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quinta-feira, 1 de outubro de 2026

🧡 Outubro Laranja: compreender o TDAH também é uma forma de incluir


Outubro é conhecido mundialmente como o mês de conscientização sobre o Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH). No Brasil, a campanha também ganhou a identificação de Outubro Laranja, chamando a atenção para a necessidade de informação, acolhimento e combate ao preconceito.

Em 2026, a campanha internacional traz como tema “A Community of Support” — “Uma comunidade de apoio”. A proposta lembra algo muito importante: ninguém deveria precisar enfrentar sozinho os desafios associados ao TDAH. Família, escola, profissionais de saúde, amigos e ambiente de trabalho podem fazer uma enorme diferença quando existe informação e compreensão.

🧠 Afinal, o que é TDAH?

O TDAH é uma condição do neurodesenvolvimento. Seus sintomas começam na infância e podem continuar durante a adolescência e a vida adulta, embora possam se apresentar de maneiras diferentes ao longo da vida.

Entre as manifestações mais conhecidas estão:

  • dificuldade para manter a atenção;
  • distração frequente;
  • esquecimentos;
  • dificuldade de organização;
  • impulsividade;
  • inquietação ou hiperatividade;
  • dificuldade para administrar tarefas, horários e prazos.

Mas atenção: esquecer um compromisso de vez em quando, ser agitado ou ter dificuldade para se concentrar em uma tarefa não significa, por si só, que a pessoa tenha TDAH.

O diagnóstico deve ser realizado por profissional habilitado, considerando o conjunto dos sintomas, sua frequência, sua persistência e o impacto que provocam na vida da pessoa.

🧡 TDAH não é preguiça nem falta de educação

Talvez uma das maiores contribuições do Outubro Laranja seja justamente combater rótulos.

Uma criança com TDAH pode ouvir repetidamente:

“Você não presta atenção!”

“Pare quieto!”

“Você poderia fazer melhor se se esforçasse.”

Na vida adulta, os julgamentos podem mudar de palavras, mas continuam existindo:

“É desorganizado.”

“Não termina nada.”

“Está sempre atrasado.”

“Não consegue se concentrar.”

Essas frases podem transformar dificuldades reais em julgamentos sobre o caráter da pessoa.

Conscientizar é substituir o rótulo pela pergunta: de que apoio essa pessoa precisa?

👧👦 TDAH não existe apenas na infância

Durante muito tempo, o TDAH foi lembrado principalmente quando se falava de crianças em idade escolar.

Hoje sabemos que seus sintomas podem persistir na idade adulta. Eles podem mudar de aparência: aquela hiperatividade muito visível na infância, por exemplo, pode aparecer no adulto como inquietação, sensação de estar sempre acelerado ou dificuldade para permanecer envolvido em determinadas atividades.

Por isso, conscientização sobre TDAH deve incluir crianças, adolescentes e adultos.

🏫 Inclusão também acontece na escola

Uma criança ou adolescente com TDAH não precisa de menos ensino. Pode precisar de outras estratégias para conseguir demonstrar tudo aquilo que é capaz de aprender.

Orientações claras, divisão de tarefas longas em etapas, organização da rotina, redução de distrações desnecessárias e acompanhamento adequado podem ajudar bastante.

No Brasil, a Lei nº 14.254/2021 determina que o poder público mantenha programa de acompanhamento integral para estudantes com dislexia, TDAH ou outros transtornos de aprendizagem. A legislação prevê identificação precoce, encaminhamento para diagnóstico, apoio educacional e, quando necessário, apoio terapêutico especializado. Também estabelece responsabilidades para as redes pública e privada de educação básica.

Ou seja: não se trata de “facilitar a vida” do estudante.

Trata-se de oferecer condições para que ele aprenda.

💼 E no trabalho?

O adulto com TDAH também pode enfrentar dificuldades para organizar atividades, administrar prazos, priorizar tarefas ou trabalhar em ambientes com muitos estímulos.

Algumas medidas simples de organização podem ajudar bastante: instruções objetivas, definição clara de prioridades, planejamento de etapas, ferramentas de lembrete e ambientes que reduzam distrações quando isso for possível.

Cada pessoa, porém, é diferente. Não existe uma única maneira de ter TDAH.

Por isso, antes de presumir aquilo de que alguém necessita, o melhor caminho continua sendo ouvir a própria pessoa.

💊 Existe tratamento?

Sim.

O TDAH pode ser acompanhado e tratado. A abordagem deve ser individualizada e pode envolver diferentes estratégias e profissionais, de acordo com as necessidades de cada pessoa.

O mais importante é fugir das soluções milagrosas e do autodiagnóstico baseado apenas em vídeos ou listas encontradas nas redes sociais.

Informação na internet pode ser o começo de uma dúvida. Diagnóstico e tratamento pertencem ao acompanhamento profissional.

🤝 Uma comunidade de apoio

O tema escolhido para a conscientização internacional em 2026 resume muito bem aquilo que defendemos aqui no Cantinho dos Amigos Especiais:

uma comunidade de apoio.

Uma comunidade que não pergunta apenas por que aquela criança não consegue ficar quieta, mas tenta compreender o que está acontecendo.

Que não chama alguém de preguiçoso antes de conhecer suas dificuldades.

Que não transforma um diagnóstico em identidade.

Que respeita diferentes maneiras de aprender, trabalhar, organizar-se e participar da sociedade.

