sábado, 27 de julho de 2019
quarta-feira, 24 de julho de 2019
UFCG terá primeira dissertação de mestrado defendida por aluna surda
A estudante Girlaine Felisberto de Caldas Aguiar, do Programa de Pós-Graduação em Linguagem e Ensino (PPGLE) da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), será protagonista, nesta terça-feira (16), de um fato inédito na instituição. Ela será a primeira aluna surda da UFCG a defender uma dissertação de mestrado.UFCG terá primeira dissertação de mestrado defendida por aluna surda
Trabalho, que trata do ensino da Língua Brasileira de Sinais (Libras) como segunda língua para ouvintes, será apresentado às 17h desta terça (16)
O trabalho, que trata do ensino da Língua Brasileira de Sinais (Libras) como segunda língua para ouvintes, será apresentado às 17h, no Auditório do Centro de Humanidades (CH), campus sede.
Intitulada “Ensino de Libras para aprendizes ouvintes: a injunção e o espaço como dimensões ensináveis do gênero Instrução de Percurso”, a dissertação parte de uma perspectiva inovadora.
“Existem estudos que tratam do ensino de línguas estrangeiras, como o Inglês, como uma segunda língua para ouvintes. No entanto, em se tratando do ensino de Libras, o trabalho é inovador e serve de modelo”, explica a professora Maria Augusta Macedo, orientadora da pesquisa.
Para Girlaine, que também é professora do curso de Letras Libras da UFCG e já acumula 13 anos de ensino na área, o resultado da pesquisa teve muitos significados. “Essa descoberta em minha pesquisa foi para mim momento importante nos gêneros da Libras. Tive muitas barreiras a vencer durante essa trajetória e consegui conquistar a vitória”, disse a aluna em entrevista por aplicativo de mensagem.
Fonte: Portal Correio
Marcadores:
Deficiência auditiva,
educação
Empresário doa 580 cadeiras de rodas motorizadas para pessoas que não saíam de casa
Por Redação RPA
5 dias atrás
Dono de uma loja de penhores em Connecticut, nos Estados Unidos, o empresário Philip Pavone percebeu que havia algumas cadeiras de rodas motorizadas em seu estabelecimento que não foram vendidas nos vários anos que ficaram ali.Para liberar espaço para o novo inventário, ele colocou um anúncio em um jornal local oferecendo as cadeiras de graça.
Em duas semanas, Pavone recebeu mais de 60 pedidos. Foi aí que o comerciante começou a perceber a real escala do problema: muitos dos que lhe escreveram confidenciaram que o seguro não cobria o custo de uma cadeira de rodas motorizada, que custa entre US$ 4 mil e US$ 40 mil (R$ 16 mil a R$ 160 mil), e que jamais conseguiriam arcar com esse custo.
“Naquele momento, percebi quantas pessoas estavam sofrendo. Foi inacreditável”, disse Pavone. “Algumas das pessoas que escreveram para mim não saíam de casa há meses, algumas há anos… tudo por que não tinha uma cadeira de rodas. Eram muitos idosos e não tinha ninguém para ajudá-los.”Em uma das cartas, um idoso veterano da Guerra do Vietnã (1959-1975) e sobrevivente de um câncer pedia a doação de uma cadeira. Como já havia doado todas que tinha na loja de penhores, Pavone decidiu comprar, consertar e distribuir mais quatro cadeiras de rodas usadas – uma delas para o idoso veterano.
Nesse processo, o comerciante descobriu quantas cadeiras estavam paradas em porões e garagens, absolutamente sem uso, apesar de poderem ser consertadas e doadas para quem mais precisa.
A partir daí, Pavone começou a realizar campanhas de doação para que pudesse em seguida consertar e redistribuir cadeiras de rodas Estados Unidos afora. Nascia sua ONG: a AZ Pawn’s Gift of Mobility.
Uma vez ao ano, a ONG distribui 100 cadeiras de rodas motorizadas e scooters de uma vez.
Entre aqueles que já se beneficiaram com a iniciativa estão um idoso sobrevivente do Holocausto, um soldado veterano da Segunda Guerra Mundial (1939-1945) e uma jovem na faixa dos 20 anos que tem uma doença degenerativa rara, que afeta os músculos do corpo, além de pacientes de casas de repouso e centros de reabilitação.“Uma vez que damos essas cadeiras para as pessoas e vemos como elas são gratas – as lágrimas, os abraços e os beijos -, sei que estamos fazendo a diferença”, diz Pavone. “Essas cadeiras oferecem uma maneira de as pessoas viverem uma vida independente.”
Até aqui, dez anos após a primeira doação, Philip Pavone já distribuiu 580 cadeiras de rodas. A ideia é distribuir mais 100 até o fim deste ano. Para cumprir sua meta, ele iniciou uma campanha de financiamento coletivo no GoFundMe visando arrecadar US$ 50 mil (R$ 200 mil) para a coleta e conserto de dezenas de cadeiras de rodas abandonadas.
Saiba mais assistindo o vídeo abaixo:
Você conhece o VOAA? VOAA significa vaquinha online com amor e afeto. E é do Razões! Se existe uma história triste, lutamos para transformar em final feliz. Acesse e nos ajude a mudar histórias.
