Mostrando postagens com marcador libras. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador libras. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 7 de maio de 2026

Comissão aprova atendimento com Libras em urgência e emergência hospitalar

A acessibilidade na saúde não pode esperar. Em situações de urgência e emergência, a comunicação rápida e clara pode fazer toda a diferença no atendimento. Por isso, ganha importância a aprovação, pela Comissão de Saúde da Câmara dos Deputados, de um projeto que prevê serviço de intérprete de Libras no atendimento de urgência e emergência em hospitais de médio e grande porte. A notícia oficial foi publicada em 5 de maio de 2026.

Segundo a Câmara, o texto aprovado é a versão apresentada pela relatora, deputada Rogéria Santos, para o PL 342/2024, de autoria do deputado Raniery Paulino. A proposta determina que hospitais de médio e grande porte ofereçam condições de comunicação acessível a pacientes surdos ou com deficiência auditiva em momentos críticos de atendimento.

O projeto prevê que esse suporte possa ser feito com intérprete presencial ou por meio de solução remota, como videochamada, o que amplia as possibilidades de implementação e reduz a dependência de presença física imediata no local. A proposta também menciona a necessidade de capacitação dos profissionais de saúde em Libras, reforçando que inclusão não depende só de tecnologia, mas também de preparo humano e institucional.

Na prática, a medida toca em um problema muito real. Em uma consulta eletiva, a falta de acessibilidade já é grave. Mas, em um pronto-socorro ou em uma emergência hospitalar, ela pode ser ainda mais cruel. Quando a pessoa surda não consegue explicar o que está sentindo, entender orientações médicas ou responder a perguntas básicas sobre sintomas e histórico de saúde, o atendimento se torna mais inseguro, mais angustiante e menos digno. Essa leitura é uma inferência coerente com o objetivo do projeto e com a natureza do atendimento de urgência.

Para o Cantinho dos Amigos Especiais, essa é uma pauta que merece atenção especial porque mostra como acessibilidade não é luxo nem detalhe. Em saúde, comunicação é parte do cuidado. Garantir Libras em situações de urgência significa reconhecer que o paciente surdo não pode depender da sorte, da presença eventual de um familiar ou da improvisação da equipe para ser atendido adequadamente.

Outro ponto importante é que a proposta ainda não virou lei. Depois da aprovação na Comissão de Saúde, o projeto seguirá para outras etapas de tramitação na Câmara. Mesmo assim, o avanço já é relevante porque coloca no centro do debate um tema que costuma ser invisibilizado: a acessibilidade comunicacional em momentos de vulnerabilidade extrema.

Também vale observar que o uso de intérprete remoto já aparece em experiências concretas de atendimento público, como o suporte em Libras oferecido pelo Poupatempo em São Paulo. Isso sugere que a proposta discutida na Câmara não está desconectada da realidade tecnológica atual e pode dialogar com soluções já em uso no serviço público. Essa observação é uma inferência baseada em iniciativa oficial já divulgada no estado de São Paulo.

No fim das contas, a aprovação em comissão reforça uma ideia simples e poderosa: em um hospital, ser compreendido também faz parte do direito à saúde. E quando esse direito não é garantido, a exclusão pode acontecer justamente no momento em que a pessoa mais precisa de acolhimento, rapidez e cuidado.

Fontes

Agência Câmara Notícias — notícia oficial sobre a aprovação do projeto que prevê intérprete de Libras em urgência e emergência hospitalar, publicada em 5 de maio de 2026.

Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo — exemplo de atendimento público com suporte em Libras por vídeo, disponível no Poupatempo.

Texto e imagem produzidos com inteligência artificial.
Autor responsável: José Eduardo Thomé de Saboya Oliveira.

segunda-feira, 27 de abril de 2026

Poupatempo amplia atendimento em Libras e reforça acessibilidade nos serviços públicos

A acessibilidade comunicacional é parte fundamental da inclusão. Em São Paulo, esse tema ganhou destaque com a notícia de que o Poupatempo oferece atendimento em Libras em todos os seus postos no estado, com apoio da Central de Interpretação de Libras, iniciativa da Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência. A informação foi publicada em 24 de abril de 2026, justamente no Dia Nacional da Libras, reforçando a importância de tornar os serviços públicos mais acessíveis para a população surda.