E, principalmente, uma comunidade que entende que inclusão não significa tratar todas as pessoas exatamente da mesma maneira.

Significa proporcionar a cada uma delas as condições necessárias para participar.

🧡 Neste Outubro Laranja, espalhe informação

O TDAH é real.

Pode acompanhar a pessoa durante toda a vida.

Pode trazer desafios importantes.

E também não define sozinho quem aquela pessoa é.

Por trás da sigla TDAH existe uma criança, um adolescente ou um adulto com personalidade, sonhos, capacidades, dificuldades e uma história que não cabe em quatro letras.

Neste Outubro Laranja, o convite do Cantinho dos Amigos Especiais é simples:

🧡 menos rótulos;
🧡 mais informação;
🧡 menos julgamento;
🧡 mais acolhimento;
🧡 menos preconceito;
🧡 mais inclusão.

Porque compreender também é incluir.


Fontes consultadas: Ministério da Saúde; Lei Federal nº 14.254/2021; ADHD Awareness Month Coalition; CDC – Centers for Disease Control and Prevention.

Conteúdo informativo. Esta publicação não substitui avaliação, diagnóstico ou orientação de profissionais de saúde.

quinta-feira, 21 de maio de 2026

Esquizofrenia: informação, tratamento e respeito contra o preconceito



No Dia Nacional de Conscientização sobre a Esquizofrenia, é essencial lembrar que a pessoa não se resume ao diagnóstico. Com acompanhamento adequado, apoio familiar, cuidado em saúde mental e inclusão social, é possível viver com mais dignidade e qualidade de vida.

A esquizofrenia ainda é cercada por muitos mitos, medos e preconceitos. Muitas vezes, quando se fala nesse transtorno, a sociedade pensa apenas nas crises, nos sintomas mais graves ou em imagens distorcidas que aparecem em filmes, novelas e comentários populares. Mas a realidade é muito mais humana, complexa e merece ser tratada com respeito.

No dia dedicado à conscientização sobre a esquizofrenia, precisamos lembrar que estamos falando de pessoas: filhos, pais, mães, irmãos, amigos, trabalhadores, artistas, estudantes e cidadãos que têm direito ao cuidado, à escuta, ao tratamento e à convivência social.

A esquizofrenia é um transtorno mental que pode afetar a forma como a pessoa percebe a realidade, organiza seus pensamentos, expressa emoções e se relaciona com o mundo. Entre os sintomas possíveis estão alucinações, como ouvir vozes que outras pessoas não ouvem, delírios, pensamentos desorganizados, isolamento social e alterações no comportamento. O Ministério da Saúde explica que essas experiências podem parecer muito reais para a pessoa e interferir em sua rotina e em suas relações.

É importante dizer: nem toda pessoa com esquizofrenia apresenta os mesmos sintomas, nem toda pessoa ouve vozes, e nem toda crise envolve risco para si ou para os outros. Generalizar é uma forma de preconceito. Cada caso precisa ser compreendido em sua singularidade, com avaliação profissional e acompanhamento adequado.

Também é necessário corrigir uma ideia comum: o tratamento não deve ser visto apenas como “paliativo”, no sentido de algo limitado ou sem perspectiva. Hoje, com medicação adequada, acompanhamento psiquiátrico, apoio psicológico, suporte familiar, atividades terapêuticas e inclusão social, muitas pessoas conseguem estudar, trabalhar, conviver, criar, produzir arte e levar uma vida com autonomia possível. O Manual MSD descreve que o tratamento pode envolver medicamentos antipsicóticos, psicoterapia, educação familiar, apoio comunitário e programas de habilidades sociais e cognitivas.

No Brasil, a rede de atenção psicossocial tem papel essencial nesse cuidado. Os Centros de Atenção Psicossocial, conhecidos como CAPS, são espaços importantes para acolhimento, acompanhamento e construção de caminhos de cuidado em liberdade, evitando que a pessoa seja reduzida à internação ou ao isolamento. O cuidado em saúde mental deve priorizar a dignidade, o vínculo, a escuta e a reinserção social.

Outro ponto fundamental é o papel da arte. A música, o teatro, a escrita, a pintura e outras expressões artísticas podem ajudar a pessoa a se comunicar, elaborar experiências, fortalecer vínculos e recuperar autoestima. Iniciativas culturais ligadas à saúde mental mostram, na prática, que o transtorno não elimina a sensibilidade, a criatividade nem a capacidade de participação social.

Projetos como bandas formadas em contextos de saúde mental, grupos musicais, oficinas artísticas e experiências coletivas demonstram que a arte pode ser uma ponte poderosa entre o cuidado e a sociedade. Ela ajuda a romper o silêncio, aproxima pessoas e mostra que existe vida, talento e humanidade para além do diagnóstico.

Falar de esquizofrenia é também falar de combate ao estigma. O preconceito afasta a pessoa do tratamento, dificulta a convivência familiar, fecha portas no trabalho e aumenta o sofrimento. Por isso, a informação correta é uma forma de cuidado. A Organização Pan-Americana da Saúde lembra que os transtornos mentais envolvem diferentes combinações de pensamentos, percepções, emoções e comportamentos, podendo afetar também as relações sociais.

Conscientizar não é romantizar a dor, nem negar a gravidade das crises. Conscientizar é reconhecer que existe sofrimento, mas também existe tratamento. Existe medo, mas também existe apoio. Existe diagnóstico, mas também existe pessoa. E nenhuma pessoa deve ser definida apenas por sua condição de saúde.

