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segunda-feira, 1 de junho de 2026

Junho Vermelho: doar sangue é um gesto simples que pode salvar muitas vidas


Junho é um mês marcado por várias campanhas de conscientização, e uma das mais importantes é o Junho Vermelho, dedicado ao incentivo à doação de sangue. A cor vermelha lembra a vida, a solidariedade e a urgência de manter os estoques dos hemocentros em níveis seguros.

A campanha ganha ainda mais força porque, no dia 14 de junho, é celebrado o Dia Mundial do Doador de Sangue, data criada para agradecer aos doadores voluntários e lembrar a sociedade de que a necessidade de sangue é constante. A data foi oficializada pela Assembleia Mundial da Saúde em 2005 e é celebrada todos os anos em vários países.

Doar sangue não é apenas um ato de generosidade. É também uma atitude de cidadania e de responsabilidade coletiva. Muitas pessoas dependem de transfusões em situações de emergência, cirurgias, tratamentos contra o câncer, complicações no parto, anemias graves e outras condições de saúde. A Organização Mundial da Saúde lembra que as doações voluntárias e regulares são fundamentais para garantir sangue seguro e acessível.

No Brasil, o Ministério da Saúde reforça que a doação regular é essencial para manter o atendimento de pacientes que precisam de transfusão. Em 2023, foram coletadas mais de 3,2 milhões de bolsas de sangue no SUS, e cerca de 1,6% da população brasileira era doadora.

Por que falar sobre isso no Cantinho dos Amigos Especiais?

Porque a doação de sangue também se relaciona diretamente com inclusão, cuidado e acessibilidade em saúde. Pessoas com deficiência, pessoas com doenças crônicas, pacientes em tratamento contínuo, vítimas de acidentes e pessoas em situação de vulnerabilidade podem, em algum momento, precisar de sangue.

Quando alguém doa, não sabe exatamente quem será beneficiado. Pode ser uma criança, uma pessoa idosa, uma mãe, um trabalhador acidentado, um paciente em tratamento oncológico ou alguém que vive uma condição rara. A doação é anônima, mas o impacto é profundamente humano.

Quem pode doar sangue?

De forma geral, no Brasil, podem doar sangue pessoas entre 16 e 69 anos, com peso mínimo de 50 kg, em boas condições de saúde e portando documento oficial com foto. Menores de 18 anos precisam de autorização do responsável, e pessoas entre 60 e 69 anos só podem doar se já tiverem doado antes dos 60.

Também é importante estar alimentado, evitar refeições muito gordurosas antes da doação e seguir as orientações do hemocentro. Cada serviço de saúde pode avaliar situações específicas, como uso de medicamentos, cirurgias recentes, vacinas, gripes, infecções ou outras condições temporárias.

Por isso, quem deseja doar deve procurar o hemocentro mais próximo e verificar os critérios atualizados antes de comparecer.

Junho Vermelho é convite, não cobrança

Nem todas as pessoas podem doar sangue. Algumas têm restrições de saúde, usam medicamentos específicos ou enfrentam condições que impedem a doação. Isso precisa ser respeitado.

Mas quem não pode doar também pode ajudar: divulgando a campanha, incentivando familiares e amigos, compartilhando informações corretas e valorizando quem realiza esse gesto.

A solidariedade não tem uma única forma. Às vezes, doar é oferecer o próprio sangue. Em outras situações, é ajudar a informação a chegar mais longe.

Um gesto que precisa continuar depois de junho

O Junho Vermelho é um mês de alerta, mas a necessidade de sangue existe o ano inteiro. Os estoques podem cair em períodos de férias, frio, feriados prolongados e aumento de doenças respiratórias, quando muitas pessoas deixam de comparecer aos hemocentros.

Por isso, a campanha também lembra a importância da doação regular. Mais do que uma ação pontual, doar sangue pode se tornar um compromisso de amor ao próximo.

Em tempos em que tantas pessoas precisam de cuidado, a doação de sangue nos recorda algo simples e profundo: uma vida pode continuar porque alguém decidiu estender o braço.