Segundo a publicação oficial, o atendimento funciona por meio de intérpretes conectados por vídeo, que intermediam a comunicação entre a pessoa surda e os colaboradores dos postos. Além disso, as equipes presenciais também estão preparadas para recepcionar e orientar o público com esse suporte, o que amplia a qualidade do atendimento e reduz barreiras no dia a dia.

A iniciativa está disponível nos 244 postos do Poupatempo em todo o estado de São Paulo e também nos canais digitais. No aplicativo Poupatempo SP.GOV.BR, o acesso pode ser feito pelo botão “Suporte em Libras ao vivo”. Já no portal, a funcionalidade está disponível por meio de videochamadas acessíveis. Isso significa que a pessoa surda pode buscar atendimento tanto presencialmente quanto de forma digital, com mais autonomia e menos obstáculos de comunicação.

O presidente da Prodesp, Gileno Barreto, afirmou que a inclusão no serviço público passa diretamente pela forma como o cidadão é atendido. Já o secretário de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência, Marcos da Costa, destacou que levar a Libras para dentro de serviços como o Poupatempo ajuda a eliminar barreiras e promove autonomia, respeito e inclusão real no cotidiano das pessoas surdas.

Para o Cantinho dos Amigos Especiais, essa é uma notícia importante porque mostra a acessibilidade acontecendo de forma concreta. Muitas vezes, quando se fala em inclusão, o tema fica no campo das intenções. Mas, quando um serviço público amplia o atendimento em Libras, a mudança aparece na prática: a pessoa surda consegue ser atendida com mais independência, compreende melhor as orientações recebidas e passa a exercer seus direitos com mais segurança. Essa leitura decorre diretamente do funcionamento do serviço e do objetivo declarado pela própria iniciativa.

Também vale destacar que a medida faz parte da estratégia de transformação digital do Governo de São Paulo, conduzida pela Secretaria de Gestão e Governo Digital, com foco na ampliação do acesso e na melhoria da experiência do cidadão. Ou seja, não se trata apenas de um recurso isolado, mas de uma linha de ação que conecta tecnologia, serviço público e inclusão.

No fim das contas, iniciativas assim lembram algo essencial: acessibilidade não é favor, é condição para cidadania. Quando a comunicação é garantida de forma adequada, o atendimento deixa de ser um desafio e passa a cumprir sua função pública com mais justiça. E esse é exatamente o tipo de avanço que merece ser acompanhado e valorizado.

Fonte:

Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo — notícia oficial: “Com atendimento em Libras, Poupatempo elimina barreiras de comunicação no acesso a serviços públicos”, publicada em 24/04/2026. 


Texto e imagem produzidos com inteligência artificial.

Autor responsável: José Eduardo Thomé de Saboya Oliveira.

sexta-feira, 24 de abril de 2026

Dia Nacional da LIBRAS: uma língua que abre caminhos para a inclusão

No dia 24 de abril, celebramos o Dia Nacional da Língua Brasileira de Sinais, conhecida como LIBRAS.

Mais do que uma data comemorativa, este dia nos convida a refletir sobre comunicação, respeito, acessibilidade e cidadania. A LIBRAS é a língua utilizada por muitas pessoas surdas no Brasil e possui estrutura gramatical própria. Ela não é mímica, não é improviso e não é apenas um conjunto de gestos. É uma língua completa, viva, expressiva e fundamental para a identidade da comunidade surda.

A data está ligada à Lei nº 10.436, de 24 de abril de 2002, que reconheceu oficialmente a LIBRAS como meio legal de comunicação e expressão no Brasil. A lei também afirma que o poder público deve apoiar o uso e a difusão da LIBRAS, garantindo que essa língua esteja cada vez mais presente nos espaços sociais, educacionais, culturais e institucionais.