Que este dia sirva para ampliar o respeito, fortalecer as políticas públicas de saúde mental, apoiar familiares e lembrar que inclusão também significa acolher quem enfrenta transtornos psíquicos. A pessoa com esquizofrenia precisa de cuidado, não de julgamento; de tratamento, não de abandono; de oportunidade, não de exclusão.

Conclusão

A esquizofrenia não pode ser tratada como sentença de isolamento. Com acompanhamento adequado, rede de apoio, acesso ao tratamento e respeito, muitas pessoas conseguem reconstruir caminhos, participar da vida em comunidade e expressar seus talentos.

Mais do que falar sobre a doença, precisamos aprender a olhar para a pessoa.

Observação importante

Este texto tem finalidade informativa e de conscientização. Em caso de sofrimento psíquico, crise, pensamentos de autoagressão ou risco de suicídio, é fundamental procurar ajuda profissional imediatamente. No Brasil, o SAMU atende pelo 192, e o CVV oferece apoio emocional pelo telefone 188.

Texto e imagem produzidos com inteligência artificial.
Autores responsáveis: Gabriel Sznelvar e José Eduardo Thomé de Saboya Oliveira.

Saúde mental e dignidade: o sentido do Dia Nacional da Luta Antimanicomial

O Dia Nacional da Luta Antimanicomial, lembrado em 18 de maio. nasceu da mobilização de trabalhadores da saúde mental, usuários, familiares e movimentos sociais que, especialmente a partir do fim da década de 1970, passaram a denunciar as condições desumanas de muitos hospitais psiquiátricos no Brasil. Um marco importante foi o encontro realizado em 18 de maio de 1987, em Bauru/SP, quando ganhou força o lema: “Por uma sociedade sem manicômios”.

A Luta Antimanicomial não significa abandonar quem sofre. Pelo contrário: ela defende que pessoas com sofrimento psíquico, transtornos mentais ou necessidades intensas de cuidado sejam tratadas com dignidade, acompanhamento profissional, vínculo familiar e comunitário, sem serem reduzidas ao isolamento, ao medo ou à exclusão. O centro da ideia é o cuidado em liberdade, com serviços abertos, comunitários e territorializados, como os CAPS e outros pontos da Rede de Atenção Psicossocial.

Um dos grandes avanços ligados a essa luta foi a Lei nº 10.216/2001, conhecida como Lei da Reforma Psiquiátrica, que trata da proteção dos direitos das pessoas com transtornos mentais e redireciona o modelo de assistência em saúde mental. A lei afirma que a pessoa deve ser tratada com humanidade e respeito, visando sua recuperação pela inserção na família, no trabalho e na comunidade.

O ponto essencial é este: ninguém deve perder sua cidadania por estar em sofrimento mental. A pessoa não deixa de ser filha, mãe, pai, trabalhador, estudante, vizinha, amiga ou sujeito de direitos porque adoeceu. Ela precisa de cuidado, escuta, tratamento e proteção contra abusos, não de apagamento social.

Também é importante dizer que a Luta Antimanicomial não romantiza o sofrimento psíquico. Há situações graves, crises, necessidade de acompanhamento intensivo e, em alguns casos, internações breves e protegidas. Mas a luta questiona o modelo em que a internação longa, o abandono e o isolamento viravam destino. O objetivo é substituir a lógica do “trancar para esconder” pela lógica do cuidar para reintegrar.

Para o Cantinho dos Amigos Especiais, a reflexão pode caminhar por esta linha:

O Dia Nacional da Luta Antimanicomial nos convida a olhar para a saúde mental com mais humanidade. Pessoas em sofrimento psíquico não precisam de rótulos, medo ou afastamento. Precisam de cuidado, respeito, tratamento adequado e oportunidade de viver em comunidade. Uma sociedade verdadeiramente inclusiva não acolhe apenas as deficiências visíveis; ela também aprende a respeitar as dores invisíveis da alma.

Texto e imagem produzidos com inteligência artificial.
Autor responsável: José Eduardo Thomé de Saboya Oliveira.



segunda-feira, 30 de março de 2026

Transtorno Bipolar: compreender para acolher melhor

Hoje, 30 de março, lembramos o Dia Mundial do Transtorno Bipolar.

Essa data existe para conscientizar, acolher e combater o preconceito.

O transtorno bipolar não é frescura, não é falta de fé e não é simplesmente mudança de humor comum. É uma condição de saúde mental que precisa de compreensão, diagnóstico correto e tratamento adequado.

Ao longo da vida, a pessoa pode enfrentar fases de depressão e também fases de elevação do humor, com impactos no sono, na energia, no pensamento e no comportamento.

Por isso, a informação é tão importante. Quando a sociedade entende melhor, o julgamento diminui. Quando o preconceito diminui, mais pessoas podem buscar ajuda. E quando existe apoio da família, dos amigos e dos profissionais, o cuidado se torna mais humano e mais eficaz.

Também vale lembrar a importância da assistência espiritual no caminho do tratamento e do bem-estar, independentemente da crença de cada pessoa. Para muitos pacientes, a espiritualidade pode representar amparo, esperança, sentido para continuar e força interior nos momentos mais difíceis. Isso não substitui o acompanhamento médico, psicológico ou terapêutico, mas pode caminhar ao lado dele como fonte de consolo, equilíbrio e fortalecimento emocional.