Conclusão

O Junho Vermelho nos convida a olhar para o outro com mais responsabilidade e empatia. Doar sangue é um gesto silencioso, mas capaz de produzir esperança, tratamento, recuperação e vida.

Quem pode doar, que procure um hemocentro. Quem não pode, que ajude a divulgar. O importante é que a mensagem circule: sangue não se fabrica, não se compra em prateleira e não se substitui por tecnologia. Ele depende da solidariedade humana.

Doar sangue é doar tempo, cuidado e esperança. É um pequeno gesto para quem doa, mas pode ser tudo para quem recebe.


Texto elaborado com apoio de inteligência artificial, sob curadoria e revisão de José Eduardo Thomé de Saboya Oliveira, para o blog Cantinho dos Amigos Especiais.

Fontes

Ministério da Saúde — Doação de Sangue.
Biblioteca Virtual em Saúde do Ministério da Saúde — Dia Mundial do Doador de Sangue.
Ministério da Saúde — Dia Mundial do Doador de Sangue e dados de doação no SUS.
OPAS/OMS — Dia Mundial do Doador de Sangue.
Organização Mundial da Saúde — World Blood Donor Day 2026. 

terça-feira, 5 de janeiro de 2016

Campanha busca doação de plaquetas para jovem com leucemia descoberta no Natal




Internada em coma induzido em UTI de hospital de Fortaleza, a universitária Bruna Aguiar precisa de 20 bolsas de plaquetas por dia.

Nas redes sociais, a campanha #MaisUmDia pede doações de plaquetas para a jovem (Foto: Robynson Alves / Arquivo Pessoal)24 anos, mãe de um filho de 7 anos, estudante de Publicidade, DJ, produtora cultural e dona de um sorriso largo. Quem vê a vitalidade estampada no rosto da jovem Bruna Aguiar não iria imaginar que, em poucos dias, ela estaria impedida de sorrir e até de respirar por conta própria.

Bruna está em coma induzido na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) no Hospital Antônio Prudente, devido a um repentino diagnóstico de leucemia aguda no período das festas de fim de ano. Amigos e familiares se mobilizam para tentar salvar a vida da jovem, que permanece em estado grave.

Uma das organizadoras da campanha #MaisUmDia, feita através das redes sociais para arrecadar doações de plaquetas para a jovem, Priscilla Delgado conta que uma semana antes do Natal sua amiga começou a sentir fortes dores musculares, sem saber o porquê, pois ela não tinha feito nenhuma atividade física ou esforço.

No dia 23 de dezembro, Bruna teve um sangramento na gengiva, por conta da sua gengivite. No dia seguinte, ela acordou tendo uma hemorragia pela boca. Assustada, foi ao dentista, onde fez apenas uma raspagem, procedimento para tratar a inflamação.

Os sintomas de que havia algo errado continuaram, e após a festa de Natal a jovem amanheceu com o corpo cheio de manchas roxas, que pareciam hematomas. “Ela ficou bastante assustada, a gente também. Então no sábado (26) de manhã, levaram ela ao hospital e então começou a fazer uma série de exames. A imunidade estava muito baixa, ela estava muito fraca”, narra Priscilla.

Na segunda-feira (27), foi constatado o quadro de leucemia aguda. O tratamento foi iniciado, com medicamentos e quimioterapia. Passados oito dias após o diagnóstico, Bruna está na UTI com pneumonia, água no pulmão devido às consequências da doença, e teve que entrar em coma induzido.

Família e amigos da jovem correm contra o tempo em busca de doações de plaquetas para Bruna se manter viva. “Ela está tomando 20 bolsas de plaquetas por dia. Ontem (4), faltou bolsas para ela de manhã, mas recebeu à noite, porque a gente conseguiu mobilizar pessoas para irem bem rápido doar. E cada dia a gente tem que mobilizar mais pessoas, porque a Bruna vai precisar durante todo o tratamento”, explica a amiga.

Como doar

Para doar, basta ir ao Fujisan de 8 às 16 horas, e informar que deseja fazer uma doação de plaquetas para a paciente Bruna Nogueira Aguiar, do Hospital Antônio Prudente.

