Mostrando postagens com marcador trabalho. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador trabalho. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 14 de janeiro de 2026

Direito ao Trabalho Remoto para Pessoas com Deficiência (PCDs) — Projeto de Lei 331/2025

No Brasil, está em andamento um Projeto de Lei (PL 331/2025) que propõe garantir prioridade às pessoas com deficiência para exercerem suas atividades profissionais em regime de teletrabalho ou home office, sempre que a função permitir e desde que seja uma escolha da própria pessoa. �
Senado Federal · 1
Esse projeto altera o Estatuto da Pessoa com Deficiência (Lei nº 13.146/2015) para incluir esse direito no rol de garantias legais, sem prejudicar outros direitos já existentes. �
Senado Federal
O texto já foi aprovado pela Comissão de Assuntos Sociais (CAS) do Senado Federal e agora segue para análise pelo Plenário e pela Câmara dos Deputados antes de poder ser sancionado e virar lei. �
Senado Federal
📌 Principais pontos da proposta:
A pessoa com deficiência terá prioridade para trabalhar remotamente, quando as atividades forem compatíveis com o formato remoto e for sua vontade. �
Senado Federal
A escolha pelo trabalho em casa não pode implicar perda de direitos, como remuneração ou benefícios. �
Senado Federal
A proposta também prevê que a pessoa possa retornar ao trabalho presencial quando desejar. �
Senado Federal
Relação com a fadiga de acesso
O conceito de fadiga de acesso refere-se ao cansaço físico, mental e emocional causado por dificuldades repetidas de acessar serviços, ambientes e direitos — por exemplo, enfrentar transporte público inadequado, barreiras arquitetônicas ou obstáculos no deslocamento diário.
O PL 331/2025 não menciona a expressão “fadiga de acesso” diretamente, mas a prioridade ao trabalho remoto reconhece justamente que muitas dificuldades no acesso físico ao trabalho são barreiras reais para as pessoas com deficiência, e que permitir o teletrabalho pode reduzir significativamente essas dificuldades, melhorando a qualidade de vida, diminuindo o desgaste diário e ampliando a inclusão no mercado de trabalho. �
Senado Federal
Referências
🔗 Projeto de Lei nº 331/2025 — Senado Federal (trâmite e ementa oficial) �
🔗 Projeto assegura trabalho remoto para pessoas com deficiência — Agência Senado �
🔗 CAS aprova prioridade a pessoas com deficiência nas seleções para teletrabalho — Agência Senado �
🔗 Prioridade e garantias do trabalho remoto para PCDs em debate �

Texto e imagem produzidos com inteligência artificial.
Autor responsável: José Eduardo Thomé de Saboya Oliveira.

quarta-feira, 29 de outubro de 2025

Competência Não É Capacitismo: Entenda a Diferença

Em tempos em que se fala tanto sobre inclusão e respeito, ainda surgem dúvidas sobre o que é ou não é capacitismo. Uma das mais comuns é esta: “Será que dizer que uma pessoa precisa ter competência mínima para exercer seu trabalho é ser capacitista?”

A resposta é simples: não. Mas vale entender o porquê.


💡 O que é capacitismo

O capacitismo é o preconceito contra pessoas com deficiência.
Ele se manifesta quando alguém acredita que uma pessoa é menos capaz só porque tem uma deficiência física, sensorial ou intelectual.
É o olhar que limita, que julga, que coloca o foco na deficiência em vez de enxergar o ser humano e suas potencialidades.

Um exemplo clássico de capacitismo é quando alguém diz:

“Ah, eu nem contrataria uma pessoa com deficiência, deve dar muito trabalho.”

Ou quando alguém elogia de forma distorcida:

“Nossa, parabéns, mesmo com essa deficiência você trabalha!”

Ambas as frases carregam o mesmo problema: a descrença na igualdade de capacidade e valor.


⚖️ E o que é exigir competência

Ter competência significa estar preparado — técnica, emocional e eticamente — para realizar bem uma função.
Toda pessoa, com ou sem deficiência, deve buscar isso.

Dizer que alguém precisa ter um mínimo de competência não é discriminação; é uma exigência justa, que garante qualidade no serviço e respeito a quem depende dele.

Veja a diferença:

  • ❌ Capacitismo: “Acho que essa pessoa não dá conta, porque é cega.”
  • ✅ Crítica justa: “Essa pessoa precisa ser treinada melhor para usar o sistema de suporte, independentemente de ser cega ou não.”

🧩 Exemplos práticos

1. No ambiente de trabalho
Uma pessoa com deficiência visual pode atuar perfeitamente no suporte técnico — desde que o sistema seja acessível e ela tenha treinamento.
Criticar a falta de preparo técnico é válido; questionar sua capacidade só por ser deficiente é capacitismo.