Falar sobre LIBRAS é falar sobre o direito de existir plenamente em sociedade. Quando uma pessoa surda encontra atendimento em LIBRAS, intérprete em um evento, legenda em um vídeo, acessibilidade em uma escola ou acolhimento em um serviço público, ela não está recebendo um favor. Está tendo reconhecido um direito.

A inclusão verdadeira começa quando entendemos que comunicação não pode ser uma barreira. Uma sociedade acessível é aquela que se esforça para ouvir também com os olhos, acolher com respeito e permitir que cada pessoa participe da vida coletiva com dignidade.

Também é importante lembrar que a LIBRAS não substitui a língua portuguesa escrita. Elas caminham juntas em muitos contextos. A LIBRAS é uma língua visual-motora, com identidade própria, enquanto o português escrito continua sendo uma ferramenta importante de comunicação, estudo e participação social.

Por isso, aprender ao menos sinais básicos de LIBRAS pode ser um gesto simples, mas muito significativo. Cumprimentar, agradecer, pedir licença, perguntar o nome ou dizer “bom dia” em LIBRAS pode abrir portas de acolhimento e respeito.

Neste Dia Nacional da LIBRAS, o Cantinho dos Amigos Especiais celebra a comunidade surda, os intérpretes, professores, familiares, estudantes e todas as pessoas que trabalham para construir um Brasil mais acessível.

Que esta data nos lembre que inclusão não acontece apenas quando falamos sobre direitos, mas quando transformamos esses direitos em atitudes concretas no dia a dia.

LIBRAS é língua.
LIBRAS é identidade.
LIBRAS é acessibilidade.
LIBRAS é inclusão.

Texto e imagem produzidos com inteligência artificial.
Autor responsável: José Eduardo Thomé de Saboya Oliveira.

terça-feira, 14 de abril de 2026

Comissão da Câmara aprova projeto que amplia acessibilidade digital para pessoas com deficiência

A acessibilidade não pode parar na calçada, no elevador ou no ônibus. Ela também precisa existir nos sites, nos jogos, nas plataformas de vídeo e nos serviços on-line que fazem parte da vida moderna. Foi com esse foco que a Comissão de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência da Câmara dos Deputados aprovou, em 13 de abril, um projeto que amplia as exigências de acessibilidade digital para pessoas com deficiência. A proposta ainda não virou lei, mas representa um passo importante no reconhecimento de que a inclusão também precisa ser garantida no ambiente virtual.

De acordo com a Câmara, o texto prevê que fornecedores de jogos eletrônicos garantam, na medida do possível, pleno acesso às pessoas com deficiência. Também determina que sites governamentais adotem medidas de acessibilidade, como audiodescrição de vídeos e tradução para Libras. Além disso, o projeto inclui regras para transmissões de vídeo pela internet, como videoconferências, exigindo recursos como legendas fechadas em tempo real, janela com intérprete de Libras e a possibilidade de um canal de áudio separado para audiodescrição, configurável pelo usuário.

Na prática, isso significa reconhecer que a exclusão digital também é uma forma de barreira. Quando uma pessoa cega não consegue compreender um vídeo por falta de audiodescrição, quando uma pessoa surda não tem acesso a legendas ou Libras, ou quando uma plataforma ignora recursos básicos de navegação acessível, o problema não está na pessoa — está no sistema que foi criado sem pensar nela. Esse é justamente o tipo de barreira que a proposta tenta enfrentar. A própria notícia da Câmara resume que o projeto estabelece novas regras para garantir acessibilidade em sites, jogos eletrônicos e serviços de streaming.

O tema merece atenção especial porque a vida digital deixou de ser complemento há muito tempo. Hoje, estudar, trabalhar, buscar atendimento público, participar de reuniões, fazer cursos e até acompanhar conteúdos culturais depende cada vez mais da internet. Por isso, falar em acessibilidade digital não é luxo nem detalhe técnico. É falar de direito à informação, autonomia, participação social e igualdade de oportunidades. A proposta aprovada pela comissão vai nessa direção ao tentar transformar recursos de acessibilidade em obrigação mais clara e objetiva.

