terça-feira, 24 de março de 2015

Novo remédio ajuda a barrar a progressão do Alzheimer


O aducanumab foi testado em um pequeno estudo clínico com 166 pacientes em estágio inicial da doença


O Alzheimer é causado pelo depósito de placas de proteínas beta-amiloides e tau no cérebro(Thinkstock/VEJA)Um novo medicamento para Alzheimer apresentou benefícios para pacientes em estágio inicial da doença. O aducanumab foi testado em um pequeno estudo clínico com 166 pacientes, e os resultados foram apresentados na sexta-feira, na Conferência Internacional de Doença de Alzheimer e Parkinson e Doenças Neurológicas Relacionadas, na França.

Forma mais comum de demência senil, o Alzheimer é causado pelo depósito de placas de proteínas beta-amiloides e tau no cérebro e não tem cura. De acordo com a Associação Brasileira de Alzheimer (Abraz), a doença afeta 35,6 milhões de pessoas no mundo, das quais 1,2 milhão no Brasil. Com o aumento da longevidade, o número de pacientes deve dobrar até 2030 e triplicar até 2050. Nos Estados Unidos, já é a sexta maior causa de morte na população.

Os participantes do estudo foram divididos em cinco grupos. Quatro receberam doses diferentes do remédio e um quinto tomou placebo. O tratamento diminuiu as placas de proteína beta-amiloide no cérebro dos pacientes. O efeito foi mais intenso quanto maior a dose que os pacientes receberam.

A farmacêutica Biogen Idec, responsável pelo desenvolvimento do produto, vai começar o estudo clínico de fase III, mais amplo, ainda este ano. George Scangos, diretor da empresa, disse em entrevista que os participantes do estudo foram selecionados cautelosamente, para excluir outras formas de demência diagnosticadas erroneamente como Alzheimer.

Resultado - Pacientes que receberam 3, 6 ou 10 miligramas do remédio por quilograma de peso mostraram uma redução nas placas com 26 semanas de tratamento. A queda foi ainda mais acentuada nos pacientes com doses de 3 e 10 miligramas depois de 54 semanas. Os dados sobre o grupo de 6 miligramas com 54 semanas não foram obtidos, porque esses voluntários começaram o tratamento mais tarde. O quarto grupo, medicado com 1 miligrama, não apresentou melhoras.

O estudo também usou testes cognitivos para avaliar o desempenho da droga. Em um deles, o desempenho dos pacientes do grupo de controle caiu 3,14 pontos depois de um ano, enquanto os pacientes tratados com 3 miligramas do medicamento apresentaram um declínio de 0,75 ponto e os com 10 miligramas, 0,58 ponto.

(Fonte: VEJA On Line)

terça-feira, 10 de março de 2015

Aplicativo ajuda pessoas cegas a andar de metrô em Londres

Publicado por: Ricardo Shimosakai | 10/03/2015 


O departamento de transporte de Londres estuda ampliar a oferta do serviço e seus criadores dizem que ele pode ter várias outras aplicações.

A britânica Lauren Richardson tem deficiência visual e está usando um smartphone para andar no metrô de Londres. Ela faz parte de um teste pioneiro. Antenas bluetooth localizam os usuários e transmitem instruções pelo fone de ouvido.

Para Lauren, tem sido uma experiência libertadora, porque era um desafio para ela usar o metrô. "É difícil para mim ler as placas e não consigo entender os mapas muito bem porque não consigo lê-los. Era ruim, porque fico com medo quando não sei para onde estou indo", afirma.

Tom Pay, um ex-banqueiro, perdeu a visão quando tinha um pouco mais de 30 anos. Ele acredita que a tecnologia criará oportunidades de trabalho. "Esta é uma inovação muito simples que nos dá confiança. Você sabe que chegará em casa com segurança", diz Pay.

O departamento de transporte de Londres estuda ampliar a oferta do serviço e seus criadores dizem que ele pode ter várias outras aplicações.

