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terça-feira, 26 de maio de 2026

Dia Nacional de Combate ao Glaucoma — 26 de maio

O Dia Nacional de Combate ao Glaucoma, lembrado em 26 de maio, é uma data de conscientização sobre uma doença silenciosa, progressiva e muito séria. No Brasil, a data foi instituída pela Lei nº 10.456/2002 e tem como objetivo alertar a população sobre a importância do acompanhamento oftalmológico regular.

O glaucoma atinge o nervo óptico, estrutura responsável por levar as informações visuais dos olhos ao cérebro. Em muitos casos, a doença está associada ao aumento da pressão intraocular, mas apenas o médico oftalmologista pode avaliar corretamente cada situação.

O grande perigo do glaucoma é que ele pode evoluir sem sintomas durante muito tempo. A pessoa pode não sentir dor, não perceber alterações importantes e, quando nota alguma dificuldade, a perda visual já pode estar avançada. Um sinal comum nas fases mais tardias é a perda da visão periférica, quando a pessoa passa a enxergar o que está à frente, mas começa a não perceber bem o que está dos lados.

Por isso, o exame oftalmológico regular é essencial. O Ministério da Saúde reforça que o acompanhamento adequado ajuda a prevenir e tratar o glaucoma, considerado uma das principais causas de cegueira irreversível no mundo.

Quem deve ter atenção redobrada?

Alguns grupos precisam de cuidado especial: pessoas acima dos 40 anos, quem tem histórico familiar de glaucoma, pessoas com pressão ocular elevada, diabetes, miopia alta, uso prolongado de corticoides ou outras condições oculares. Mas a orientação mais segura é simples: consultar o oftalmologista periodicamente, mesmo quando a visão parece estar boa.

Glaucoma tem tratamento?

O glaucoma é uma doença crônica e, em geral, não tem cura definitiva, mas pode ser controlado. O tratamento pode envolver colírios, laser ou cirurgia, conforme avaliação médica. O objetivo é reduzir a pressão intraocular e impedir que a doença continue danificando o nervo óptico.

Também é importante lembrar: o tratamento precisa ser seguido com disciplina. Colírio usado “de vez em quando” não protege como deveria. Quando o médico orienta horários e acompanhamento, isso faz parte da preservação da visão.

Um olhar especial para quem já convive com deficiência visual

Falar sobre glaucoma também é falar de acessibilidade, acolhimento e respeito. Muitas pessoas com baixa visão ou cegueira enfrentam desafios diários que vão além da saúde ocular: dificuldade de locomoção, barreiras em serviços públicos, falta de informação acessível e pouca compreensão da sociedade.

Por isso, o Dia Nacional de Combate ao Glaucoma não deve ser apenas um alerta médico. Ele também deve ser um convite à empatia: orientar familiares, ajudar idosos a marcar consultas, lembrar alguém de usar corretamente o colírio, oferecer apoio sem infantilizar e defender ambientes mais acessíveis.

Mensagem final

Cuidar da visão é um gesto de amor pela vida. O glaucoma pode ser silencioso, mas a prevenção não precisa ser. Uma consulta, um exame e um diagnóstico precoce podem fazer toda a diferença.

Neste 26 de maio, compartilhe informação. Incentive o cuidado. Ajude alguém a enxergar o futuro com mais segurança.

Texto e imagem produzidos com inteligência artificial.
Autor responsável: José Eduardo Thomé de Saboya Oliveira.

sexta-feira, 17 de abril de 2026

BV no ar #36 | Abril Marrom: Saúde Ocular com a Prof. Dra. Juliana Sallum

 


💚 Bengala Verde no Ar voltou! E você não pode perder este episódio!

A nova temporada começou com tudo: conversando sobre o Abril Marrom e saúde ocular com a Dra. Juliana Sallum, uma das maiores referências em genética ocular do Brasil.

