terça-feira, 14 de maio de 2013

Excelente Oportunidade de Emprego no Ramo de Informática!

Conceituada empresa de Informática procura pessoas com deficiência para preenchimento de seus quadros.
Necessário:
Domínio do pacote Microsoft Office
Desejável:
Conhecimentos de Web-design.
Para maiores informações, entrar em contato via Facebook (via mensagem privada) com Jonathan Peripato.

segunda-feira, 13 de maio de 2013

Memorial lança livro e inaugura Sistema de Acessibilidade nesta quarta-feira na AL


Memorial lança livro e inaugura Sistema de Acessibilidade nesta quarta-feira na AL(Fortaleza - CE) O Memorial da Assembleia Legislativa Deputado Pontes Neto (Malce) promove nesta quarta-feira (15/05) o terceiro livro da série/coleção: "Tramas da Memória", abordando o tema: Acessibilidade e Linguagens. O evento, que comemora a Semana Nacional de Museus, acontece a partir das 10h, no Auditório Murilo Aguiar. O lançamento do livro contará com palestra da museóloga e educadora de Museus, Amanda Pinto da Fonseca Tojal, de São Paulo.


Na ocasião, será inaugurado também o sistema de acessibilidade nas instalações do Museu. A partir de agora, pessoas com deficiência auditiva ou visual terão acesso ao acervo da exposição permanente, uma vez que todas as informações estarão disponíveis por meio do projeto de áudio-descrição em Libras e Braille. A Escola de Ensino Fundamental e Médio Renato Braga, especializada na educação de deficientes auditivos, foi convidada a participar da inauguração.
De acordo com o presidente do Malce, Osmar Diógenes, tornar público o debate sobre a cultura inclusiva e as políticas para acessibilidade em ambientes culturais é uma perspectiva que se adéqua ao trabalho que o Memorial da Assembleia Legislativa do Ceará vem realizando desde sua reformulação, em 2010. “Tem sido nossa meta constante refletir sobre as políticas públicas, a produção acadêmica e as demandas da sociedade voltadas para o campo museal”, afirma Diógenes.
O terceiro volume da série “Cadernos Tramas da Memória”, com o tema Acessibilidade e Linguagens” atende a essa perspectiva do Malce de abrir um amplo debate com a sociedade. “A obra faz parte do nosso projeto de publicações, voltadas para a discussão dos grandes temas definidores das práticas museológicas”, explica o presidente do Memorial.
A proposta, segundo ele, é realizar um grande debate sobre a “acessibilidade cultural”, no qual foram convidados alguns dos principais especialistas na área, para levantarem questões fundamentais que pautam as discussões contemporâneas.

Nomes como o de Amanda Tojal, José Geraldo Silveira Bueno, Carla Cazelato, Márcia Bitu Moreno, Maria Cecília de Moura, Rogelio Martínez Abellán e Virgínia Kastrup, referências no Brasil no tema abordado, constam na autoria dos artigos do livro.
Segundo os historiadores do Malce, Daniel Gonçalves e Paulo Roberto Marques, a noção de acessibilidade, presente não só nos museus, mas em outros discursos e práticas sociais, adere-se facilmente ao Braille, Libras, aos objetos adaptados ao tato, às rampas, à tecnologia de áudio-descrição etc., quase como se esses meios produzissem uma relação causal, linear, imediata, de conhecimento entre os sujeitos e o espaço museológico. “Mostrar e fazer compreender a complexidade dessa relação, para além do ‘físico’ e do tecnológico, é um dos objetivos centrais desta publicação. Para encarar esses problemas, foram acionados pelos autores conceitos da semiótica, da comunicação, da linguística e das “ciências da linguagem” em geral”, afirmam eles.
RW/CG
 

Vacina contra Alzheimer: hospital quer voluntários para testar remédio

ufprO Hospital de Clínicas, vinculado a Universidade Federal do Paraná (UFPR), está selecionando voluntários para uma pesquisa internacional relacionada ao Mal de Alzheimer, doença atinge 6% dos brasileiros com mais de 60 anos.