"Não está restrito apenas ao metrô. Pode ser usado em outras formas de transporte, porque a antena é pequena e pode ser presa em qualquer lugar", explica o desenvolvedor de software Umesh Pandya.

Fonte: UOL via TURISMO ADAPTADO

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

Pela primeira vez Doença de Alzheimer é revertida em paciente


Postado por Simone de Moraes 04:41:00 14/07/2013

Créditos: Reprodução
A doença de Alzheimer foi revertida pela primeira vez no Canadá e com sucesso. Uma equipe de investigadores canadenses, da Universidade de Toronto, liderada por Andres Lozano, usou uma técnica de estimulação cerebral profunda, diretamente no cérebro de seis pacientes, conseguindo travar a doença. O estudo vem publicado na «Annals of Neurology». Em dois destes pacientes, a deterioração da área do cérebro associada à memória não só parou de encolher como voltou a crescer. Nos outros quatro, o processo de deterioração parou por completo. Nos portadores de Alzheimer, a região do hipocampo é uma das primeiras a encolher. O centro de memória funciona nessa área cerebral, convertendo as memórias de curto prazo em memórias de longo prazo. Sendo assim, a degradação do hipocampo revela alguns dos primeiros sintomas da doença, como a perda de memória e a desorientação. Imagens cerebrais revelam que o lobo temporal, onde está o hipocampo e o cingulado posterior, usam menos glicose do que o normal, sugerindo que estão desligadas e ambas têm um papel importante na memória. Para tentar reverter esse quadro degenerativo, Lozano e sua equipa recorreram à estimulação cerebral – enviar impulsos elétricos para o cérebro através de eléctrodos implantados. O grupo instalou os dispositivos perto do fórnix – um aglomerado de neurónios que enviam sinais para o hipocampo – dos pacientes diagnosticados com Alzheimer há pelo menos um ano. Os investigadores aplicaram pequenos impulsos eléctricos 130 vezes por segundo. Testes realizados um ano depois mostram que a redução da glicose foi revertida nas seis pessoas. Esta descoberta pode levar a novos caminhos para tratamentos de Alzheimer, uma vez que é a primeira vez que foi revertida. Os cientistas admitem, no entanto, que a técnica ainda não é conclusiva e que necessita de mais investigação. A equipa vai agora iniciar um novo teste que envolvem 50 pessoas.

Fonte: Ciência Hoje via Portal em Pauta

quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

Vídeo emocionante quer mudar a maneira como nós enxergamos pessoas com deficiência





A Associação Noemi tem uma missão muito importante: mudar a maneira como nós enxergamos pessoas com deficiência. 

“Nós queremos que vocês olhem para essas pessoas de uma maneira positiva, respeitando sua dignidade e oferecendo alegria e felicidade“, eles pedem.


Para isso eles criaram o vídeo Os Olhos de uma Criança (“The Eyes of a Child”, em inglês). O conceito é simples: pais e filhos são colocados em uma sala e separados por uma pequena parede. Lado a lado, eles começam a imitar as caretas que aparecem na tela. Até que uma garotinha com deficiência aparece — e a reação das crianças se mostra bem diferente da dos pais. Assista: 







De acordo com o vídeo, crianças (que ainda são aqueles seres meigos e sem preconceitos) encaram a careta da garota como o de qualquer outra menininha, enquanto os pais se sentem desconfortáveis em imitar os gestos exibidos. As imagens fizeram sucesso e já foram vistas por mais de 1,2 milhão de pessoas.

Dê sua opinião: O que você achou da ideia do vídeo? Acha que o exemplo foi bem utilizado? Deixe seu comentário e aproveite para nossa fanpage no Facebook.


quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

Cadeirantes brasileiras contam em blogs como é a vida no exterior

Países desenvolvidos oferecem mais acessibilidade para deficientes. Brasil ainda está muito atrás de países como Estados Unidos e Canadá.