Falar sobre o transtorno bipolar é abrir espaço para o acolhimento. É lembrar que ninguém deve sofrer em silêncio. É afirmar que pedir ajuda não é fraqueza. É um passo de coragem.

Neste 30 de março, que a nossa mensagem seja simples e necessária: informação salva, preconceito atrasa, apoio faz a diferença, e cuidado espiritual, quando respeitado e bem acolhido, também pode ajudar a sustentar a caminhada de quem enfrenta essa luta.

Texto e imagem produzidos com inteligência artificial.

Autor responsável: José Eduardo Thomé de Saboya Oliveira.

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2026

📌 Dia Nacional de Combate ao Alcoolismo - nformação, prevenção e acolhimento

O Dia Nacional de Combate ao Alcoolismo é uma data voltada à conscientização sobre os impactos do consumo abusivo de álcool na saúde, nas relações familiares e na sociedade.

O alcoolismo — ou transtorno por uso de álcool — é reconhecido como doença pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Trata-se de uma condição que pode comprometer a saúde física, mental e emocional da pessoa, além de afetar profundamente o ambiente familiar.


📌 Quando o consumo deixa de ser social?

O uso ocasional não caracteriza dependência.
O problema surge quando há:

  • Perda de controle sobre o consumo
  • Necessidade crescente de beber
  • Prejuízo no trabalho e na convivência social
  • Conflitos familiares recorrentes
  • Sintomas físicos e psicológicos na ausência da bebida

Nesses casos, estamos diante de uma questão de saúde pública.


📌 Impactos nas famílias

O alcoolismo raramente atinge apenas o indivíduo.

Ele pode gerar:

  • Desestruturação familiar
  • Violência doméstica
  • Negligência
  • Vulnerabilidade econômica
  • Sofrimento emocional prolongado

Muitas famílias com pessoas com deficiência enfrentam, simultaneamente, desafios relacionados à saúde mental e dependência química de algum membro do núcleo familiar. Por isso, o tema também dialoga com inclusão e proteção social.


📌 Alcoolismo é deficiência?

Nem sempre.

A dependência é considerada uma doença.
Somente em situações específicas, quando houver comprometimento mental duradouro com prejuízo funcional significativo, pode haver reconhecimento jurídico em determinados contextos, conforme os critérios da Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Lei 13.146/2015).

Cada caso exige avaliação médica e legal individualizada.


📌 Prevenção e políticas públicas

O enfrentamento do alcoolismo envolve:

  • Educação e informação
  • Acesso à rede de saúde mental
  • Centros de atenção psicossocial (CAPS)
  • Apoio às famílias
  • Políticas públicas consistentes

Não se trata de julgamento moral, mas de cuidado coletivo.


📌 Conclusão

Combater o alcoolismo é promover saúde, proteger famílias e reduzir desigualdades sociais.

A informação responsável é uma das principais ferramentas de prevenção.
O acolhimento é parte fundamental do processo de recuperação.

Seguiremos acompanhando políticas públicas e iniciativas voltadas à conscientização, tratamento e apoio às famílias.


Texto e imagem produzidos com inteligência artificial. Auror responsável: José Eduardo Thomé de Saboya Oliveira. 

segunda-feira, 1 de dezembro de 2025

Quando o Trabalho Adoece: A Saúde Mental dos Professores em Foco

Nos últimos anos, a saúde mental dos profissionais da educação tem ganhado destaque em diversos levantamentos e reportagens. Em São Paulo, dados recentes mostram um número elevado de afastamentos por questões emocionais entre professores da rede pública. A média diária é de aproximadamente 95 afastamentos, revelando uma realidade que merece atenção, cuidado e diálogo permanente.

Um Cenário que Preocupa

A rotina escolar envolve muito mais do que ministrar aulas. Os professores lidam com demandas pedagógicas, administrativas, emocionais e sociais. Muitas vezes, acumulam responsabilidades que ultrapassam o limite da sala de aula, como acompanhamento individualizado dos estudantes, atividades extraclasse, metas, prazos e a necessidade constante de se adaptar a novos métodos e tecnologias.

Essas exigências, somadas a ambientes de trabalho que nem sempre oferecem estrutura adequada, podem provocar sobrecarga física e emocional.

Saúde Mental Não É Fraqueza: É Saúde

Os afastamentos por transtornos psicológicos — como ansiedade, estresse crônico, esgotamento profissional e depressão — não são sinais de incapacidade. São alertas do organismo pedindo descanso, acolhimento e suporte. Reconhecer isso é fundamental para quebrar estigmas e permitir que esses profissionais recebam o cuidado necessário.

A saúde mental precisa ser tratada com a mesma importância dada à saúde física. E isso vale para todos: professores, estudantes, famílias e gestores escolares.

O Papel das Escolas no Cuidado com o Educador

Ambientes educativos mais saudáveis podem ajudar a reduzir esse cenário. Entre as iniciativas possíveis estão:

  • Projetos de promoção de bem-estar e qualidade de vida
  • Espaços de escuta e apoio emocional
  • Acompanhamento psicológico para profissionais da educação
  • Capacitações que auxiliem no enfrentamento da sobrecarga
  • Organização de jornadas de trabalho mais equilibradas

Pequenas mudanças no cotidiano escolar podem gerar grandes impactos na saúde mental de quem dedica a vida à formação de outras pessoas.