Fonte: GNN via Razões Para Acreditar
Fotos: Reprodução/GoFundMe Heroes
Colaboração: José Laercio Chaves
Colaboração: José Laercio Chaves
Kobo inaugura a sua loja de audiolivros em português do Brasil
Vendendo, a princípio, no esquema de a la carte, a empresa nipo-canadense disponibiliza 1,2 mil títulos em português do Brasil
PUBLISHNEWS, LEONARDO NETO, 24/07/2019
O mercado consumidor de audiolivros no Brasil pode ainda ser pequeno, mas a que depender do número de competidores por essa audiência, ele será grande em breve. Quem começou a colocar as suas fichas nessa aposta foi a Kobo que acaba de colocar no ar a sua loja de audiolivros.O catálogo com mais de 1,2 mil títulos em português do Brasil foi construído em parceria com dois dos provedores de conteúdo em áudio em operação no Brasil: a Tocalivros e a Bookwire. Camila Cabete, gerente sênior de relações com os editores da empresa no Brasil, ressalta que esse número cresce se considerar o catálogo já existente em outras línguas na plataforma. "Esta é a primeira de um sequência de boas notícias que queremos dar a respeito da Kobo no Brasil. A loja de audiobooks começa em versão beta, contendo mais de 1.200 títulos em Português do Brasil, fora o acervo internacional. A Kobo quer reforçar a presença no Brasil. Num país onde a briga é por leitores, o áudio vem para nos ajudar nesta luta", disse em exclusividade do PublishNews.
No catálogo estão obras como Angu de sangue (R$ 12), de Marcelino Freire, narrado pelo próprio autor e por Olívia Araújo e Luiz Bras; Dias raros (R$ 12), de João Anzanello Carrascoza e narrado pelo Grupo Teatro da Travessia; A morte e a morte de Quincas Berro d'Água (R$ 12), de Jorge Amado, narrado por Nevolanda Pinheiro; Brás, Bexiga e Barra Funda (R$ 12), de Antônio de Alcântara Machado, com voz de Cristina Mutarelli; Macunaíma (R$ 12), de Mario de Andrade, narrado por Jefferson Brito, e Memórias póstumas de Brás Cubas (R$ 12), de Machado de Assis, narrado por Rafael Cortez.A Kobo entra nessa peleja por leitores – ou audioleitores – com concorrentes de peso. A primeira plataforma a se apresentar nessa era do streaming foi a Ubook que acumula, graças a acordos com empresas de telefonia e segundo reportes da própria empresa, 6 milhões de usuários cadastrados (o número de assinantes ativos não é divulgado) e um catálogo de mais de 100 mil itens (não especificando quantos audiolivros especificamente). Na sequência, apareceu a Tocalivros, parceira da Kobo nessa empreitada, que já tem 1.720 títulos no seu catálogo e três mil assinantes na sua plataforma própria (importante notar que a Tocalivros funciona também como provedora para outras plataformas e também tem acordos com operadoras de telefonia).
O sucesso mundial – em especial na Alemanha e nos EUA, onde os números de usuários e de vendas é uma crescente constante – chamou a atenção de players internacionais que também aportaram ou estão por aportar por aqui. É o caso do Google, que iniciou as suas operações há pouco mais de um ano, e da sueca Storytel, que já apresentou as suas credenciais ao mercado, mas deve começar pra valer nesse segundo semestre.
Mais recentemente, as editoras Intrínseca, Record e Sextante se juntaram com o fundo de investimentos Bronze Ventures para formar a Auti Books que acaba de completar um mês e já apresentou um perfil dos seus usuários: a maioria é composta por homens de 25 a 34 anos, que usam seus celulares – a maior parte deles com o sistema operacional Android – para acessar os conteúdos da plataforma.
A exemplo do modelo de negócios dessa versão beta da Kobo, a Auti Books e o Google fazem vendas a la carte, enquanto os demais focam mais no modelo de subscrição em que o usuário paga uma mensalidade e tem acesso a todo o catálogo disponível.
Para quem for a Frankfurt
Pela primeira vez, a Feira do Livro de Frankfurt (16 a 20/10) dedicará um espaço físico aos conteúdos em áudio. Localizado no Hall 3.1 e com mais de 600 m², o Frankfurt Audio será o espaço dos audiolivros, podcasts e assistentes virtuais comandados por voz, com direito a uma área temática e espaço para exposições (Frankfurt Audio Stage). A nova área receberá também uma conferência relacionada ao áudio, o Frankfurt Audio Summit (o novo nome para a Frankfurt Audiobook conference cuja primeira edição aconteceu no ano passado), que acontecerá no dia 17 de outubro, das 14h às 17h, reunindo nomes de peso da indústria como Michael Krause, diretor do Spotify para a Europa, que abrirá o encontro; Amanda D'Acierno, publisher da Penguin Random House Audio Publishing Group, e Henrik Lindvall, chefe de direitos da Storytel.
O Frankfurt Audio contará com expositores de diversos países que apresentarão seus produtos e as últimas tendências do mundo do áudio. Storytel, Bookwire, Zebralution e a rede de podcasts Auf die Ohren são os parceiros do novo local que além de uma área para os expositores terá também um lounge e café. Para mais informações e inscrições no Frankfurt Audio Summit, clique aqui.
Marcadores:
audiolivros,
inclusão digital,
livros
Assinar:
Postagens (Atom)