Quase 46 milhões de brasileiros têm alguma deficiência física. Por aqui, a vida deles pode ser cheia de obstáculos, mas, em alguns países, as cidades estão cada vez mais acessíveis.
Quantas vezes você viu um cadeirante circulando pelas ruas brasileiras sozinho, sem precisar da ajuda de ninguém? Totalmente independente? E quantas vezes você entrou em um restaurante, e foi atendido por um garçom surdo e mudo?
Quanto mais um país é desenvolvido, mais condições ele oferece para uma pessoa com deficiência levar uma vida normal. E é por isso que nos Estados Unidos, em países da Europa e também no Canadá, é muito mais comum ver pelas ruas pessoas com necessidades especiais do que no Brasil.
É a situação de três brasileiras: Regina é arquiteta, Michele é estilista, e Mila, publicitária.
Michele Simões: Nas ruas do Brasil, pelo menos de São Paulo, eu não consigo andar sozinha.
Fantástico: Nunca?
Michele Simões: Não.
Mila Guedes: No Brasil as calçadas são cheias de buracos, são irregulares, tem degraus. É impossível eu andar. Lá, eu sempre dependo de outras pessoas para me conduzir.
Regina Cohen: Eu gosto à beça de fazer compras no supermercado, de ir na farmácia, de olhar as coisas. Todas as lojas têm degrau.
Mila Guedes: E o provador? É impossível! Aqui você tem provador para quem tem deficiência.
Vítimas da falta de acessibilidade nas cidades brasileiras, Mila e Michele saíram do Brasil para experimentar um pouco da vida onde os deficientes são mais respeitados. Elas são blogueiras, e querem passar a experiência para frente. Incentivar outros cadeirantes a viajar.
“Para a minha surpresa muitos deficientes querem viajar, e muitos deficientes têm os mesmos medos que eu tinha, as mesmas dúvidas”, conta Michele. Esta é a primeira vez que ela viaja sozinha, sem companhia de ninguém. Só ela e sua cadeira. Foi para Montreal, no Canadá. Hospedou-se em um apartamento com portas e banheiro acessíveis para cadeirantes e experimentou uma liberdade única na sua vida.  “Se o lugar não é deficiente, eu não me sinto deficiente”, explica.
Pequenos detalhes, grandes diferenças. “Existe o botãozinho mágico. Você tá no banco, você aperta e a porta já abre, e você consegue entrar, e não fica passando aperto para conseguir abrir ou fechar a porta”, diz Michele. E o botão ‘mágico’, está na porta de escolas, shoppings e edifícios.
Fantástico: Se você estivesse no Brasil, como seria?
Michele: Eu tenho ou que usar a própria cadeira, eu vou empurrando a porta.
Fantástico: Mas bate na sua perna?
Michele: Bate, não tem jeito. Ou pedir ajuda para alguém, né. A melhor parte é quando você não precisa pedir ajuda, porque aí você volta a se sentir segura. Nossa, eu posso ir para qualquer lugar.
Se na entrada do prédio tem escadas, ao lado tem um elevador para cadeirantes. E, nas esquinas, as calçadas são rebaixadas para dar acesso a qualquer tipo de cadeiras de rodas. Em Montreal, Michele pode fazer passeios de turista. Ir a um museu, por exemplo. Coisas a que um cadeirante nem sempre tem acesso no Brasil.
A arquiteta Regina veio participar de um congresso mundial sobre turismo acessível. Apresentou um projeto interessante: a praia para cadeirantes. Um espaço criado para a cadeira andar sobre a areia. E criticou a falta de acesso aos pontos turísticos do país, no ano que antecede os jogos paralímpicos de 2016. “Cristo redentor, ponto turístico importante da cidade do Rio de Janeiro. Por que colocaram uma escada rolante, que custou caríssimo? Porque não colocaram um elevador? Escada rolante para cadeira de rodas não é bom. A cidade tem que ser universal, para todos”, afirma.
Você entra em um restaurante e os garçons se comunicam com os clientes na linguagem dos sinais: são todos surdos e mudos. No cardápio, os clientes aprendem os sinais para pedir os seus pratos. Depois de dar uma rápida estudada, resolvemos tentar.
Renata Ceribelli: “Eu quero uma salada verde, com frango, ok?”. Eu confesso que eu fico envergonhada de saber tão pouco sobre a linguagem dos sinais, mas a ideia do restaurante é justamente essa: você vir até aqui, e aprender a se comunicar com eles.
A condição deles não parece ser uma barreira. Pelo contrário. O restaurante está cheio. “É excelente, interativo, uma experiência fenomenal”, elogia um cliente.
Perguntamos para um outro cliente se ele vai se comunicar mais facilmente com surdos e mudos depois dessa experiência. “Sim”, ele responde na linguagem de sinais.
“Tenho amigos que são surdos e eu nunca tentava falar com eles em sinal, eu sempre mandava mensagem escrita no celular e era assim que a gente conversava. Acho que agora quando eu encontrar com eles, vou pelo menos tentar falar por sinal. Ter menos vergonha de tentar”, comenta um brasileiro, também cliente do restaurante.