O Educador Também Precisa Ser Cuidado

Antes de ensinar, o professor é um ser humano com suas próprias fragilidades, desafios e necessidades. Reconhecer seu valor, oferecer apoio e construir ambientes empáticos são passos fundamentais para fortalecer a educação como um todo.

Cuidar da saúde mental dos professores não é apenas uma questão profissional — é uma ação de respeito, humanidade e reconhecimento por aqueles que ajudam a construir caminhos para futuras gerações.


Texto e imagem produzidos com inteligência artificial. Autor responsável: José Eduardo Thomé de Saboya Oliveira.

sexta-feira, 10 de outubro de 2025

10 de outubro — Dia Mundial da Saúde Mental: vamos olhar com carinho para nossa mente

Hoje, celebramos o Dia Mundial da Saúde Mental — um momento para lembrarmos que nossa mente merece cuidado e atenção.

Muitas vezes, sofremos em silêncio, com pensamentos difíceis, pressões, medos, ansiedade. E sentir dor emocional não é fraqueza — é sinal de que precisamos olhar para nós mesmos com gentileza e buscar apoio.

Neste dia, proponho que reflitamos juntos: como estamos cuidando de nossa mente?

Aqui vão alguns lembretes:

  • Você não está sozinho(a). Falar ajuda.

  • Pequenas pausas durante o dia podem aliviar muito o peso emocional.

  • Um bom sono, uma alimentação equilibrada, movimento e lazer são aliados poderosos.

  • Se a dor emocional persistir, procurar ajuda profissional é um passo corajoso e importante.

No Cantinho dos Amigos Especiais, queremos construir um espaço de acolhimento e troca — para lembrarmos que emoções são humanas, que todas as mentes têm história, que cuidar da saúde mental é um exercício contínuo e coletivo.

Que possamos caminhar juntos, com empatia, com escuta, com mais gentileza para nós mesmos e para os outros.

Texto e imagem produzidos com inteligência artificial.
Autor responsável: José Eduardo Thomé de Saboya Oliveira.

quarta-feira, 13 de agosto de 2025

Dia do Psiquiatra – Um Olhar para a Saúde Mental

No Brasil, o 13 de agosto marca o Dia do Psiquiatra, uma data dedicada a reconhecer o trabalho de profissionais que se dedicam ao estudo, prevenção, diagnóstico e tratamento dos transtornos mentais, emocionais e comportamentais. Mais do que médicos especializados, os psiquiatras são aliados na promoção da qualidade de vida, no fortalecimento da saúde emocional e na reintegração social de seus pacientes.

A psiquiatria é uma área da medicina que une ciência, sensibilidade e escuta atenta. Ela aborda desde condições mais comuns, como ansiedade e depressão, até transtornos mais complexos, como esquizofrenia, transtorno bipolar e autismo com comorbidades psiquiátricas. O trabalho desse profissional não se limita à prescrição de medicamentos — envolve também a construção de uma relação de confiança, o acompanhamento contínuo e a orientação às famílias, ajudando-as a compreender e apoiar seus entes queridos.

Nos últimos anos, a importância da saúde mental ganhou ainda mais destaque. O estresse da vida moderna, as pressões sociais, as consequências da pandemia e o aumento de diagnósticos têm mostrado que cuidar da mente é tão essencial quanto cuidar do corpo. Nesse cenário, o psiquiatra atua não apenas como médico, mas como agente de mudança, lutando contra estigmas, incentivando o diálogo aberto sobre saúde mental e colaborando com outros profissionais, como psicólogos, terapeutas ocupacionais e assistentes sociais.

É fundamental lembrar que buscar ajuda psiquiátrica não é sinal de fraqueza, mas de coragem e autocuidado. Quanto mais cedo for feito o diagnóstico e iniciado o tratamento adequado, maiores são as chances de recuperação e qualidade de vida.

Nossa saudação especial a todos os psiquiatras, que com dedicação, ética e humanidade, ajudam a iluminar caminhos, restaurar esperanças e oferecer suporte a quem enfrenta desafios emocionais. Que sua missão continue inspirando acolhimento e respeito à saúde mental em todas as suas dimensões.

Texto e imagem produzidos com inteligência artificial.
Autor responsável: José Eduardo Thomé de Saboya Oliveira.

terça-feira, 22 de julho de 2025

:🧠 Dia Mundial do Cérebro: Cuidar da Mente é Cuidar da Vida

Você já parou para pensar em tudo o que o nosso cérebro faz por nós?

É ele que nos permite pensar, sentir, caminhar, lembrar, sorrir, aprender, sonhar… Ele está sempre trabalhando, até mesmo quando estamos dormindo! Por isso, em 22 de julho, celebramos o Dia Mundial do Cérebro, uma data muito importante para lembrar o quanto é essencial cuidar da saúde mental e neurológica.

Criado pela Federação Mundial de Neurologia (WFN), esse dia tem como objetivo conscientizar sobre a importância da saúde cerebral e sobre a prevenção de doenças neurológicas, como AVC, Alzheimer, Parkinson, epilepsia, entre outras.

🌍 Por que essa data é importante?

O cérebro é um dos órgãos mais incríveis e complexos do corpo humano. Sem ele, nada funciona direito.
Tudo o que fazemos — desde os movimentos mais simples até os sentimentos mais profundos — passa por ele.