👁️ Você cuida da sua visão como deveria? Neste episódio, abordamos prevenção, diagnóstico precoce e o acompanhamento oftalmológico ao longo da vida, conteúdo essencial para todas as pessoas, inclusive para quem já convive com perda visual.

Fonte: Bengala Verde Brasil (via What´sApp)

quarta-feira, 15 de abril de 2026

Herpes ocular: o que você precisa saber ao receber esse diagnóstico


Receber o diagnóstico de herpes ocular pode assustar. O nome preocupa, os sintomas incomodam e muitas pessoas saem da consulta com medo de perder a visão. Mas a primeira informação importante é esta: com acompanhamento médico e tratamento correto, muitos casos podem ser controlados. O essencial é não ignorar os sintomas, não se automedicar e seguir direitinho a orientação do oftalmologista.O herpes ocular é uma infecção geralmente causada pelo vírus herpes simplex, o mesmo grupo viral relacionado ao herpes labial. Quando esse vírus atinge o olho, ele pode inflamar a córnea, que é a parte transparente na frente do olho. Por isso, em muitos casos, o quadro também recebe o nome de ceratite herpética. Embora muitos episódios melhorem com tratamento, os casos mais intensos podem causar cicatriz na córnea e prejudicar a visão.

Sintomas que merecem atenção

Os sintomas mais comuns incluem olho vermelho, dor, lacrimejamento, sensibilidade à luz, sensação de areia ou corpo estranho e visão embaçada. Em algumas pessoas, pode haver inchaço, irritação nas pálpebras ou desconforto importante em apenas um dos olhos. Esses sinais não devem ser tratados como algo banal, porque o olho precisa ser examinado rapidamente quando há suspeita de herpes ocular.

O que fazer ao receber o diagnóstico

A principal atitude é levar o tratamento a sério. O tratamento costuma envolver medicação antiviral, que pode ser em forma de pomada, colírio, gel oftálmico ou comprimidos, conforme o tipo e a gravidade do caso. Em algumas situações, o oftalmologista pode associar outros medicamentos, mas isso precisa ser feito com cuidado e supervisão especializada.

Outro ponto essencial: não use colírio por conta própria, principalmente colírios com corticoide sem orientação médica. Em alguns tipos de herpes ocular, o uso inadequado pode piorar a infecção e aumentar o risco de dano à córnea.

Existe perigo de contágio?

Sim, existe possibilidade de transmissão do vírus herpes simplex, mas isso precisa ser entendido sem pânico. O vírus costuma ser transmitido principalmente por contato direto com saliva, pele ou lesões herpéticas, como no herpes labial. No entanto, quando a pessoa apresenta herpes ocular, muitas vezes o episódio não aconteceu por um “novo contágio”, mas por reativação de um vírus que já estava no organismo.

Ou seja: não costuma passar simplesmente por estar perto, conversar ou dividir o mesmo ambiente. O maior cuidado está no contato direto com secreções, feridas e mãos contaminadas que depois tocam os olhos.

Como evitar a transmissão ou agravamento

Alguns cuidados simples ajudam bastante no dia a dia:

lave bem as mãos com frequência, especialmente antes de encostar nos olhos ou aplicar medicação;

não esfregue nem coce os olhos;

evite tocar em feridas de herpes labial e depois levar a mão aos olhos;

não compartilhe toalhas de rosto, fronhas, maquiagem de olhos, colírios, lentes de contato ou objetos de uso ocular;

e siga corretamente o tratamento prescrito.


Esses cuidados são ainda mais importantes quando há lesões ativas de herpes na boca ou perto do rosto, e também quando a pessoa convive com bebês, idosos mais frágeis ou pessoas com imunidade baixa. Essa prevenção não é exagero: é uma forma responsável de proteger a saúde de todos.

Para quem usa lentes de contato

Quem usa lente de contato precisa ter atenção especial. O uso de lentes está associado a maior risco de ceratite, e, diante de inflamação ou infecção ocular, o paciente geralmente deve suspender o uso até liberação do oftalmologista. Além disso, lentes, estojos e soluções nunca devem ser compartilhados.

