Em 13 de outubro, celebramos profissionais que ajudam a cuidar do movimento, da funcionalidade e da qualidade de vida, respeitando as necessidades de cada pessoa.
Levantar da cama, mudar de posição, alcançar um objeto ou participar de uma atividade em família são ações que fazem parte do cotidiano. Para algumas pessoas, elas exigem apoio, adaptações e acompanhamento profissional. É nesse dia a dia que podemos compreender a importância da fisioterapia.
O Dia Nacional do Fisioterapeuta e do Terapeuta Ocupacional, celebrado em 13 de outubro, foi instituído pela Lei nº 13.084, de 8 de janeiro de 2015. A data homenageia duas profissões distintas, que podem trabalhar juntas no cuidado à saúde e na promoção da autonomia.
Neste post, nosso reconhecimento vai especialmente aos fisioterapeutas e à contribuição que oferecem à vida de tantas pessoas.
Um cuidado que acompanha diferentes necessidades
A fisioterapia envolve avaliação, planejamento e acompanhamento. Seu trabalho pode contribuir para prevenir complicações, recuperar ou manter funções e facilitar atividades importantes para cada pessoa.
Também pode estar presente no atendimento domiciliar, levando o cuidado ao ambiente em que a vida acontece: a casa, a rotina e as relações familiares.
Os objetivos variam. Para uma pessoa, pode ser melhorar a mobilidade. Para outra, preservar uma capacidade, mudar de posição com mais segurança ou participar de uma atividade com maior conforto. Manter uma função também pode ser um resultado valioso.
Deficiência, autonomia e respeito
As pessoas com deficiência têm necessidades diversas. Um diagnóstico, sozinho, não conta toda a história de alguém. É preciso considerar suas condições, seu ambiente, suas preferências e aquilo que deseja realizar.
Por isso, o cuidado deve incluir escuta e participação. A pessoa precisa ser ouvida sobre suas dificuldades, seus limites e seus objetivos.
Autonomia também significa poder escolher, decidir e conduzir a própria vida com os apoios necessários. Receber ajuda não diminui a dignidade de ninguém.
Na fisioterapia, cada processo tem seu ritmo. Comparações e cobranças podem desconsiderar o esforço e a realidade de quem está em acompanhamento. O respeito começa quando reconhecemos que os resultados não são iguais para todos.
Acesso ao cuidado também importa
Celebrar a profissão é uma oportunidade de lembrar que as pessoas precisam ter acesso ao atendimento de que necessitam.
Transporte acessível, ambientes adequados, comunicação compreensível e continuidade do acompanhamento fazem diferença. A inclusão também depende de condições que permitam chegar ao serviço, compreender as orientações e participar das decisões.
Familiares e pessoas de apoio podem colaborar com esse processo, respeitando as escolhas da pessoa atendida e as orientações profissionais.
Nossa homenagem
O Cantinho dos Amigos Especiais homenageia os fisioterapeutas que unem conhecimento, responsabilidade e sensibilidade no cuidado.
Nosso reconhecimento está na atenção a cada pessoa, na escuta de suas necessidades e no compromisso com objetivos que façam sentido para sua vida.
Neste 13 de outubro, celebramos o cuidado que respeita limites, valoriza possibilidades e apoia a autonomia.
Você já contou com a ajuda de um fisioterapeuta? Se quiser, compartilhe nos comentários o que esse acompanhamento representou em sua vida.
Fontes consultadas:
- Câmara dos Deputados — Lei nº 13.084, de 8 de janeiro de 2015.
- COFFITO — Classificação Brasileira de Diagnósticos Fisioterapêuticos.
- COFFITO — Resolução nº 565/2022, sobre a atuação da fisioterapia na atenção domiciliar.
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