Infelizmente, milhões de pessoas em todo o mundo vivem com alguma condição neurológica. Muitas vezes, essas pessoas enfrentam preconceito, isolamento ou falta de acesso a tratamento.
Por isso, o Dia Mundial do Cérebro também busca combater o estigma e incentivar políticas públicas que apoiem quem mais precisa.

💡 Cuidados simples que fazem toda a diferença

A boa notícia é que cuidar do cérebro pode ser mais simples do que parece. Algumas atitudes no dia a dia ajudam muito:

✔️ Praticar atividades físicas (como caminhada, natação ou dança);
✔️ Ter uma alimentação equilibrada (com frutas, legumes e alimentos ricos em ômega-3);
✔️ Dormir bem;
✔️ Estimular a mente com leitura, música, jogos e conversas;
✔️ Evitar álcool e cigarro;
✔️ Cultivar bons relacionamentos;
✔️ Controlar o estresse e buscar ajuda quando sentir que precisa.

🎯 E para as pessoas com deficiência?

Para nós, do Cantinho dos Amigos Especiais, essa data também traz um lembrete importante: quem convive com alguma deficiência (física, sensorial ou intelectual) deve receber acompanhamento adequado para garantir o melhor funcionamento possível do cérebro e do sistema nervoso.

Estimular a autonomia, respeitar os limites de cada um e oferecer apoio emocional faz parte desse cuidado.

Ao valorizarmos o cérebro, valorizamos a vida em todas as suas formas. Cuidar da saúde cerebral não é só prevenir doenças, mas também fortalecer nossa capacidade de viver com alegria, criatividade e dignidade — mesmo diante dos desafios.

Neste Dia Mundial do Cérebro, que tal fazer algo especial por você? Pode ser uma caminhada, uma pausa para respirar, um bom livro, uma conversa com alguém querido... Seu cérebro vai agradecer!

Texto e imagem produzidos com inteligência artificial. Autor responsável: José Eduardo Thomé de Saboya Oliveira.

quarta-feira, 7 de maio de 2025

Trabalhar com saúde: Empresas, agora, têm compromisso com a mente


A partir de 2025, a saúde mental dos trabalhadores se tornará uma prioridade legal para as empresas brasileiras. Com a atualização da Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1), as organizações serão obrigadas a identificar e gerenciar riscos psicossociais no ambiente de trabalho, como estresse, assédio e sobrecarga emocional. Essa mudança visa promover ambientes laborais mais saudáveis e prevenir doenças mentais entre os colaboradores.

Além disso, a Lei nº 14.831/2024 institui o Certificado Empresa Promotora da Saúde Mental, reconhecendo empresas que adotam práticas efetivas de promoção do bem-estar psicológico. Para obter essa certificação, as organizações devem implementar programas de apoio psicológico, campanhas de conscientização, treinamentos específicos e ações de combate à discriminação e ao assédio. O certificado terá validade de dois anos e será concedido por uma comissão nomeada pelo governo federal.

Essas iniciativas refletem a crescente preocupação com a saúde mental no ambiente corporativo. Em 2024, o Brasil registrou o maior número de afastamentos por transtornos mentais em uma década, totalizando 472 mil licenças concedidas. Esse cenário reforça a importância de políticas organizacionais que priorizem o bem-estar emocional dos trabalhadores.

Para as pessoas com deficiência (PCDs), essas mudanças representam um avanço significativo. Ambientes de trabalho mais inclusivos e atentos à saúde mental contribuem para a valorização e o desenvolvimento profissional desse grupo. A implementação de práticas que promovam o bem-estar psicológico beneficia todos os colaboradores, fortalecendo a cultura organizacional e a produtividade.

Em resumo, a partir de 2025, as empresas brasileiras deverão adotar medidas concretas para garantir a saúde mental de seus funcionários, transformando o bem-estar emocional em uma responsabilidade legal e estratégica. Essa transformação é essencial para construir ambientes de trabalho mais saudáveis, inclusivos e produtivos.

(Texto e imagem produzidos com inteligência artificial.

Autor responsável: José Eduardo Thomé de Saboya Oliveira.)

terça-feira, 10 de setembro de 2024

Deficiência e Suicídio: Enfrentando o Desafio

Estratégias de prevenção e apoio para compreender e combater o risco de suicídio entre pessoas com deficiência

A relação entre deficiência e o suicídio é um tema complexo e delicado, que envolve muitos fatores psicológicos, sociais e ambientais. Pessoas com deficiência podem enfrentar desafios únicos que influenciam sua saúde mental e bem-estar psicológico. Aqui estão alguns pontos importantes sobre essa relação:

Maior Risco: Pesquisas indicam que pessoas com deficiências físicas, sensoriais ou intelectuais podem ter um risco aumentado de pensamentos e comportamentos suicidas em comparação com a população em geral. Isso pode ser devido a uma combinação de fatores, como isolamento social, estigma, discriminação e dificuldades em acessar cuidados de saúde mental adequados.

Fatores Contribuintes: Além das barreiras físicas e sociais, fatores emocionais como a sensação de perda, a dor crônica, a dependência de outros para cuidados pessoais, e a percepção de ser um fardo podem contribuir para o sofrimento mental e o risco de suicídio. A falta de autonomia e oportunidades para participação plena na sociedade também são fatores significativos.

Prevenção e Intervenção: É crucial que haja esforços direcionados para a prevenção do suicídio entre pessoas com deficiência, incluindo acesso a serviços de saúde mental adaptados às suas necessidades específicas. Intervenções eficazes podem incluir terapia psicológica, apoio comunitário e social, e programas que promovam a inclusão e reduzam o estigma.