Fonte: Fantástico - 11-01-2015.

segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

Febre do stand up paddle ganha versão acessível ao cadeirante


Esporte cada vez mais praticado no mundo, o stand up ganhou modelos com adaptação para
deficientes que já estão sendo usados no Brasil.

11/01/2015 22h47
Atualizado em 12/01/2015 00h20

Verão, muito calor e a água convidando pro mergulho. O stand up paddle, aquele parente próximo do surf, que é feito com uma prancha a remo, está cada vez mais popular e até mais acessível, inclusive para cadeirantes.
Guarujá. Foi no litoral de São Paulo que Taíu Bueno começou a surfar com 12 anos. Aos 20, foi morar no Havaí e virou profissional. Em 1984, foi campeão brasileiro. Depois disso, passou a competir nos circuitos mundiais, sempre se destacando nas grandes ondas. Em 1991, estava participando do circuito mundial e do brasileiro quando a queda em uma onda pequena, perto da areia, em Paúba - litoral Norte de São Paulo - mudou completamente seus planos. Taíu perdeu os movimentos do pescoço para baixo e passou 18 anos sem pegar onda. Desde 2010, voltou a surfar.
"Mas, que loucura! Eu não faço nada. Sento na prancha e tenho a mesma emoção que eu tinha antes. Eu estou nessa prancha e tenho o meu coração, minha emoção, minha alma. Minha alma está de novo deslizando. E, pô, deslizar é tudo né?”, explica Taíu.
Desde o acidente, no auge da carreira, Taíu não se conformava em ficar longe do mar.
“Eu chorava, eu falava ‘meu, olha aquela onda e o cara vacilou. Por que sou eu que estou aqui? Socorro!’”, conta o surfista.
Com muito apoio dos amigos, conseguiu adaptar uma prancha. Ela é grande para dar estabilidade. Tem um assento especial e precisa da ajuda de mais duas pessoas. “Eu fiquei muito empolgado. Fiquei muito pirado. Chorava. Falei ‘imagina as outras pessoas podendo passar por isso’”, relembra Taíu.
É o caso do publicitário Alexei Schenin, o Ksei, que veio surfar pela segunda vez na prancha do Taíu! “Você vai ouvindo, a onda vai chegando, o mar vai chegando, chegando. Rema, rema, rema. O coração vai batendo, batendo, batendo. Vai, vai, vai. Rema, rema, rema. Desce, aí é só alegria”, narra Alexei.
O acidente do publicitário foi em 2002. “Bebi demais e tinha uma moto. Álcool e direção não é legal. Acabei saindo da balada bem tarde, dormi no guidão da moto e sofri o acidente.” Ele ficou com movimentos limitados das pernas e das mãos. “Sempre gostei de surfar, Sempre gostei de fazer qualquer coisa que fosse radical. Surfava e hoje surfo. Não tem limite. O que é limite está na nossa cabeça”, garante Ksei.
E não é só no Guarujá que tem gente superando limites. O stand up, que é cada vez mais praticado no mundo inteiro, ganhou uma versão acessível ao cadeirante em Brasília, no Lago Paranoá. A ideia surgiu em janeiro de 2014. “A gente já tem um trabalho aqui nesse parque de preservação e de trazer o esporte pra comunidade. E o Gabriel apareceu como um anjo”, conta o educador físico Daniel Badke Lino.