2. Na sala de aula
Um professor pode cobrar o aprendizado de um aluno com deficiência, desde que ofereça os recursos de acessibilidade necessários.
Não é capacitismo avaliar o desempenho; é capacitismo negar a oportunidade de aprender.

3. Na área da saúde
Esperar que um profissional, com ou sem deficiência, saiba aplicar corretamente um procedimento é justo.
Mas presumir que um médico surdo não pode exercer a profissão é um preconceito grave.


🌱 O olhar que transforma

Combater o capacitismo não significa abrir mão da responsabilidade ou da exigência por qualidade.
Significa olhar cada pessoa como sujeito de direitos, com potencial de aprender, adaptar-se e desempenhar bem o que faz — desde que lhe sejam dadas as condições adequadas.

Incluir não é “passar a mão na cabeça”.
É acreditar, preparar e respeitar.


✨ Conclusão

Exigir competência é sinal de respeito.
Desacreditar alguém por ter uma deficiência é preconceito.
O equilíbrio está em enxergar a pessoa antes da limitação — e lembrar que todos nós temos pontos fortes e desafios a superar.


Texto e imagem produzidos com inteligência artificial. Autor responsável: José Eduardo Thomé de Saboya Oliveira.

quinta-feira, 11 de setembro de 2025

👉 SENAI abre inscrições para capacitação e vagas de trabalho voltadas a Pessoas com Deficiência

O INSTITUTO SENAI DE TECNOLOGIA ASSISTIVA está abrindo portas para OPORTUNIDADES DE TRABALHO e CAPACITAÇÃO PROFISSIONAL especialmente para Pessoas com Deficiência.

Esta é uma chance imperdível de investir no seu futuro, adquirir novas habilidades e conquistar um espaço no mercado de trabalho. O SENAI é reconhecido pela excelência em educação profissional, e esta iniciativa reforça seu compromisso com a inclusão!

Quem pode participar?

As oportunidades são destinadas a maiores de 18 anos e abrangem um amplo espectro de deficiências, garantindo que muitos de vocês possam se beneficiar. São elas:

• Física

• Auditiva

• Visual

• Intelectual

• Transtorno do Espectro Autista

• Psicossocial

• E também Reabilitados e Reabilitandos do INSS


Como se cadastrar e quais documentos levar?

Fiquem atentos às datas e horários para não perder essa chance! Os CADASTROS acontecerão nos dias 01, 02 e 03 de outubro de 2025.

Local: Escola SENAI – Tatuapé/SP, Rua Teixeira de Melo, 106 – Tatuapé-SP.

Horários:

• Dia 01/10: das 09h às 16h

• Dia 02/10: das 09h às 16h

• Dia 03/10: das 09h às 15h

Para realizar o cadastro, é essencial levar os seguintes documentos:

• CPF

• RG

• Laudo médico

Tire suas dúvidas!


Se tiverem alguma dúvida ou precisarem de mais informações, podem entrar em contato via WhatsApp pelo número: (11) 99298-7778.

Não deixem essa oportunidade passar! Compartilhem esta notícia com amigos e familiares que possam se beneficiar. Juntos, podemos construir um futuro com mais inclusão e oportunidades para todos!

Importante!

Por esta capacitação a pessoa com deficiência já recebe salário.  O BPC não é cancelado antes do tempo de experiência.

Texto e imagem produzidos com inteligência artificial.
Autor responsável: José Eduardo Thomé de Saboya Oliveira.
Colaboração: Sandra Ramalhoso.

domingo, 31 de agosto de 2025

Teletrabalho como caminho para inclusão: nova proposta é esperança para PCDs

Brasília, 31 de agosto de 2025 — Um passo importante está sendo dado na Câmara dos Deputados para tornar o mercado de trabalho mais inclusivo para Pessoas com Deficiência (PCDs). O Projeto de Lei nº 340/2025, de autoria da deputada federal Renata Abreu (PODE-SP), foi aprovado recentemente por comissões que tratam dos direitos das PCDs e do trabalho.

A proposta garante à PCD o direito de solicitar o teletrabalho (home office) sempre que essa modalidade for mais adequada às suas condições e compatível com suas funções. A medida propõe ainda que não haja diferença de remuneração ou de tratamento entre trabalho remoto e presencial. Para viabilizar essa nova realidade, o projeto exige que empresas e órgãos públicos forneçam tecnologia assistiva e adaptações necessárias, contando ainda com incentivos fiscais e linhas de crédito para implementar essas melhorias.

O objetivo é promover inclusão real e dignidade para muitos que ainda enfrentam barreiras de mobilidade ou acessibilidade. Além disso, o texto beneficia PCDs e pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA), ampliando o alcance e a efetividade das mudanças propostas.

