quarta-feira, 13 de maio de 2009
13 de Maio - Lei Áurea completa 201 anos
Lembrando os 201 anos da Lei Áurea - Abertura da novela ESCRAVA ISAURA, levada ao ar pela Rede Globo em 1976.
Funad reativa e amplia atendimento ao portador de deficiência
12/05/2009 às 16:35
A Fundação Centro Integrado de Apoio ao Portador de Deficiência (Funad) reativou e ampliou, nesta terça-feira, o atendimento aos portadores de deficência em Campina Grande, que passará a ter a partir de junho próximo um local maior e mais confortável para o trabalho. Atualmente cerca de 20 pessoas são atendidas no órgão, mas este número será ampliado. O atendimento é feito nas especialidades de psicologia, fisioterapia, clínica geral e assistência social.
Ainda nessa terça-feira e no próximo dia 19 o atendimento continua na sede do Ipep, no bairro do Catolé, mas a partir de junho será transferido de forma provisória para o Escola de Audiocomunicação Demóstenes Cunha Lima, no mesmo bairro.
Lá serão utilizadas três salas, maiores e mais confortáveis para o trabalho, e todo o pessoal especializado para o atendimento será de Campina Grande. Ainda este mês o trabalho vem sendo feito por profissionais de João Pessoa, segundo informou a gerente executiva de Ação Política da Secretaria de Interiorização e Ação do Governo, Maria de Lourdes Rodrigues Maciel.
Nessa terça-feira o trabalho foi inspecionado diretamente pela coordenadora estadual da Funad, Maria das Graças Montenegro. Ela esteve em Campina Grande e visitou o Ipep, mantendo contatos diretos com as pessoas portadoras de deficiências que buscam atendimento naquele local.
O atendimento, segundo ela, visa analisar a situação do portador de deficiência e fazer com que ele tenha com mais facilidade acesso ao mercado de trabalho, principalmente junto a empresas credenciadas para fazer a contratação obrigatória do pessoal.
“Nosso objetivo é avaliar a situação de cada um, fornecer laudo médico específico para cada caso e ajudar o portador de deficiência a ingressar no mercado de trabalho”, disse Graça Montenegro, que esteve na cidade por determinação da presidente estadual da Funad, Rosália Maria Lins Araújo, para verificar de perto a situação e adotar providências para melhorar o atendimento.
A Fundação Centro Integrado de Apoio ao Portador de Deficiência (Funad) reativou e ampliou, nesta terça-feira, o atendimento aos portadores de deficência em Campina Grande, que passará a ter a partir de junho próximo um local maior e mais confortável para o trabalho. Atualmente cerca de 20 pessoas são atendidas no órgão, mas este número será ampliado. O atendimento é feito nas especialidades de psicologia, fisioterapia, clínica geral e assistência social.
Ainda nessa terça-feira e no próximo dia 19 o atendimento continua na sede do Ipep, no bairro do Catolé, mas a partir de junho será transferido de forma provisória para o Escola de Audiocomunicação Demóstenes Cunha Lima, no mesmo bairro.
Lá serão utilizadas três salas, maiores e mais confortáveis para o trabalho, e todo o pessoal especializado para o atendimento será de Campina Grande. Ainda este mês o trabalho vem sendo feito por profissionais de João Pessoa, segundo informou a gerente executiva de Ação Política da Secretaria de Interiorização e Ação do Governo, Maria de Lourdes Rodrigues Maciel.
Nessa terça-feira o trabalho foi inspecionado diretamente pela coordenadora estadual da Funad, Maria das Graças Montenegro. Ela esteve em Campina Grande e visitou o Ipep, mantendo contatos diretos com as pessoas portadoras de deficiências que buscam atendimento naquele local.
O atendimento, segundo ela, visa analisar a situação do portador de deficiência e fazer com que ele tenha com mais facilidade acesso ao mercado de trabalho, principalmente junto a empresas credenciadas para fazer a contratação obrigatória do pessoal.
“Nosso objetivo é avaliar a situação de cada um, fornecer laudo médico específico para cada caso e ajudar o portador de deficiência a ingressar no mercado de trabalho”, disse Graça Montenegro, que esteve na cidade por determinação da presidente estadual da Funad, Rosália Maria Lins Araújo, para verificar de perto a situação e adotar providências para melhorar o atendimento.
Oração a Nossa Senhora de Fátima
Oração à Nossa Senhora de Fátima
Voz de Padre Sérgio Jeremias
Tubarão - SC - Brasil
Ó Senhora de Fátima.../
Dá-me um pouco de tua força para minha fraqueza/
Um pouco da tua coragem para o meu desalento/
Um pouco da tua compreensão para o meu problema/
Um pouco da tua plenitude para o meu vazio/
Um pouco da tua rosa para o meu espinho/
Um pouco da tua certeza para a minha dúvida/
Um pouco do teu sol para o meu inverno/
Um pouco da tua disponibilidade para o meu cansaço/
Um pouco do teu rumo infinito para o meu extravio/
Um pouco da tua neve para o barro do meu pecado/
Um pouco da tua luminosidade para a minha noite/
Um pouco da tua alegria ára a minha tristeza/
Um pouco da tua sabedoria para a minha ignorância/
Um pouco do teu amor para o meu rancor/
Um pouco da tua pureza para o meu pecado/
Um pouco da tua vida para a minha morte/
Um pouco da tua transparência para o meu escuro/
Um pouco do teu Filho Jesus para este teu filho pecador/
Com esses poucos, Senhora, eu terei tudo!
