quinta-feira, 17 de julho de 2014

“Eu quero fazer”

 Miguel Santos Dias tem três anos. Foto: ReproduçãoJosiane Almeida Santos Dias tem 31 anos e mora em Juiz de Fora/MG. Ela é mãe de Miguel Santos Dias, que nasceu em fevereiro de 2011. “Minha gravidez foi tranquila, fiz o pré-natal completo e o parto foi normal. Ainda no hospital, foram feitos os testes do ouvido e do pé”. Quando Miguel tinha 15 dias de vida, após fazer o teste de reflexo do olho vermelho, a médica do Hospital Universitário UFJF informou que Miguel havia nascido cego. “Fiquei chocada e chorei muito, pensando no futuro. Passou uma história na cabeça. Fiquei pensando em como eu iria criar meu filho”, diz Josiane. No primeiro ano de vida de Miguel, a família buscou opiniões sobre as possibilidades para ele enxergar. Em Belo Horizonte, Miguel foi submetido a muitos exames, inclusive tomografia e ressonância magnética, porque havia suspeita de que existisse um tumor na cabeça, hipótese que foi totalmente descartada. “Eu cheguei a pensar em uma cirurgia. Decidi não colocar meu filho nessa situação, porque ele até passaria a enxergar alguma luz, mas isso seria temporário e eu acabaria tirando dele algo que ele nunca teve.

 "Por isso, decidi criar meu filho como se ele enxergasse”, conta Josiane. Foto: Reprodução/FacebookA principal preocupação é sempre com o aprendizado. “Se ele ‘enxerga’ (sic) com as mãos, eu o levo até o local que ele quer conhecer, para ele poder tocar e ‘ver’ (sic). Tenho conversado com muitas mães e digo que o mais importante é deixar a criança solta, para ela aprender, porque ela é capaz”. Josiane diz que Miguel, apesar de ter somente três anos, já está conseguindo sua independência. “Ele costuma me chamar para saber se eu o estou acompanhando, mas quando ele aprende, quer fazer sozinho. Foi assim, por exemplo, quando ele aprendeu com o pai a ir ao banheiro. Eu vou junto, mas ele se veste sozinho. E diz ‘Não mamãe, eu quero fazer’. Eu deixo e ele consegue”. O vídeo publicado por Josiane no Facebook mostra como essa ‘estratégia’ tem mostrado resultados muito positivos. Junto com o vídeo, ele escreve: “Eu te agradeço Jesus por ter colocado o Miguel em minha vida. Me sinto, a cada dia que se passa, especial por ter ele comigo! Obrigado Deus. Pessoal, o Miguel é deficiente visual, o vídeo é legal pela superação e a determinação que esse pequeno guerreiro demonstra!!!!”.

quinta-feira, 10 de julho de 2014

segunda-feira, 7 de julho de 2014

O fim da injeção diária

FDA aprova insulina inalável
Adriana Dias Lopes

Em 27 de junho, o bilionário americano Alfred Mann, de 88 anos, almoçava com a mulher em um restaurante em Las Vegas, onde mora, quando recebeu por telefone a notícia mais importante de sua carreira como físico e empresário na área de saúde: a insulina inalável Afrezza, produto no qual ele investira 2 bilhões de dólares, finalmente recebera o o.k. da FDA, a agência do governo dos Estados Unidos de controle de remédios e alimentos.

No dia do anúncio da aprovação, as ações do laboratório MannKind, empresa de sua propriedade, subiram 10%. A boa notícia não era apenas para Mann. A Afrezza representa uma mudança drástica no tratamento do diabetes.

Graças à nova insulina, 25% dos diabéticos, um universo de 90 milhões de doentes no mundo, 3 milhões deles no Brasil, podem se livrar das injeções diárias do hormônio, imprescindíveis até agora para o controle da doença. Diz o endocrinologista Freddy Eliaschewitz, diretor do Centro de Pesquisas Clínicas (CPClin), de São Paulo, instituição envolvida nos estudos clínicos com o medicamento: “Este é o maior marco na história do tratamento com insulina nos últimos quarenta anos”. A data refere-se ao lançamento, na década de 70, do hormônio feito com material genético humano, o que livrou os doentes dos efeitos colaterais severos causados pelas insulinas anteriores, produzidas a partir de animais, principalmente porcos.

 Fonte: Revista Veja

terça-feira, 8 de abril de 2014

Implante de eletrodos na coluna devolve movimentos a paralítico


Uma nova tecnologia está sendo testada na Universidade de Louisville, em Kentucky, nos EUA, para devolver os movimentos de algumas partes do corpo a pessoas com paralisia. Por meio de eletrodos posicionados na região lombossacral da coluna, um paciente conseguiu estimular os nervos para recuperar parcialmente os movimentos das pernas.

“O implante devolve o que, em pessoas saudáveis, seria chamado de potencial de descanso da espinha dorsal, a atividade elétrica que mantém a espinha alerta, mas que enfraquece com a falta de uso em pessoas paralisadas. Assim que conseguimos restaurar artificialmente este ímpeto elétrico, a espinha ‘acorda’, registra a intenção do cérebro para mexer as pernas e depois a converte em movimentos para os neurônios”, detalha um artigo médico.