A pesquisa testa a eficácia de uma nova droga para evitar o aparecimento da doença.
A pesquisa tem sede na Inglaterra e recruta 700 voluntários em diversos países
Atualmente, existem quatro medicamentos utilizados em pacientes diagnosticados com Alzheimer. Nenhum deles, entretanto, reverte o quadro clínico.
São remédios que controlam a doença, fazendo com que ela evolua mais lentamente.

A nova pesquisa pretende encontrar uma saída para o problema, por isso, seleciona homens e mulheres entre 50 e 85 anos que apresentam alguma pré-disposição para o desenvolvimento do Alzheimer.
O alvo são pessoas que têm histórico positivo da doença na família e esquecimentos relativamente leves, que não prejudicam a produtividade no ambiente de trabalho, ou interferem no convívio social.
A medicação da pesquisa é subcutânea e dosada mensalmente.
A injeção será aplicada durante quadro anos nos voluntários, sempre com acompanhamento da equipe, formada por médicos, psicólogos, enfermeiros e estudantes de Medicina. O nome da substância ativa e como ela age no organismo são mantidos em sigilo.
Não há efeitos colaterais, segundo a coordenadora da pesquisa no HC, a médica neurologista Viviane Zetola.
Voluntários
Está difícil conseguir voluntários.
As inscrições foram abertas em janeiro e até a semana passada havia apenas três foram aprovados.
O baixo número não é consequência de desinteresse, foram 140 inscritos e mais 160 estão na fila para realizarem os exames iniciais.
“É o critério extremamente rigoroso que faz com que a gente tenha uma seleção de pacientes iguais, seja em Londres, seja no Canadá, nos Estados Unidos, no Brasil. Nós vamos ter o mesmo tipo de paciente para poder dizer, daqui cinco anos, que, com a medicação, realmente conseguimos retardar ou fazer com que não aparecesse o Alzheimer”, explicou a médica.


Requisitos
  • O voluntário não pode:
  • ter nenhuma doença neurológica,
  • ter entrado em coma
  • ter sofrido algum trauma cerebral
  • estar usando medicação
  • precisa ter lapsos de esquecimento e
  • ter disponibilidade para o estudo.
Durante os quatro anos da pesquisa, ele deve comparecer pelo menos uma vez por semana e passar um período com a equipe no HC.
Caso o candidato, passe por esta fase inicial, a equipe verifica qual é grau da queixa de esquecimento.
É neste quesito que muitos candidatos são eliminados. “Chegam pessoas aqui para mim que acham que estão esquecidas, mas, na hora que a gente faz o teste, não aparece nada. São testes neuropsicométricos, nos quais os psicólogos passam diversos exercícios em números, em cálculos, em memória recente, memória pregressa, memória remota, diversas situações em que a gente consegue detectar se este esquecimento é maior do que a maioria das pessoas para aquela faixa etária”, explicou Zetola.


A pessoa que quiser participar da pesquisa pode entrar em contato pelo 0800-7621187.
Com informações do G1.
 

sexta-feira, 22 de março de 2013

CIDADE É EXCLUDENTE PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA, DIZ VESPOLI


Um projeto de lei do vereador Toninho Vespoli (PSOL) quer tornar lei a regra que permite às pessoas com deficiência e mobilidade reduzida a possibilidade de desembarcar fora dos pontos de ônibus na Capital. Segundo o parlamentar, a São Paulo Transporte (SPTrans) já possui regulamentos administrativos a respeito, mas a lei asseguraria ainda mais esse direito. O projeto foi protocolado com o número 73/2013.

“A cidade é excludente para a maioria da população e as pessoas com deficiência sofrem ainda mais com isso”, destacou Vespoli. Segundo o parlamentar, pessoas com deficiência intelectual ou sensorial também teriam o mesmo direito. “Caberá ao motorista se certificar de que fará a parada em local adequado”, afirmou.