O herpes ocular tem cura?

O vírus herpes simplex permanece no organismo em estado latente. Por isso, os especialistas explicam que não se fala, em geral, em eliminação definitiva do vírus, mas sim em controle da crise, tratamento da inflamação e prevenção de recorrências. Em algumas pessoas, o quadro pode voltar de tempos em tempos, o que reforça a importância do seguimento oftalmológico.

Quando procurar ajuda com urgência

A pessoa deve procurar atendimento oftalmológico rapidamente se perceber piora da dor, aumento da vermelhidão, queda da visão, muita sensibilidade à luz, secreção importante ou se os sintomas não melhorarem como esperado. Como a córnea é uma estrutura delicada, qualquer piora merece reavaliação.

Como familiares e cuidadores podem ajudar

Para familiares e cuidadores, a melhor ajuda é unir calma, organização e observação. Muitas vezes, quem recebe esse diagnóstico fica inseguro, com medo e com dificuldade para seguir horários de colírios, pomadas ou comprimidos. Ter alguém por perto para ajudar com a medicação, acompanhar consultas e observar sinais de piora faz muita diferença. Isso é ainda mais importante quando a pessoa já vive com baixa visão, dor ocular ou outras limitações.

Também ajuda muito respeitar o desconforto do paciente. Em alguns momentos, ele pode precisar de ambiente com menos luz, descanso visual e apoio em tarefas simples do dia a dia. E, do ponto de vista prático, familiares e cuidadores devem manter atenção extra com a higiene das mãos, com a aplicação correta dos medicamentos e com o não compartilhamento de objetos pessoais.

Uma palavra de acolhimento

Receber o diagnóstico de herpes ocular não é o fim da esperança. É, sim, um chamado para cuidar do olho com atenção, disciplina e acompanhamento adequado. Informação correta ajuda a vencer o medo. E apoio familiar ajuda a transformar um momento de angústia em um caminho mais seguro e humano.


Se você acabou de receber esse diagnóstico, respire fundo: não caminhe sozinho, não abandone o acompanhamento e não use medicamentos por conta própria. Se você é familiar ou cuidador, sua presença amorosa, atenta e organizada pode fazer toda a diferença.

Fontes:

American Academy of Ophthalmology; CDC; NHS; Mayo Clinic.


Texto e imagem produzidos com inteligência artificial.
Autor responsável: José Eduardo Thomé de Saboya Oliveira.

segunda-feira, 13 de abril de 2026

Amaurose Congênita de Leber: uma doença rara que afeta a visão desde cedo


Quando ouvimos falar em cegueira infantil, muita gente imagina apenas acidentes, infecções ou problemas no parto. Mas existe também uma causa genética rara e hereditária que pode comprometer a visão logo nos primeiros meses de vida: a amaurose congênita de Leber. Ela é um grupo de doenças hereditárias da retina, estrutura no fundo do olho responsável por captar a luz e ajudar o cérebro a formar as imagens.

Em palavras bem simples, a retina funciona como uma espécie de “tela sensível” dentro do olho. Na amaurose congênita de Leber, essa parte não funciona como deveria desde muito cedo. Por isso, o bebê ou a criança pequena pode apresentar visão muito reduzida ou até cegueira importante já no início da vida. A condição é considerada uma das causas mais conhecidas de deficiência visual grave de origem genética na infância.

Os sinais podem aparecer logo nos primeiros meses. Entre eles, estão a dificuldade para reagir à luz, pouco contato visual, movimentos involuntários dos olhos e, em alguns casos, o hábito de apertar ou esfregar os olhos com frequência. Às vezes, no começo, o fundo do olho pode até parecer normal no exame, o que torna o diagnóstico mais desafiador.