Apoio Social e Empoderamento: Fortalecer redes de apoio, tanto formal quanto informal, e promover a inclusão social pode desempenhar um papel vital na melhoria da qualidade de vida e na redução do risco de suicídio. Além disso, capacitar pessoas com deficiência, promovendo sua autonomia e participação ativa na sociedade, pode ajudar a melhorar a autoestima e o bem-estar geral.

Legislação e Políticas Públicas: As políticas públicas que garantem os direitos, a acessibilidade e a inclusão social das pessoas com deficiência são fundamentais. Isso inclui garantir acesso a educação de qualidade, oportunidades de emprego, cuidados de saúde adequados e programas específicos de suporte à saúde mental.

A abordagem para lidar com a relação entre deficiência e suicídio deve ser multifacetada e incorporar a perspectiva de que intervenções são necessárias em múltiplos níveis da sociedade para tratar efetivamente dessa questão complexa.


(Texto produzido com inteligência artificial.

Autor responsável: José Eduardo Thomé de Saboya Oliveira.)

domingo, 9 de abril de 2017

Hospital das Clínicas da USP Oferece Vagas para Tratamento Psiquiátrico

Instituto de Psiquiatria (IPq) do Hospital das Clínicas (HC) da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP) dispõe de 200 vagas para tratamento de pacientes voluntários em diversos grupos e projetos de pesquisa. Os tratamentos são gratuitos, inclusive medicações, exames laboratoriais e de imagem, de acordo com os serviços oferecidos. O instituto está localizado na Rua Dr. Ovídio Pires de Campos, 785, Cerqueira César, São Paulo – próximo ao Metrô Clínicas.

Confira os tratamentos oferecidos:

Crianças pré-escolares com medos noturnos – Medos noturnos são fenômenos naturais e comuns no desenvolvimento infantil; contudo, quando frequentes, podem se tornar severos e recorrentes, gerando problemas no sono, ansiedade e sofrimento para a criança e sua família. O IPq e o Instituto de Psicologia (IP) da USP buscam crianças de 4 a 6 anos, que apresentem medos noturnos intensos, acompanhados de comportamento de esquiva para dormir sozinhas, para projeto que vai testar uma nova alternativa de intervenção breve, com orientação parental e material psicoeducativo infantil. Os pais/mães podem se inscrever pelos e-mails renatha.rafihi@hc.fm.usp.br ou sandra.quero@casamagica.net.br.

Homossexuais masculinos a partir de 50 anos – O Laboratório de Neurociências do IPq busca homossexuais masculinos, a partir de 50 anos, para grupo psicoterápico que abordará questões emocionais e afetivas, discutindo aspectos relacionados à maturidade, família, trabalho, carreira, sexualidade e outros. Inscrições pelo e-mail maturidadeemcores@gmail.com.

Depressão – Homens e mulheres, acima de 60 anos, que estejam em tratamento com antidepressivo no mínimo há seis meses, e que ainda não tenham apresentado melhora, para participar de estudo clínico com nova medicação. Informações e inscrições para triagem pelo e-mail projeto.depressao.idosos@gmail.com ou telefone (11) 2661-6973.

Autismo – Meninas de 4 a 16 anos e 11 meses, com diagnóstico de autismo (F84.0/CID 10), residentes em SP, para estudo no qual será avaliada a eficácia de Ocitocina spray nasal na redução dos prejuízos na área da interação social, no que se refere a padrões de comportamentos repetitivos. Informações e inscrições para triagem pelo e-mail debzambori@gmail.com.

TOC – Pacientes com diagnóstico de TOC (Transtorno Obsessivo-Compulsivo), de 14 a 65 anos, que estejam em tratamento farmacológico, mas sem resposta adequada, para uma nova abordagem terapêutica, por meio de estimulação magnética transcraniana. O participantes receberão assistência psiquiátrica e ajuda de custo para deslocamento. Inscrições e informações pelo e-mail:pesquisa.toc.etcc@gmail.com ou telefone (11) 2661-6972.

TOC – Homens e mulheres de 18 a 65 anos, com diagnóstico de TOC, sem tratamento psiquiátrico nos últimos três meses. O paciente passará por exames clínicos e de ressonância magnética de crânio e receberá tratamento medicamentoso. Inscrições para triagem pelo e-mail julianadiniz@usp.br ou telefone (11) 2661-6972.

Esquizofrenia – Pessoas de 18 a 60 anos, com diagnóstico de esquizofrenia, para uma nova abordagem terapêutica, que vem se mostrando eficaz no controle de sintomas chamados negativos, como apatia, falta de vontade, energia, isolamento social e baixa afetividade, presentes em cerca de 60% dos portadores da doença. Informações e inscrições pelo e-mail pesquisa.esquizofrenia@gmail.com.

Estresse pós-traumático – Voluntários de 18 a 65 anos, que tenham vivenciado ou presenciado eventos traumáticos em qualquer momento da vida e que ainda se encontrem emocionalmente abalados. Serão oferecidos tratamentos médico e psicológico. Informações e inscrições pelo e-mail novasestrategias.ipq@hc.fm.usp.br ou telefone (11) 94990-4532.

TDAH – Crianças entre 3 anos e 11 meses e 5 anos e 11 meses, que apresentem agitação e desatenção. Se confirmado diagnóstico de Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH), o paciente será incluído em protocolo de tratamento. Informações e inscrições no site: www.estudomappa.com.