terça-feira, 12 de maio de 2009
Biblioteca de Igarassu (PE) reúne mais de 300 livros em Braile
A biblioteca especial funciona no centro histórico da cidade e recebe cerca de 120 pessoas por mês; acervo inclui grandes sucessos atuais, como o Código da Vinci
Da Redação do pe360graus.com
Em Igarassu, município da Região Metropolitana do Recife, funciona uma biblioteca especial com livros sem letras, nem gravuras. O acervo em Braile - sistema de leitura criado para portadores de deficiência visual - conta com mais de 300 títulos e recebe por mês a visita de cerca de 120 pessoas.
Em um prédio no centro histórico de Igarassu funciona a biblioteca municipal. Numa pequena sala, estantes cheias livros especiais. Os pontos gravados em alto relevo nas páginas brancas formam as palavras - conhecimento na ponta dos dedos.
O acervo foi criado há três por Luciano Lima. Aos 18 anos, ele sofreu um assalto. Um tiro lhe roubou a visão. A partir desse dia, ele passou a lutar para divulgar informação. “Quando o deficiente não pode vir à biblioteca, eu vou às casas deles levar livros, falar sobre o Braile”, conta o coordenador do espaço.
Todos os livros foram doados à biblioteca por instituições que trabalham com deficientes visuais. São edições para crianças, livros de história, ciências, literatura brasileira e grandes sucessos, como o Código da Vinci, foram transcrito para o Braile.
Um dos que Luciano Lima, mais gosta é o que fala sobre o período da gravidez. “Tenho uma filha de três anos e aprendi muito sobre a gravidez da minha esposa com esse livro”, lembra. “Aprendi a amar a criança antes de ela nascer”.
A biblioteca também oferece filmes e documentários. Mas o acesso à sala não é fácil para os deficientes visuais. O espaço fica na parte debaixo do prédio. Para chegar até o local, não há rampas - é preciso descer uma escadaria.
O diretor da biblioteca, Fernando Melo, diz que a escolha da sala foi feita pelos próprios deficientes. “Eles entendiam que esse era o espaço adequado para eles, porque fica próximo ao banheiro e à água, e porque eles ficam mais à vontade”.
De acordo com Fernando Melo, existe um projeto para facilitar o acesso dos deficientes à área do acervo em braile. “A rampa externa já está encaminhada para execução, e na parte interna, a gente estuda a melhoria da acessibilidade”, afirma.
A biblioteca municipal de Igarassu funciona das 7h às 21h.
Fonte: pe360graus
Da Redação do pe360graus.com
Em Igarassu, município da Região Metropolitana do Recife, funciona uma biblioteca especial com livros sem letras, nem gravuras. O acervo em Braile - sistema de leitura criado para portadores de deficiência visual - conta com mais de 300 títulos e recebe por mês a visita de cerca de 120 pessoas.
Em um prédio no centro histórico de Igarassu funciona a biblioteca municipal. Numa pequena sala, estantes cheias livros especiais. Os pontos gravados em alto relevo nas páginas brancas formam as palavras - conhecimento na ponta dos dedos.
O acervo foi criado há três por Luciano Lima. Aos 18 anos, ele sofreu um assalto. Um tiro lhe roubou a visão. A partir desse dia, ele passou a lutar para divulgar informação. “Quando o deficiente não pode vir à biblioteca, eu vou às casas deles levar livros, falar sobre o Braile”, conta o coordenador do espaço.
Todos os livros foram doados à biblioteca por instituições que trabalham com deficientes visuais. São edições para crianças, livros de história, ciências, literatura brasileira e grandes sucessos, como o Código da Vinci, foram transcrito para o Braile.
Um dos que Luciano Lima, mais gosta é o que fala sobre o período da gravidez. “Tenho uma filha de três anos e aprendi muito sobre a gravidez da minha esposa com esse livro”, lembra. “Aprendi a amar a criança antes de ela nascer”.
A biblioteca também oferece filmes e documentários. Mas o acesso à sala não é fácil para os deficientes visuais. O espaço fica na parte debaixo do prédio. Para chegar até o local, não há rampas - é preciso descer uma escadaria.
O diretor da biblioteca, Fernando Melo, diz que a escolha da sala foi feita pelos próprios deficientes. “Eles entendiam que esse era o espaço adequado para eles, porque fica próximo ao banheiro e à água, e porque eles ficam mais à vontade”.
De acordo com Fernando Melo, existe um projeto para facilitar o acesso dos deficientes à área do acervo em braile. “A rampa externa já está encaminhada para execução, e na parte interna, a gente estuda a melhoria da acessibilidade”, afirma.
A biblioteca municipal de Igarassu funciona das 7h às 21h.
Fonte: pe360graus
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