Outro ponto importante é que o texto ainda terá novos passos pela frente. Segundo a Câmara, o projeto será analisado, em caráter conclusivo, pelas comissões de Comunicação e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Depois disso, para virar lei, ainda precisará ser aprovado pela Câmara e pelo Senado, além de receber sanção presidencial. Ou seja: é uma pauta promissora, mas que ainda precisa ser acompanhada com atenção.

No Cantinho dos Amigos Especiais, esse tema dialoga diretamente com a realidade de muitas famílias e pessoas com deficiência. De nada adianta o mundo dizer que tudo está mais moderno, mais rápido e mais conectado, se uma parte da população continua ficando de fora justamente por falta de adaptação. A tecnologia só é avanço de verdade quando pode ser usada por todos. E, nesse sentido, toda proposta séria de acessibilidade digital merece ser observada, debatida e cobrada.

Fontes e links

Câmara dos Deputados — “Comissão aprova projeto que amplia acessibilidade digital de pessoas com deficiência”, publicada em 13 de abril de 2026.

Se quiser, eu já preparo os marcadores dessa matéria.

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2026

Projeto de Lei Propõe Intérpretes de Libras e Tecnologia Assistiva em Hospitais


Medida busca ampliar a acessibilidade no atendimento à saúde

Uma proposta legislativa associada à senadora Damares Alves reacendeu o debate sobre a inclusão de pessoas com deficiência auditiva no sistema de saúde brasileiro. O projeto prevê a ampliação do uso de intérpretes de Libras e de tecnologias assistivas em hospitais e unidades de atendimento, com o objetivo de garantir comunicação clara entre pacientes e equipes médicas.

A iniciativa surge em um contexto em que entidades ligadas à acessibilidade defendem que a comunicação adequada em ambientes hospitalares não é apenas uma questão de inclusão, mas também de segurança do paciente.


A proposta em foco

O projeto busca assegurar que pessoas surdas ou com deficiência auditiva tenham condições reais de compreender diagnósticos, orientações médicas e procedimentos hospitalares. Entre os pontos discutidos estão:

  • disponibilidade de intérpretes de Libras, presencialmente ou por vídeo;

  • uso de tecnologias assistivas que facilitem a comunicação;

  • adoção de recursos visuais e digitais em hospitais;

  • melhoria do acolhimento e da autonomia do paciente.

A ideia é que a acessibilidade deixe de ser algo eventual e passe a integrar o funcionamento regular das unidades de saúde.


Contexto legislativo e social

A discussão ocorre em paralelo a outras iniciativas voltadas à valorização dos profissionais da Libras e à ampliação da acessibilidade em serviços públicos. A regulamentação da atividade de tradutores e intérpretes de Libras, sancionada recentemente, reforçou a necessidade de formação adequada e reconhecimento profissional da categoria.

Além disso, propostas legislativas que tratam do fornecimento de tecnologia assistiva no sistema público de saúde têm sido apresentadas como forma de reduzir barreiras comunicacionais enfrentadas por pessoas com deficiência.


Por que o tema é importante?

Em ambientes hospitalares, a falta de comunicação clara pode gerar consequências graves, como:

  • dificuldades para relatar sintomas;

  • incompreensão sobre medicações ou exames;

  • insegurança durante procedimentos;

  • perda de autonomia do paciente.

Especialistas apontam que o uso combinado de intérpretes humanos e recursos tecnológicos pode melhorar significativamente a qualidade do atendimento, tornando-o mais seguro e humanizado.


Desafios para implementação

Apesar do avanço do debate, ainda existem obstáculos práticos:

  • número insuficiente de intérpretes em algumas regiões;

  • custos de implantação em hospitais menores;

  • necessidade de padronização da formação profissional;

  • integração entre equipes médicas e recursos de acessibilidade.

Esses pontos vêm sendo discutidos no Congresso como parte do aprimoramento das políticas públicas de inclusão.