Também é de autoria do vereador o Projeto de Lei 72/2013, que prevê a criação do programa Residências Inclusivas para pessoas com deficiência, mobilidade reduzida ou idosos.

A ideia é que a Prefeitura destine 1% das unidades habitacionais construídas pelo município ao Programa. Os imóveis seriam destinados para residência de grupos de pessoas com deficiência ou idosos, com o objetivo de retirá-las de asilos e instituições similares. Cada residência seria administrada por um “cuidador”, que faria visitas regulares ao local.

Na ausência de inscrições de pessoas com deficiência, com mobilidade reduzida e idosos, as unidades habitacionais remanescentes seriam liberadas e seguiriam as legislações vigentes.

“Durante a campanha eleitoral, organizamos um grupo de trabalho no qual as pessoas com deficiência discutiram várias questões. Os dois projetos nasceram dessas reuniões”, afirmou Vespoli.

quinta-feira, 14 de março de 2013

Empresário vai doar prótese para ciclista atropelado, que perdeu o braço em SP.

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Foto: G1
Um empresário do interior de São Paulo vai doar uma prótese para o limpador de vidros David Santos de Souza, de 21 anos, que teve o braço direito amputado depois de ser atropelado na Avenida Paulista, na manhã do último domingo.
Nelson Nolé tem uma empresa especializada em próteses ortopédicas há 46 anos na cidade de Sorocaba .
“Para mim, é o absurdo dos absurdos. O que eu puder fazer para ajudar, vou fazer”.
 
 

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Nova lei assegura proteção a direitos de autistas


Texto foi sancionado por Dilma Rousseff no final de dezembro. Gestor escolar que recusar matrícula de autista poderá ser punido.

No final de dezembro, a presidente Dilma Rousseff sancionou uma lei aprovada pelo Congresso que assegura novos direitos aos autistas. A medida vale para serviços de saúde, educação, nutrição, moradia, trabalho, previdência e assistência social. Devem se beneficiar não só os pacientes com diagnóstico fechado, mas também aqueles casos em que há suspeita.

Ao instituir a "Política Nacional de Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista", a lei dá a esse grupo os benefícios legais de todos os indivíduos com deficiência, incluindo desde a reserva de vagas em empresas com mais de cem funcionários até o atendimento preferencial em bancos e repartições públicas, segundo informou a Agência Câmara.
O texto sancionado prevê ainda uma punição para gestores escolares que recusarem a matricular alunos com autismo. O responsável pela negação está sujeito a multa de 3 a 20 salários mínimos. Em caso de reincidência, os gestores podem até perder o cargo.

O texto afirma ainda que "em casos de comprovada necessidade, a pessoa com transtorno do espectro autista incluída nas classes comuns de ensino regular (...) terá direito a acompanhante especializado".

A pessoa autista também não poderá ser impedida de participar de planos de saúde em razão de sua condição, como já previa uma lei específica sobre o tema. Além disso, esses pacientes terão direito a atendimento com uma equipe de médicos, como neurologista, psiquiatra e terapeuta de fala.
De acordo com a Agência Câmara, no entanto, o texto foi sancionado com vetos que causaram polêmica entre representantes do setor. Foram retirados dois dispositivos que garantem atendimento especial a alunos que não puderem frequentar a rede regular de ensino, sempre em função das necessidades de cada estudante.

O argumento do governo é de que a exclusão dos alunos autistas das escolas regulares é contrária à Convenção Internacional sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, da qual o Brasil é signatário. Segundo o acordo, todas as pessoas com deficiência devem ter acesso aos ensinos primário e secundário inclusivos.

Outro veto derruba a previsão de horário de trabalho especial para funcionários públicos que sejam pais de pessoas com deficiência ou responsáveis por elas. Atualmente, já existe uma lei que prevê um regime de trabalho especial para os servidores públicos com deficiência, mas a extensão desse benefício aos familiares só poderia ocorrer após iniciativa do Executivo.