Gabriel Duarte de Souza, Relações Públicas, perdeu os movimentos da cintura para baixo em um acidente de carro em 2011. “Voltando de uma festa, dormi no volante, Capotei. Fiquei paraplégico. Minha vida era a noite só, nada de esportes”, conta. Até que Daniel fez o convite, que só foi aceito por Gabriel após alguma insistência.
Diferente do surf no Guarujá, a prancha é exatamente a mesma usada no stand up paddle convencional e a cadeira é a do próprio cadeirante. A adaptação fica só na forma de amarrar uma à outra. “Estudamos um jeito certo, um jeito que fique realmente presa. A gente amarra as rodas separadas para ter a certeza que ela não vá virar e a prancha ficar. Então, se virar a cadeira, vira tudo junto”, explica Daniel.
Ele garante que é seguro. Para isso, antes testa cada cadeira amarrada e, durante o stand up paddle, sempre tem um instrutor por perto.
Fantástico: E se a cadeira virar?
Daniel Badke Lino, educador físico: A gente vai vir para fazer o resgate na hora.
Fantástico: E qual a sensação quando você está no meio do lago, na sua cadeira, em cima da prancha?
Gabriel: Liberdade.
Depois de tanto ver, a repórter Flávia Cintra tentou também. Algumas instruções depois, já estava deslizando no Lago Paranoá.
“Quando a gente entra no lago e sai, a sensação é outra, de paz”, diz Gabriel. É o que sentem Taíu e Ksei quando saem das ondas lá no Guarujá. “Você deixa tudo que é ruim no mar, Você sai limpo, leve”, conta Ksei. “Faz um bem pra minha alma que você não tem noção!”
“Na verdade, o segredo é viver. Correr atrás das coisas, todo mundo faz isso. Depende do momento da pessoa. No meu caso, eu preciso fazer isso. Poxa, se eu posso fazer, mergulhar correr atrás, por que você não pode levantar do sofá e andar na praia?”, questiona Alexei.

sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

Homem Amputado Controla Dois Braços Robóticos com a Mente

Uma das grandes metas da robótica é conseguir substituir membros amputados com próteses capazes de operar apenas com o controle mental. Um novo objetivo foi atingido quando Les Baugh, um homem que perdeu seus dois braços há 40 anos, se tornou o primeiro a controlar simultaneamente duas próteses robóticas apenas pensando.



O paciente utilizou Membros Prostéticos Modulares, desenvolvida pelo Laboratório de Física Aplicada Johns Hopkins. A técnica depende de uma cirurgia prévia, chamada de reinervação muscular dirigida, que permite que os nervos restantes sejam utilizados para interpretar comandos para o braço prostético.







Baugh precisou aprender a comandar os membros antes de eles serem implantados, no entanto. Ele precisou treinar o padrão de reconhecimento do membro, que utiliza algoritmos que identifica individualmente os músculos e como eles se intercomunicam, sua amplitude e frequência. Estas informações são traduzidas em instruções para o membro robótico.
Depois, foi necessário criar um encaixe customizado, que se conecta com os nervos e funcionam como suporte para os novos membros. Ele também pode utilizar este suporte para treinar em realidade virtual. Só então ele recebeu as próteses, com as quais ele conseguiu realizar algumas tarefas como mover um copo de uma prateleira para outra mais alta. O movimento parece simples, mas requer a coordenação de oito movimentos separados.
O próximo passo para Les Baugh é ir para sua casa com os dois braços robóticos e utilizá-los em seu cotidiano para ver se os resultados a longo prazo são bons.