segunda-feira, 17 de novembro de 2014

"Unindo Forças contra as Doenças da Retina"

Reserve esta data! (29 de Novembro de 2014  - sábado)

São vários os estudos clínicos e pesquisas para o tratamento das Doenças Degenerativas da Retina no campo da genética, célula tronco, implante retiniano "chip eletrônico" e terapia das células encapsuladas.
Há testes clínicos em estágios bem avançados, como é o caso do teste clínico com QLT, um tipo de vitamina A, usado para tratar jovens e crianças com Amaurose Congênita de Leber, um tipo de Retinose Pigmentar que acomete crianças e tem origem genética. O teste clínico foi feito com pacientes com os genes RPE65 e LRAT e houve casos de recuperação da visão nos pacientes tratados. Terapia genética realizada com pacientes jovens com esses mesmos genes, na Universidade da Pensilvania, Estados Unidos, também apresentaram resultados muito animadores.
O implante retiniano "chip eletrônico", ARGUS II, já é uma realidade e já é comercializado na Europa e Estados Unidos.


  • Quais os pacientes que podem se beneficiar com essa prótese?


  • Qual o custo financeiro para isso? Como posso ter acesso a esse implante?


    • Células tronco - mitos e verdades


      • Quais são as perspectivas para os tratamentos com células tronco nas doenças degenerativas da retina?


      • Como estão essas pesquisas no Brasil?


      • Terapia de células encapsuladas  - do que se trata?


      • O que o estudo clínico pode ajudar no tratamento para Retinose Pigmentar?


      • O que os pacientes com Stagardt podem esperar dos avanços das pesquisas clínicas?



      • Todas essas questões serão respondidas, bem como outras novidades ligadas aos futuros tratamentos de doenças da retina serão abordadas pelas médicas:
        Drª. Fernanda Porto, Profª Drª Juliana Sallum e Drª Rosane Resende, no evento informativo organizado pela RETINA BRASIL "Unindo Forças contra as Doenças da Retina".

        O evento acontecerá em São Paulo, no dia 29 de novembro de 2014, das 09:00 às 13:00 horas, na Câmara Municipal de São Paulo, Viaduto Jacareí, 100 - 1º andar - Auditório Prestes Maia.

        O evento é gratuito e não há necessidade de inscrição antecipada.
        Para mais informações, entre em contato com a nossa sede (11) 5549-2239 ou gruporetina@gruporetina.org.br

        Participe! Essa será uma oportunidade de unirmos forças para o avanço das pesquisas para o tratamento das doenças degenerativas da retina.

        Cordialmente,
        Maria Julia da Silva Araujo
        Presidente Retina Brasil/Retina São Paulo

        quarta-feira, 12 de novembro de 2014

        USP oferece curso online grátis do sistema Braille


        A Universidade de São Paulo (USP) oferece um curso online grátis de Braille (sistema usado por pessoas cegas) pela internet, destinado a pessoas que não têm deficiências visuais. As aulas são indicadas para crianças, pais, professores e funcionários de escolas que mantenham projetos de inclusão de cegos.

        Pessoas que tenham interesse em aprender a usar o sistema Braille poderão fazê-lo gratuitamente, pela internet. O material pode ser acessado em português, inglês e espanhol.

        Metodologia do Curso Braille

        As pessoas que enxergam não precisam do tato para ler em Braille. Com o aprendizado do sistema composto por 63 símbolos formados pela combinação de seis pontos em uma célula, o indivíduo que vê pode ler textos em Braille apenas substituindo as letras comuns pela nova simbologia.

        O Braille Virtual é uma animação gráfica que pretende facilitar o aprendizado do sistema. Com os símbolos divididos em grupos de 10, o usuário poderá perceber primeiramente quais pontos formam cada letra Braille. Num segundo momento há a repetição de cada letra, no intuito de facilitar a memorização. Terminada a animação, o usuário pode clicar em cada célula Braille disposta para repetir o aprendizado. A partir do segundo grupo de letras, ao se acrescentar ou retirar apenas um ponto do grupo anterior, forma-se um novo grupo de letras, acelerando o processo. O Braille Virtual é um curso livre e não oferece certificado.

        Para fazer o curso, entre no site www.braillevirtual.fe.usp.br, do Departamento de Metodologia do Ensino e Educação Comparada da Faculdade de Educação da USP.
        via Yara Andrade

        Aparelho permite enxergar onde estão as veias do braço

         Produzido pela Cruz Vermelha australiana, invenção usa luz infravermelha para mapear as veias do braço.


        Todo mundo já passou ou conhece alguém que passou pela situação.
        Você precisa precisa colher uma amostra ou quer doar sangue.
        A enfermeira ou enfermeiro vem e faz uma, duas, diversas tentativas de encontrar o ponto certo. O processo se arrasta.
        É que a sua veia é fininha, dirá o profissional.
        Você o amaldiçoa silenciosamente e torce para que a situação acabe logo.




         A Cruz Vermelha australiana quer acabar com a situação. Eles estão produzindo um equipamento que usa luz infravermelha para mapear as veias do corpo humano. Veja o vídeo:



        terça-feira, 4 de novembro de 2014

        Homem com paralisia volta a andar após fazer tratamento revolucionário


        Fantástico mostra, com exclusividade no Brasil, detalhes da pesquisa que resultou em um avanço só comparado à chegada do homem à lua.