A doença é hereditária. Na maioria dos casos, ela está ligada a alterações genéticas herdadas do pai e da mãe. Por isso, o diagnóstico costuma envolver avaliação oftalmológica especializada, exames da retina e, muitas vezes, testes genéticos, que ajudam a identificar a alteração responsável.

Embora seja uma condição rara, é importante saber que a ciência avançou bastante. Já existe terapia gênica aprovada para alguns casos específicos relacionados ao gene RPE65, o que representa uma esperança real para parte dos pacientes. Ao mesmo tempo, isso não significa que todos os casos tenham o mesmo tratamento, porque a amaurose congênita de Leber pode ser causada por genes diferentes.

Falar sobre doenças raras também é falar sobre inclusão. Quando uma criança tem baixa visão ou cegueira desde cedo, ela e a família precisam de acolhimento, orientação, acompanhamento médico e acesso a recursos de estimulação, educação inclusiva e acessibilidade. Informação correta faz diferença, porque ajuda a combater o medo, o preconceito e a desinformação.

No Cantinho dos Amigos Especiais, lembrar temas como este é uma forma de reforçar que cada pessoa merece respeito, apoio e oportunidade de desenvolver seu potencial. Conhecer uma condição rara não é apenas aprender um nome difícil. É enxergar melhor a realidade de muitas famílias que convivem, todos os dias, com desafios que o resto da sociedade quase não vê.

Fontes e links

  • Medline/NIH – informações sobre doenças genéticas da retina e amaurose congênita de Leber.
  • Foundation Fighting Blindness – página explicativa sobre Leber Congenital Amaurosis.
  • American Academy of Ophthalmology – revisão sobre a doença.
  • Revisão científica sobre terapia gênica em doenças hereditárias da retina. 
Texto e imagem produzidos com inteligência artificial.
Autor responsável: José Eduardo Thomé de Saboya Oliveira.

domingo, 12 de abril de 2026

Abril Marrom: um mês para lembrar que cuidar da visão também é cuidar da vida

Abril é um convite à conscientização. Mesmo sendo um tema ainda pouco comentado por muita gente, o Abril Marrom existe para chamar atenção para a prevenção de doenças que podem levar à cegueira, para a importância do diagnóstico precoce e também para o respeito às pessoas com deficiência visual.

Falar de saúde ocular não é exagero. É cuidado. Muitas doenças da visão podem evoluir de forma silenciosa, sem causar alarme imediato no começo. Por isso, campanhas como o Abril Marrom ajudam a lembrar uma verdade simples: procurar orientação, fazer acompanhamento e não ignorar sinais do corpo pode fazer diferença.

Outro ponto importante é que o Abril Marrom não fala apenas de prevenção. Ele também abre espaço para falar de acolhimento, acessibilidade e inclusão. Quando o tema aparece em ações públicas e campanhas de conscientização, ele convida a sociedade a olhar não apenas para a doença, mas também para a dignidade e os direitos das pessoas com deficiência visual.

Em meio à correria da vida, muita gente só lembra dos olhos quando surge algum incômodo maior. Mas a visão merece atenção antes da urgência. O cuidado com a saúde ocular passa por hábitos de prevenção, por exames quando necessários e pela busca de atendimento diante de mudanças que não devem ser banalizadas.

Também é importante lembrar que falar sobre deficiência visual não significa olhar apenas para a limitação. Significa reconhecer autonomia, capacidade, valor humano e necessidade de acessibilidade. Quando a sociedade entende melhor a realidade da baixa visão e da cegueira, ela também se torna mais humana, mais respeitosa e mais preparada para incluir.

Por isso, mesmo quando o assunto não está entre os mais comentados do mês, ele continua merecendo espaço. Abril Marrom é uma oportunidade de lembrar que enxergar a importância desse cuidado já é um passo valioso. Cuidar da visão é cuidar da qualidade de vida, da autonomia e da possibilidade de viver o cotidiano com mais segurança e dignidade.

