do paciente.

Na Câmara, o projeto tramita como PL 1876/2015.

Fonte: Senado Federal

sexta-feira, 27 de novembro de 2015

DIA 23 DE NOVEMBRO - DIA DE COMBATE AO CÂNCER INFANTIL


Entre os principais objetivos dessa data,estão o estímulo a ações educativas e preventivas associadas à doença; promoção de debates e outros eventos sobre as políticas públicas e promoção de apoio para as crianças e seus familiares.
É importante estar atento ao aparecimento de sintomas que podem ser sinais da doença. Quanto mais cedo for procurado um tratamento médico, maiores serão as chances de cura.

Procure um especialista caso seu filho apresente:


  • perda de peso;


  • manchas roxas e sangramento pelo corpo, sem machucados;


  • vômitos acompanhados de dor de cabeça;


  • diminuição da visão;


  • perda de equilíbrio;

  • caroço em qualquer parte do corpo, principalmente na barriga.




    quinta-feira, 7 de maio de 2015

    Como a IBM quer usar um supercomputador para combater o câncer


    Por Redação Olhar Digital - em 06/05/2015 às 19h05


    A IBM tem em suas mãos o supercomputador Watson, que a empresa promete ser capaz de fazer praticamente tudo (ele já foi usado até para cozinhar). A nova proposta parece ser efetivamente útil: usar sua capacidade enorme de processamento para ajudar a combater o câncer.

    A empresa está abrindo a possibilidade de que institutos do combate ao câncer nos Estados Unidos possam sequenciar o genoma de tumores malignos aproveitando a capacidade do Watson. Assim, também seria possível acessar as informações médicas mais relevantes para indicar um tratamento adequado.

    Na fase inicial do programa, o Watson será usado para analisar os dados genômicos de pacientes que estão lutando contra vários tipos de câncer: linfoma, melanoma, e câncer pancreático, ovariano, cerebral, pulmonar, de mama e colorretal. Caso os tratamentos mais comuns (cirurgia, quimioterapia e radioterapia) tenham falhado com estas pessoas, elas terão a possibilidade de tratamentos de isolamento que miram especificamente as mutações que causam o câncer.

    A IBM tem a colaboração de grandes institutos americanos, graças aos quais será possível para médicos utilizar o Watson para auxiliar no tratamento de pacientes ainda neste ano.

    Os médicos dizem que a vantagem de um supercomputador é poder reduzir o tempo de processamento do código genético significativamente. A IBM diz que o genoma de uma pessoa equivale a 1,5 bilhões de caracteres de texto, o que também se assemelha a 10.714.286 tuítes. E, quando se fala de câncer, tempo faz toda a diferença.

    “Quando lidamos com câncer, é sempre uma corrida”, afirma Lukas Wartman, diretor assistente de genômica do câncer no McDonnell Genome Instituto, da Universidade de Washington em St. Louis. “Infelizmente, traduzir resultados sequenciamento genômico do câncer em potenciais opções de tratamento leva semanas com uma equipe de especialistas para analisar apenas o caso de um paciente para guiar decisões de tratamento, e o Watson pode reduzir esse tempo dramaticamente”, explica ele no World of Watson, evento realizado pela IBM para discutir o potencial de seu supercomputador.

    A IBM não espera, no entanto, que o computador se torne o médico, roubando o trabalho dos profissionais do ramo. A intenção é que ele opere como um colega capaz de sugerir tratamento adequado para os diversos tipos de câncer. Fica a critério do médico decidir se a sugestão é adequada.

    A tendência é que o Watson melhore seu trabalho de diagnóstico ao longo do tempo, já que ele foi programado para aprender e melhorar conforme o volume de dados inseridos nele aumenta. Assim, ao longo do tempo, quanto mais instituições o utilizarem, mais preciso ele tende a ser.

    Há desafios para chegar lá, no entanto. Processar dados não estruturados, como imagens de tumores e notas de oncologistas é mais complexo do que dados estruturados. Os médicos não devem precisar ser programadores para conseguir extrair as informações necessárias, algo que a IBM também já pensa. Também há o aspecto humano: é necessário que os pacientes deem o aval para iniciar o tratamento sugerido pelo computador. (Via Washington Post.)





    terça-feira, 8 de outubro de 2013

    12 Sintomas do Câncer de Mama


    sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

    Sancionada lei para SUS atender paciente com câncer em até 60 dias


    O texto publicado nesta sexta-feira (23) entra em vigor em 180 dias.
    Se caso for grave, prazo pode ser menor. Lei prevê acesso a medicamentos.
     
    A presidente Dilma Rousseff sancionou nesta sexta-feira (23) lei que estabelece um prazo de até 60 dias para que pacientes com câncer recebam o primeiro tratamento no Sistema Único de Saúde (SUS). O texto foi publicado na edição desta sexta do "Diário Oficial da União".
    Se o caso for grave, o prazo pode ser menor, destaca o texto. Esse intervalo de dois meses é contado a partir da confirmação do diagnóstico, e o tratamento pode ser cirurgia, quimioterapia ou radioterapia. A lei também prevê acesso "gratuito e privilegiado" a analgésicos derivados do ópio (como morfina) a pacientes que sofram com dores intensas.
    Os estados que possuem grandes espaços territoriais sem serviços especializados em oncologia deverão produzir planos regionais para atender à demanda dentro do prazo estabelecido. A lei entra em vigor em 180 dias contados a partir desta sexta-feira (23), data da publicação.
    A proposta inicial, feita em 1997 pelo ex-senador Osmar Dias, falava apenas sobre tratamento com remédios contra a dor. Na Câmara, o projeto foi ampliado para essa nova versão.
    Segundo a relatora do substitutivo, a senadora Ana Amélia (PP-RS), a demora em começar um tratamento contra o câncer é o principal problema dessa terapêutica no Brasil. Na opinião dela, a aprovação do projeto trará grandes benefícios para as mulheres com câncer de mama.
    Ana Amélia disse, ainda, que não se deve esperar que a aprovação da lei "resulte na extinção das mortes por câncer no Brasil", mas que o Estado fará sua parte para combater a doença.
    Segundo um levantamento publicado pelo Tribunal de Contas da União em outubro de 2011, o tempo médio que o SUS leva para iniciar um tratamento de quimioterapia é de 76,3 dias após o diagnóstico. Na radioterapia, o tempo aumenta para 113,4 dias.

    Dentro da recomendação médica

    Para o oncologista clínico Aldo Lourenço Dettino, do Hospital do Câncer A.C. Camargo, em São Paulo, o período de dois meses entre o diagnóstico e o início do tratamento é adequado. Segundo ele, a recomendação da Organização Mundial da Saúde é de entre seis e oito semanas -- ou seja, a nova lei está de acordo.
    O atraso para começar o tratamento pode dar tempo para que o câncer avance, por isso é importante começar rápido. "No mínimo, quanto antes começar, menor a ansiedade", apontou o especialista.
    No entanto, ele ressaltou que o prazo de mais de um mês é necessário para que os médicos escolham o melhor tipo de tratamento para cada caso específico. A decisão entre, por exemplo, uma cirurgia ou a quimioterapia, depende de exames que demoram para ficar prontos.
    "Sem ter todos os dados, você pode não julgar idealmente o risco clínico e o risco oncológico", ponderou Dettino.