Os 16 eletrodos utilizados nos testes não conferem bom nível de precisão, o que resulta em movimentos bruscos e desastrados. Os cientistas estudam aumentar este número para 27, visando um controle que possa até devolver a habilidade de andar. Além da recuperação do movimento nas pernas, os pacientes disseram ter recuperado funções sexuais, da bexiga e do reto.

Veja abaixo as reações do paciente:





quarta-feira, 2 de abril de 2014

"Dia Mundial de Conscientização do Autismo"



Hoje, 2 de abril, é o "Dia Mundial de Conscientização do Autismo"

Símbolo mundial
da conscientização
em relação ao autismo.
O "Dia Mundial de Conscientização do Autismo" foi criado pela Organização das Nações Unidas para a conscientização acerca desta síndrome.
O autismo é uma disfunção global do desenvolvimento. É uma alteração que afeta a capacidade de comunicação do indivíduo, a capacidade de socializar e de comportamento. Esta desordem faz parte de um grupo de síndromes chamado transtorno global do desenvolvimento (TGD), também conhecido como transtorno invasivo do desenvolvimento (TID).

Algumas crianças, apesar de autistas, apresentam fala e inteligência intactas, outras apresentam sérios problemas no desenvolvimento da linguagem. Algumas parecem fechadas e distantes, outras presas a rígidos e restritos padrões de comportamento. Os diversos modos de manifestação do autismo também são designados de espectro autista, indicando uma gama de possibilidades dos sintomas do autismo. Atualmente, em muitos casos, já há a possibilidade de detectar a síndrome antes dos dois anos de idade.

O tratamento do autismo vai depender da gravidade do déficit social, de linguagem e comportamental que o indivíduo se encontra. Existem diversas abordagens, algumas melhores embasadas cientificamente do que outras.

De um modo geral o tratamento tem 4 objetivos:
1. Estimular o desenvolvimento social e comunicativo;
2. Aprimorar o aprendizado e a capacidade de solucionar problemas;
3. Diminuir comportamentos que interferem com o aprendizado e com o acesso às oportunidades de experiências do cotidiano;
4. Ajudar as famílias a lidarem com o autismo.

O quadro de autismo não é estático, alguns sintomas modificam-se, outros podem amenizar-se e vir a desaparecer, porém novas características poderão surgir com a evolução do indivíduo. É aconselhável avaliações sistemáticas e periódicas.

Fonte: Jornal Semanário da Zona Norte
via Vereadora Sandra Tadeu

quarta-feira, 19 de março de 2014

Vereadora Sandra Tadeu apresenta PL que institui “Semana de Prevenção à Endometriose”


São Paulo (SP) - A vereadora Sandra Tadeu (DEM - SP)
protocolou na Câmara Municipal de São Paulo o Projeto de Lei n° 98/2014, que altera a Lei nº 14.485, de 19 de julho de 2007, para incluir a “Semana de Prevenção e Conscientização dos males causados pela Endometriose”, a ser realizado anualmente no mês de março. Endometriose é uma doença que acomete mulheres em idade reprodutiva e consiste na presença de células endometriais em locais fora do útero (seu ambiental natural), ou, na gravidez, o local onde o óvulo fecundado se acomoda.
O endométrio é a camada interna do útero que é renovada mensalmente pela menstruação.
A Endometriose é um transtorno ginecológico que atinge entre 10% e 15% das mulheres em idade reprodutiva e geralmente aparece na pelve, acometendo os órgãos pélvicos, bem como intestino, bexiga, peritônio (membrana que reveste a parede abdominal e pélvica) e ligamentos de sustentação também podem ser envolvidos.
Algumas mulheres acometidas pela Endometriose não apresentam sintomas.
Outras podem ter sintomas como:



  • Sintomas similares à infecção do trato urinário sem ter infecção;


  • Sangramento antes da menstruação;


  • Cólicas menstruais cada vez piores, apesar do uso de medicamentos;


  • Períodos menstruais irregulares e mais frequentes;


  • Dor em baixo ventre durante, ou antes, da menstruação;


  • Dor pélvica após exame ginecológico ou exercício;


  • Dor na relação sexual;


  • Infertilidade.



  • O objetivo deste PL é “envidar esforços do poder público para realizar palestras, cursos e outros eventos de divulgação, que tenham por objetivo esclarecer a população, em parceria com entidades públicas e privadas voltadas ao tema, sobre os efeitos da endometriose na saúde da mulher”, diz o texto do projeto.

    Fonte e foto: Universo do Bebê via Vereadora Sandra Tadeu (

    quarta-feira, 12 de março de 2014

    Mutirão de Cirurgia de Catarata




    Estação Brás recebe posto de atendimento para cirurgia de catarata. A ação é organizada pelo Instituto São Paulo de Ação Voluntária, com apoio da CPTM.
    Central de Informações: 2097-6995