Análise

A proposta reforça uma mudança de perspectiva cada vez mais presente no debate público: a acessibilidade não deve ser tratada como um serviço extra, mas como parte essencial do cuidado em saúde.

Garantir comunicação plena significa permitir que o paciente compreenda, escolha e participe do próprio tratamento — princípio alinhado ao que já prevê a legislação brasileira sobre direitos da pessoa com deficiência.


Links e referências

Texto e imagem produzidos com inteligência artificial.
Autor responsável: José Eduardo Thomé de Saboya Oliveira.

quinta-feira, 27 de novembro de 2025

História da LIBRAS - CAPÍTULO 5 – Quando a Libras Surgiu… e Por Que Isso Importa Hoje

 (Resumo do capítulo anterior:)


Vimos como a Libras enfrentou proibições, resistiu, se organizou e conquistou reconhecimento legal. Agora, podemos responder com clareza: quando ela realmente surgiu?

A Libras nasceu:

  • antes de 1857, nas mãos e na convivência de pessoas surdas brasileiras;

  • ganhou forma institucional em 1857, com o INES;

  • sofreu repressão a partir de 1880, mas resistiu culturalmente;

  • foi reconhecida em 2002 como meio legal de comunicação;

  • teve sua aplicação regulamentada em 2005.

Hoje, aprender Libras é muito mais do que aprender uma língua: é abrir espaço para inclusão, respeito e acessibilidade. É reconhecer e honrar uma comunidade que lutou para existir.

E aqui fica o convite do Cantinho dos Amigos Especiais:

🎇 Que tal começar sua jornada na Libras?

Cada sinal aprendido é uma ponte construída.
Cada gesto é um ato de respeito.
Cada mão aberta é também um coração se abrindo para um Brasil mais inclusivo.

sexta-feira, 21 de novembro de 2025

História da LIBRAS -CAPÍTULO 4 – A Luta pelo Reconhecimento: Da Resistência à Lei

(Resumo do capítulo anterior:)
No capítulo anterior, acompanhamos como o oralismo tentou calar a Libras, mas não conseguiu. A comunidade surda manteve viva sua língua apesar de todas as repressões.

No final do século XX, movimentos de surdos passaram a ganhar força em todo o país. Associações, lideranças, professores e intérpretes se uniram para lutar por direitos linguísticos, acesso à educação e reconhecimento oficial da Libras.

A vitória veio em duas etapas:

Lei nº 10.436/2002: reconhece a Libras como meio legal de comunicação e expressão.

Decreto nº 5.626/2005: regulamenta a lei, define políticas públicas, garante intérpretes e assegura ensino de Libras nos cursos de formação.


Esse marco histórico não foi um presente: foi uma conquista construída pela comunidade surda, com décadas de mobilização.

Gancho para o Capítulo 5:
Mas afinal, o que tudo isso nos ensina sobre o surgimento da Libras? E o que podemos fazer com esse conhecimento?

Texto e imagem produzidos com inteligência artificial 
Autor responsável: José Eduardo Thomé de Saboya Oliveira.

quarta-feira, 19 de novembro de 2025

História da LIBRAS - CAPÍTULO 3 – O Período do Silêncio: A Proibição das Línguas de Sinais

(Resumo do capítulo anterior:)
No capítulo anterior, vimos como 1857 representou um divisor de águas para a história da Libras. Porém, essa fase de expansão foi drasticamente afetada por um evento internacional.

Em 1880, o Congresso de Milão — resposta global a questões educacionais da época — decidiu banir as línguas de sinais das escolas, impondo o oralismo como único método de ensino para pessoas surdas. A Libras foi reprimida em sala de aula e vista como “atraso” pedagógico.

Mas a comunidade surda resistiu. Mesmo proibida, a Libras permaneceu firme nos pátios, nas associações, nas casas e nos encontros informais. Foi um período duro, mas decisivo para provar a força cultural da língua.

Gancho para o Capítulo 4:
E foi justamente dessa resistência que floresceu o movimento que transformaria a história da Libras no Brasil.