Gestantes e pós-parto – Gestantes de 18 a 45 anos, com quadros de depressão e ansiedade e para mulheres até o 6º mês do período pós-parto, de 18 a 45 anos, com quadro de depressão pós-parto. Agendar triagem pelo telefone (11) 2661-6440.

Jogo patológico – Voluntários maiores de 18 anos, que apresentem compulsão por jogos de azar, a ponto de prejudicar seu trabalho, finanças ou relacionamentos. Inscrições para triagem pelos telefones (11) 2661-7805 / 2307-7805 ou e-mail proamjo.secretaria@gmail.com.

Memória – Pessoas a partir de 60 anos, sem dificuldades de memória ou raciocínio em geral ou apenas com dificuldades leves, para estudo que pretende identificar o risco para o desenvolvimento da doença de Alzheimer, com uso de uma nova tecnologia diagnóstica. Informações e inscrições pelo e-mail pesquisamemorialim27@gmail.com.

Portadores de doença de Alzheimer e seus cuidadores – Pessoas acima de 60 anos, que apresentem demência de Alzheimer, bem como seu cuidador direto, maior de 18 anos, para estudo no qual os cuidadores serão ensinados a manejar pacientes que apresentem agitação, agressividade e alterações do sono, entre outros, visando a melhorar esses sintomas e diminuir a sobrecarga para ambos. Informações e inscrições pelo e-mail xandamartini@usp.br.

Compulsão alimentar – Mulheres de 18 a 60 anos, que tenham realizado cirurgia bariátrica para perda de peso há mais de dois anos, mas que mantenham IMC superior a 30kg/m² e apresentem episódios de compulsão alimentar. Informações e inscrições para triagem pelo e-mail ambulim.ipq@hc.fm.usp.br.

Anorexia – Adolescentes de 12 a 17 anos, com diagnóstico de anorexia nervosa ou que tenham apresentado perda de peso em um curto período de tempo, acompanhado de medo intenso de engordar. Inscrições pelo e-mail protad.hc@uol.com.br (informar nome completo do adolescente, data e ano de nascimento, nome dos pais ou responsáveis, motivo da procura por atendimento e telefones de contato).

Bulimia – Adolescentes até 17 anos, com bulimia nervosa. Os pacientes selecionados receberão atendimento psiquiátrico, nutricional e psicológico. Inscrições pelo e-mail: protad.hc@uol.com.br – informar nome completo do adolescente; data de nascimento; nome dos pais ou responsáveis; motivo da procura por atendimento e telefone para contato.

Idosos com TDAH – Pessoas a partir de 65 anos, que apresentem sintomas de Transtorno de Déficit Atenção e Hiperatividade (TDAH) desde a infância e/ou juventude (desatenção, distração, desorganização, procrastinação, agitação). Inscrições para triagem pelo e-mail idosotdah@gmail.com.

Epilepsia – Crianças e adolescentes de 6 a 16 anos, com diagnóstico de epilepsia rolândica, ou adolescentes e adultos, de 16 a 55 anos, com epilepsia mioclônica juvenil. Informações e inscrições pelo site www.epilepsiahc.org.

Oniomania (compra compulsiva) – Pessoas de 21 a 60 anos, que apresentem comportamento repetitivo e crônico de gastar descontroladamente. Esses indivíduos também podem apresentar outros transtornos associados, como ansiedade, depressão e transtorno bipolar. Informações e inscrições telefone (11) 2661 7805 ou site: www.amiti.com.br.

Ciúme patológico – Pessoas maiores de 18 anos, que percebam que seu ciúme prejudica o relacionamento amoroso de alguma forma, sendo motivo de brigas ou discussões, com queixas e reclamações sobre o ciúme excessivo do/a parceiro/a. Inscrições telefone (11) 2661-7805 ou e-mail: proamiti.secretaria@gmail.com.

Cleptomania – Transtorno caracterizado pelo furto impulsivo de objetos desnecessários, geralmente para uso pessoal e de baixo valor monetário. O tratamento oferecido é individual e inclui psicoterapia e medicamentos. Informações e inscrições pelo telefone (11) 2661-7805 ou e-mail proamiti.secretaria@gmail.com.

Impulso sexual excessivo – Homens e mulheres, acima de 18 anos, que apresentem compulsão sexual. São oferecidos tratamentos psicoterápico e medicamentoso. Inscrições para triagem pelo telefone (11) 2661-7805, de segunda a sexta-feira (exceto quintas-feiras), horário comercial, ou e-mail proamiti.secretaria@gmail.com.

Automutilação – Pessoas maiores de 18 anos, que apresentem comportamento intencional envolvendo agressão direta ao próprio corpo, tais como cortar a própria pele, bater em si mesmo e queimar-se. Informações e inscrições para triagem pelo telefone (11) 2661-7805, de segunda a sexta-feira (exceto quintas-feiras), horário comercial, ou e-mail proamiti.secretaria@gmail.com.

Dependência tecnológica – Voluntários maiores de 18 anos, que apresentem dependência de internet, jogos on-line e celular. O tratamento inclui psicoterapia e medicamentos. Inscrições para triagem pelo telefone (11) 2661-7805, de segunda a sexta-feira (exceto quintas-feiras), horário comercial, ou e-mail: proamiti.secretaria@gmail.com.