Diagnóstico

 O diagnóstico de autismo já é possível antes dos 3 anos de idade, desde que seja feito por um profissional experiente, segundo a psicóloga Emanuelle Leal. Em geral, as principais características de uma criança com essa condição são: dificuldades na interação social, comunicação tardia, palavras e movimentos repetitivos – que podem se manifestar em maior ou menor grau, dependendo do tipo de autismo.

A psicóloga recomenda que os pais com suspeitas levem o filho ao pediatra e, caso o profissional desconheça o problema, a criança seja encaminhada a um neuropediatra ou psiquiatra infantil. Quanto mais cedo for feito o diagnóstico, maiores são as chances de favorecer o desenvolvimento do paciente e diminuir problemas futuros.


segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Estudo Conclui que é Fácil e Barrato Melhorar a Acessibilidade a Deficientes Visuais

Veja matéria veiculada na edição de 13/01/2013 do Jornal das Dez

Fonte: Globonews.

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

Google premia mapa virtual com foco em acessibilidade criado por paulistano



Accessibility View mapeia a acessibilidade na cidade
Dono da ideia irá receber R$ 35 mil e fará viagem a sede da empresa para discutir projeto
O Google Maps é a ferramenta mais usada por quem quer descobrir o melhor caminho para ir de um lugar a outro. Imagine uma versão adaptada para cadeirantes, que indica as melhores ruas – e até as melhores calçadas – para se locomover pela cidade. Essa ideia, transformada em projeto pelo paulistano Eduardo Battiston, acaba de ser premiada pelo próprio Google e pode virar uma ferramenta da gigante de buscas.
Eduardo é o vencedor do Creative Sandbox Brief, uma iniciativa anual da empresa para incentivar ideias inovadoras. Ele levou R$ 35 mil para dar início ao projeto e irá viajar para uma sede da companhia americana (pode ser na Califórnia ou em Nova York, não está decidido), para discutir a criação com desenvolvedores do Google.
O projeto se chama Accessibility View e inclui um aplicativo para que moradores das cidades possam atualizar as informações do sistema, reportando se um buraco foi consertado ou se uma guia foi danificada, por exemplo. "A intenção é que os principais municípios brasileiros tenham uma espécie de Googles Maps de acessibilidade", diz Eduardo.
Após morar dois anos em Madrid, ele percebeu como as cidades brasileiras ainda têm graves problemas de mobilidade para pessoas deficientes. "O dinheiro do prêmio servirá para botar a primeira fase do projeto no ar, o que significa começar o mapeamento e fazer o aplicativo", diz Eduardo, que tem 36 anos e é diretor de criação publicitária na Agência Click Isobar.

Eduardo 'se o Google quiser implementar a ideia no Maps como um botão, fico lisonjeado'
Eduardo 'se o Google quiser implementar a ideia no Maps como um botão, fico lisonjeado'
A princípio, o Accessibility View funcionará como um site próprio, mas, ainda que seja apenas uma possibilidade, pode se tornar um "botão" dentro do próprio Google Maps. "Se o Google gostar muito e quiser implementar no site, fico lisonjeado", diz Eduardo.
"A ideia é viável", afirma Marco Bebiano, responsável pela área de agências de publicidade dentro do Google Brasil. "Após ele ir para a sede da empresa, vamos revisitar a ideia e ver aonde ela pode chegar, mas pode, sim, virar um botão", diz.
De qualquer forma, Eduardo irá buscar viabilizar o site com anunciantes e pessoas dispostas a investir nele. "Espero que a primeira fase entre no ar no início do ano que vem, provavelmente na cidade de São Paulo", afirma. "O importante é que se torne realidade. É um projeto meu, mas quero que se torne dos cadeirantes", diz o criador.
O Creative Sandbox premiou ainda um projeto para mapear favelas pacificadas do Rio de Janeiro usando o Google Maps (como segundo lugar) e outro que mostra imagens de crianças desaparecidas nos resultados de busca do Google Imagens (como terceiro).