        É um dos desafios mais formidáveis da medicina: reverter a paralisia. Um cientista passou a vida trabalhando para realizar um sonho: regenerar lesões na coluna vertebral.

        Leia mais!

        Fonte: G1 via Jonathan Peripato

        Jovem com síndrome rara altera voz para superar falta de expressão facial

        Amanda Novo Nascimento, uma adolescente de 17 anos que nasceu com Síndrome de Moebius (uma doença rara, caracterizada pela paralisia dos nervos da face, que a impede de sorrir, de mover os olhos e de manifestar emoções), relata suas experiências no livro "Como é ter a síndrome de Moebius".

        Leia mais!

        Interessados em adquir a publicação devem enviar um e-mail para amandanovonascimento@hotmail.com

        Fonte: G1 via Mara Gabrilli

        terça-feira, 5 de agosto de 2014

        Câmara aprova cuidador nas escolas para alunos com deficiência


        A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) aprovou nesta quarta-feira (12), em caráter conclusivo, proposta que obriga as escolas regulares a oferecerem cuidador específico para alunos com deficiência, se for verificado que eles precisam de atendimento individualizado. A iniciativa está prevista no Projeto de Lei 8014/10, do deputado Eduardo Barbosa (PSDB-MG).

        Fátima Bezerra votou pela aprovação das mudanças feitas pela Comissão de Educação.A relatora, deputada Fátima Bezerra (PT-RN), defendeu a constitucionalidade do texto, com a inclusão das emendas da Comissão de Educação. Essas emendas substituem, no projeto, a expressão “portador de necessidades especiais” por “pessoa com deficiência”, em atenção ao recomendado pela Convenção sobre o Direito das Pessoas com Deficiência.
        A matéria seguirá agora para análise do Senado, exceto se houver recurso para que passe antes pelo Plenário da Câmara.

        Educação inclusiva

        A legislação brasileira incentiva a inclusão dos estudantes com deficiência no ensino regular, deixando o ensino especial para aqueles com características específicas. Por isso, a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (9.394/96) prevê o serviço de apoio especializado aos alunos com deficiência matriculados nos colégios regulares. A proposta aprovada inclui explicitamente o cuidador como parte desse suporte, desde que necessário.

        Leia a íntegra da proposta.

        quinta-feira, 17 de julho de 2014

        “Eu quero fazer”

         Miguel Santos Dias tem três anos. Foto: ReproduçãoJosiane Almeida Santos Dias tem 31 anos e mora em Juiz de Fora/MG. Ela é mãe de Miguel Santos Dias, que nasceu em fevereiro de 2011. “Minha gravidez foi tranquila, fiz o pré-natal completo e o parto foi normal. Ainda no hospital, foram feitos os testes do ouvido e do pé”. Quando Miguel tinha 15 dias de vida, após fazer o teste de reflexo do olho vermelho, a médica do Hospital Universitário UFJF informou que Miguel havia nascido cego. “Fiquei chocada e chorei muito, pensando no futuro. Passou uma história na cabeça. Fiquei pensando em como eu iria criar meu filho”, diz Josiane. No primeiro ano de vida de Miguel, a família buscou opiniões sobre as possibilidades para ele enxergar. Em Belo Horizonte, Miguel foi submetido a muitos exames, inclusive tomografia e ressonância magnética, porque havia suspeita de que existisse um tumor na cabeça, hipótese que foi totalmente descartada. “Eu cheguei a pensar em uma cirurgia. Decidi não colocar meu filho nessa situação, porque ele até passaria a enxergar alguma luz, mas isso seria temporário e eu acabaria tirando dele algo que ele nunca teve.

         "Por isso, decidi criar meu filho como se ele enxergasse”, conta Josiane. Foto: Reprodução/FacebookA principal preocupação é sempre com o aprendizado. “Se ele ‘enxerga’ (sic) com as mãos, eu o levo até o local que ele quer conhecer, para ele poder tocar e ‘ver’ (sic). Tenho conversado com muitas mães e digo que o mais importante é deixar a criança solta, para ela aprender, porque ela é capaz”. Josiane diz que Miguel, apesar de ter somente três anos, já está conseguindo sua independência. “Ele costuma me chamar para saber se eu o estou acompanhando, mas quando ele aprende, quer fazer sozinho. Foi assim, por exemplo, quando ele aprendeu com o pai a ir ao banheiro. Eu vou junto, mas ele se veste sozinho. E diz ‘Não mamãe, eu quero fazer’. Eu deixo e ele consegue”. O vídeo publicado por Josiane no Facebook mostra como essa ‘estratégia’ tem mostrado resultados muito positivos. Junto com o vídeo, ele escreve: “Eu te agradeço Jesus por ter colocado o Miguel em minha vida. Me sinto, a cada dia que se passa, especial por ter ele comigo! Obrigado Deus. Pessoal, o Miguel é deficiente visual, o vídeo é legal pela superação e a determinação que esse pequeno guerreiro demonstra!!!!”.

        quinta-feira, 10 de julho de 2014