Para saber se você está hábil para ser um doador(a) de plaquetas, no Fujisan eles fazem uma análise da veia utilizada para a extração e informam se ela está apta ou não. A doação pode ser mensal.

Caso não seja possível doar plaquetas, também é possível ajudar doando sangue. “A cada 10 bolsas de sangue doadas, Bruna recebe 1 bolsa de plaquetas”, destaca Priscilla. Já para fazer doações de sangue, é necessário um intervalo de 60 dias, para homens; e de 90 dias para mulheres.

“Estamos nessa luta com ela, cada dia, orando para que a respiração dela melhore, para que a saturação dela permaneça boa, e todo dia é uma luta, é uma oração diferente para que ela continue respondendo o tratamento que está recebendo”, finaliza a amiga, que fala por todos que já receberam um sorriso da Bruna, seja amigos, familiares, namorado, filho e até quem não conhecia a jovem, a se sensibiliza em ajudar, através de doação ou oração. O que não pode morrer é a esperança de dias melhores para Bruna e para os que lutam pela vida.



Serviço

Fujisan
Av. Barão de Studart, 2626 – Dionísio Torres
Dias úteis: 8h a 16h (doação de plaquetas)
8h as 18h30 (doação de sangue)
Sábado: 8h a 12h (doação de plaquetas e de sangue)
Telefone: (85) 4009.6677
Doação: Bruna Nogueira Aguiar – Hospital Antônio Prudente

quarta-feira, 12 de novembro de 2014

Aparelho permite enxergar onde estão as veias do braço

 Produzido pela Cruz Vermelha australiana, invenção usa luz infravermelha para mapear as veias do braço.


Todo mundo já passou ou conhece alguém que passou pela situação.
Você precisa precisa colher uma amostra ou quer doar sangue.
A enfermeira ou enfermeiro vem e faz uma, duas, diversas tentativas de encontrar o ponto certo. O processo se arrasta.
É que a sua veia é fininha, dirá o profissional.
Você o amaldiçoa silenciosamente e torce para que a situação acabe logo.




 A Cruz Vermelha australiana quer acabar com a situação. Eles estão produzindo um equipamento que usa luz infravermelha para mapear as veias do corpo humano. Veja o vídeo:



sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Página do Facebook ajuda a encontrar doadores com sangue compatível


 
Cansado de curtir sempre as mesmas piadas no Facebook?  Então aproveite a rede social para salvar vidas.

Foi criada a página Socialblood.org. Ela ajuda quem precisa a encontrar sangue compatível, nos 4 cantos do planeta.
A idéia é do indiano Karthik Naralasetty, de apenas 22 anos.  A página criada por ele conecta pessoas do mesmo grupo sanguíneo e localiza rapidamente doadores de sangue em caso de emergência.

A premissa do grupo é criar uma plataforma global de doadores de sangue, de uma forma simples, prática e organizada.

História do Socialblood

O fundador viu um pedido de um dos seus contatos no Facebook, em busca de um doador de sangue do tipo B+ para seu pai, que estava passando por uma cirurgia cardíaca.

Surpreendentemente, depois de duas horas, ele postou de volta dizendo "Graças ao Facebook, encontramos um doador para o meu pai!" Isso fez o indiano pensar sobre como poderia usar o Facebook como plataforma para resolver o problema de encontrar doadores de sangue em situações de emergência.

E todos já podem participar:

1. Acesse http://socialblood.org/
2. Selecione seu País.
3. Selecione seu tipo de sangue.
4. Clique em “Proceed”.
5. Espere - Você será redirecionado para a página principal.
6. Clique no seu tipo de sangue novamente.
7. Você será redirecionado para o grupo no Facebook.
8. Clique no pedido de adesão.
9. Pronto!

Para obter atualizações de pedidos de sangue basta repitir os itens de 1 a 7 acima. Aí você começa a fazer e receber pedidos de sangue em seus feeds do Facebook.

Veja aqui a entrevista com o fundador do socialblood.org

Acesse a página do Socialblood no Facebook!