O projeto agora segue para análise das comissões de Finanças e Tributação e da CCJ — de caráter conclusivo — esperando chegar ao plenário e, quem sabe em breve, virar lei. Se aprovado, será um marco ao garantir o direito ao trabalho de forma adaptada e justa, compreendendo a soma de tecnologia, equidade salarial e autonomia para milhares de trabalhadores.

sexta-feira, 8 de agosto de 2025

Lei da Clarice garante reserva de vagas para pessoas com deficiência em cursos técnicos e universidades estaduais de SP

 No dia 8 de julho de 2025, foi sancionada a Lei nº 18.167, apelidada de “Lei da Clarice” em referência à deputada Clarice Ganem (Podemos), que elaborou o projeto em parceria com a deputada Andréa Werner (PSB).

A nova legislação estabelece a reserva obrigatória de vagas para pessoas com deficiência em cursos técnicos de nível médio e em cursos de graduação nas instituições estaduais de ensino de São Paulo.

📌 O que a lei determina

  • Proporção de vagas: será calculada com base na porcentagem de pessoas com deficiência no estado, segundo o último Censo do IBGE.

  • Abrangência: vale para todas as Escolas Técnicas (Etecs), Faculdades de Tecnologia (Fatecs) e universidades estaduais como USP, Unicamp e Unesp.

  • Prazo de adaptação: as instituições terão até dois anos para implementar integralmente a reserva.

  • Apoio no processo seletivo: o candidato com deficiência poderá solicitar acompanhante especializado durante a prova, se houver necessidade comprovada.

💡 Por que essa lei é importante

Atualmente, pessoas com deficiência representam cerca de 7,9% da população paulista, mas esse índice cai para 3,3% entre adolescentes. No campo educacional, a desigualdade é evidente: a taxa de analfabetismo nessa população é quase quatro vezes maior do que a das pessoas sem deficiência.
Ao garantir o acesso à formação técnica e superior, a Lei da Clarice busca quebrar barreiras históricas, abrir novas oportunidades no mercado de trabalho e promover a inclusão social efetiva.

🎯 Um passo para a inclusão real

A nova lei não se limita a criar cotas — ela reafirma o direito de participação plena das pessoas com deficiência no ensino e reforça a necessidade de suporte adequado, desde o ingresso até a conclusão do curso.
Mais do que cumprir uma norma, essa é uma oportunidade para as instituições se tornarem exemplos de acessibilidade, diversidade e respeito.

Texto e imagem produzidos com inteligência artificial.
Autor responsável: José Eduardo Thomé de Saboya Oliveira.

quarta-feira, 7 de maio de 2025

Trabalhar com saúde: Empresas, agora, têm compromisso com a mente


A partir de 2025, a saúde mental dos trabalhadores se tornará uma prioridade legal para as empresas brasileiras. Com a atualização da Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1), as organizações serão obrigadas a identificar e gerenciar riscos psicossociais no ambiente de trabalho, como estresse, assédio e sobrecarga emocional. Essa mudança visa promover ambientes laborais mais saudáveis e prevenir doenças mentais entre os colaboradores.

Além disso, a Lei nº 14.831/2024 institui o Certificado Empresa Promotora da Saúde Mental, reconhecendo empresas que adotam práticas efetivas de promoção do bem-estar psicológico. Para obter essa certificação, as organizações devem implementar programas de apoio psicológico, campanhas de conscientização, treinamentos específicos e ações de combate à discriminação e ao assédio. O certificado terá validade de dois anos e será concedido por uma comissão nomeada pelo governo federal.

Essas iniciativas refletem a crescente preocupação com a saúde mental no ambiente corporativo. Em 2024, o Brasil registrou o maior número de afastamentos por transtornos mentais em uma década, totalizando 472 mil licenças concedidas. Esse cenário reforça a importância de políticas organizacionais que priorizem o bem-estar emocional dos trabalhadores.

Para as pessoas com deficiência (PCDs), essas mudanças representam um avanço significativo. Ambientes de trabalho mais inclusivos e atentos à saúde mental contribuem para a valorização e o desenvolvimento profissional desse grupo. A implementação de práticas que promovam o bem-estar psicológico beneficia todos os colaboradores, fortalecendo a cultura organizacional e a produtividade.

Em resumo, a partir de 2025, as empresas brasileiras deverão adotar medidas concretas para garantir a saúde mental de seus funcionários, transformando o bem-estar emocional em uma responsabilidade legal e estratégica. Essa transformação é essencial para construir ambientes de trabalho mais saudáveis, inclusivos e produtivos.

(Texto e imagem produzidos com inteligência artificial.

Autor responsável: José Eduardo Thomé de Saboya Oliveira.)