Que este mês nos ajude a olhar com mais atenção para a saúde ocular, com mais sensibilidade para as pessoas com deficiência visual e com mais consciência sobre a importância da prevenção. Porque informar também é cuidar.

Fontes e links
Lei estadual de São Paulo sobre o Abril Marrom; materiais públicos de conscientização da Prefeitura de São Paulo e da Alesp sobre prevenção, inclusão e saúde ocular.


Texto e imagem produzidos com inteligência artificial. Autor responsável: José Eduardo Thomé de Saboya Oliveira.

quarta-feira, 1 de abril de 2026

Abril Marrom: cuidar da visão também é promover inclusão

Abril é conhecido, no Brasil, como o mês de conscientização sobre a prevenção da cegueira e sobre a importância da saúde ocular. A campanha Abril Marrom busca alertar a população para algo que muitas vezes só recebe atenção quando o problema já avançou: a visão precisa de cuidado, acompanhamento e prevenção. Em 2026, a Comissão de Assuntos Sociais do Senado aprovou um projeto para instituir oficialmente o Abril Marrom como mês de conscientização sobre saúde ocular, prevenção e combate à cegueira.

A proposta da campanha é simples e muito necessária: informar, sensibilizar e incentivar o diagnóstico precoce. Diversas doenças oculares podem evoluir de forma silenciosa, sem causar dor ou sinais evidentes no começo. Quando a pessoa percebe que algo está errado, às vezes já houve perda importante da visão. Por isso, a prevenção continua sendo uma das maiores aliadas da saúde ocular.

Entre as condições que mais preocupam estão a catarata, o glaucoma, a retinopatia diabética e a degeneração macular, além de outras alterações que podem comprometer a visão parcial ou totalmente. O debate em torno do Abril Marrom reforça justamente isso: muitas dessas situações podem ser tratadas, controladas ou ter seus efeitos reduzidos quando descobertas a tempo.

A cor marrom foi associada à campanha por representar a tonalidade dos olhos da maior parte da população brasileira, tornando-se um símbolo de identificação e lembrança sobre a necessidade de olhar com mais atenção para esse tema. A iniciativa surgiu em 2016 e passou a ganhar mais força com ações educativas, exames, palestras e mobilizações públicas ao longo dos anos.

Mas falar de Abril Marrom não é falar apenas de prevenção médica. Também é falar de dignidade, acessibilidade e inclusão. Quando a sociedade discute a cegueira e a baixa visão com seriedade, ela também é convidada a refletir sobre barreiras enfrentadas por pessoas com deficiência visual no dia a dia: falta de acessibilidade, dificuldade de locomoção, escassez de recursos adaptados e, muitas vezes, incompreensão social. O fortalecimento de políticas públicas nessa área foi citado no parecer do Senado como uma medida de interesse público ligada à inclusão social e ao direito à saúde.

Cuidar da visão é cuidar da autonomia, da segurança, da comunicação e da participação plena na vida em sociedade. Para muitas famílias, a deficiência visual não é apenas uma questão clínica: ela interfere na rotina, no estudo, no trabalho, no acesso à informação e até na forma como a pessoa é acolhida ou excluída dos ambientes. Falar sobre isso com responsabilidade é uma forma de defender respeito e cidadania.

O Abril Marrom nos convida, portanto, a duas atitudes muito concretas. A primeira é preventiva: não adiar exames, procurar acompanhamento profissional e dar atenção aos sinais do corpo. A segunda é humana: aprender a construir uma sociedade mais acessível, mais paciente e mais preparada para acolher quem vive com baixa visão ou cegueira.

Cuidar dos olhos é importante. Mas cuidar da forma como enxergamos o outro também é. E talvez essa seja uma das grandes mensagens do Abril Marrom: prevenir a perda da visão e, ao mesmo tempo, ampliar a nossa visão de mundo, com mais consciência, empatia e inclusão.

Texto e imagem produzidos com inteligência artificial.
Autor responsável: José Eduardo Thomé de Saboya Oliveira.