domingo, 30 de março de 2025
"Coquetisco: Sabor, Acolhimento e Acessibilidade no Coração do Belém
quarta-feira, 26 de março de 2025
26 de Março - Dia Mundial de Conscientização da Epilepsia
Por que o roxo (purple)?
O roxo simboliza a epilepsia por representar a lavanda, planta frequentemente associada à calma e tranquilidade, elementos importantes no enfrentamento das crises epilépticas.
Objetivos principais:
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Informar a população sobre o que é a epilepsia.
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Combater mitos e estigmas relacionados à doença.
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Incentivar a inclusão social das pessoas com epilepsia.
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Promover políticas públicas e iniciativas que melhorem a qualidade de vida das pessoas com essa condição.
O que é Epilepsia?
A epilepsia é um distúrbio neurológico crônico caracterizado por crises epilépticas recorrentes devido a descargas elétricas anormais no cérebro. É uma condição que pode ocorrer em qualquer idade e tem diversas causas possíveis, como lesões cerebrais, fatores genéticos ou doenças infecciosas.
Como ajudar?
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Vista-se de roxo no dia 26 de março como forma de solidariedade e conscientização.
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Compartilhe informações corretas sobre a epilepsia, ajudando a reduzir preconceitos.
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Apoie eventos educativos e campanhas nas redes sociais.
Importância deste dia para as pessoas com epilepsia:
Este dia reforça a necessidade de respeito, compreensão e inclusão social das pessoas com epilepsia, destacando que, com o devido apoio e tratamento, é possível ter uma vida ativa e de qualidade.
Se precisar de mais informações ou desejar ações específicas para divulgar a data, é só avisar!
terça-feira, 25 de março de 2025
Síndrome de Down: Uma Condição, Não uma Doença
É importante ressaltar que classificar a Síndrome de Down como doença é inadequado. Uma doença geralmente é caracterizada por sinais clínicos e sintomas que podem progredir, se agravar ou ser curados com intervenções médicas específicas. Por outro lado, a Síndrome de Down é uma condição genética permanente que influencia o desenvolvimento físico e intelectual desde o nascimento, mas não progride como uma doença tradicional.
Indivíduos com Síndrome de Down têm necessidades específicas em saúde, educação e inclusão social. Contudo, essas necessidades não os definem como doentes. Muitas pessoas com essa síndrome vivem vidas plenamente realizadas e produtivas, estudando, trabalhando e participando ativamente de suas comunidades.
Além disso, entender que a Síndrome de Down é uma condição e não uma doença contribui significativamente para eliminar preconceitos e promover uma sociedade mais inclusiva e respeitosa. Reconhecer essa diferença evita rótulos equivocados, que podem limitar a percepção sobre as capacidades reais dessas pessoas.
Portanto, a Síndrome de Down deve ser compreendida como uma variação natural da genética humana, exigindo apoio e adaptação social, mas nunca sendo considerada uma doença a ser curada. Aceitar essa visão é um passo essencial para a construção de uma sociedade verdadeiramente inclusiva e igualitária.
Avaliação Multidimensional da Pessoa Idosa: Um Caminho para Envelhecer com Saúde, Autonomia e Qualidade de Vida
A avaliação envolve múltiplas dimensões, como a avaliação clínica, que analisa doenças e condições médicas presentes, além de revisar medicamentos e exames laboratoriais. Outro aspecto essencial é a avaliação funcional, que avalia a capacidade do idoso em realizar atividades básicas da vida diária (ABVD), como alimentação e higiene pessoal, e atividades instrumentais (AIVD), como preparar alimentos, administrar finanças e tomar medicamentos corretamente. Esses elementos ajudam a determinar o grau de dependência do idoso, orientando possíveis intervenções de apoio ou reabilitação.
A dimensão psicológica da AMPI analisa o estado emocional e cognitivo do idoso, investigando problemas como depressão, ansiedade, solidão e declínio cognitivo, que podem comprometer significativamente sua qualidade de vida. Já a avaliação social considera aspectos como redes de suporte social, relações familiares, condições de moradia e acessibilidade aos serviços comunitários. Essa visão integral permite identificar fatores que influenciam a saúde do idoso e, por vezes, passam despercebidos em avaliações clínicas tradicionais.
Por fim, a dimensão ambiental contempla a segurança e acessibilidade dos ambientes domésticos e comunitários frequentados pelo idoso, avaliando riscos potenciais de quedas ou acidentes domésticos, e indicando adaptações necessárias para promover segurança e autonomia.
A Avaliação Multidimensional da Pessoa Idosa constitui uma ferramenta essencial para garantir um envelhecimento saudável e ativo, permitindo intervenções preventivas e terapêuticas mais eficazes. Sua importância reside em promover uma visão holística do idoso, contribuindo diretamente para a melhoria da qualidade de vida, autonomia e participação social, garantindo dignidade e respeito em todas as fases do envelhecimento.