sábado, 30 de setembro de 2017

sexta-feira, 29 de setembro de 2017

Cuidador de idosos deve ficar atento com administração dos medicamentos


ELDER FERRARI
DA WEB RÁDIO CÂMARA

Um dos aspectos mais complexos para os cuidadores de idosos é a administração medicamentosa. Este é um dos principais assuntos tratados no curso “Boas Práticas para Atenção à Pessoa Idosa”, que acontece todo o mês na Câmara Municipal de São Paulo.

A enfermeira Cláudia Vallone Silva, uma das organizadores do curso, ressalta que é responsabilidade do cuidador administrar a medicação ao idoso. E isso quer dizer organizar os medicamentos, separar por horários e garantir que o remédio seja dado. Ela explicou que é sugerido aos cuidadores dar o medicamento junto com as refeições.

“Que essa pessoa possa fazer a divisão dessas medicações, se puder ser junto com a refeição é melhor, porque o idoso não vai perceber que aquilo estará acontecendo, mas para isso é necessária uma indicação do médico. Não se pode fazer nada sem orientação médica.”

A também enfermeira Maria Alice Lelis ressalta que normalmente os problemas acontecem com os idosos que têm doenças crônicas e necessitam de diversos medicamentos.

“Quando ele tem mais de uma doença crônica, como por exemplo hipertensão, diabetes, hipotiroidismo, o paciente precisa de um número de medicamentos que fica desconfortável para o uso”.

Maria Alice ainda destacou que o cuidador de idosos só pode administrar os medicamentos orais. Os medicamentos injetáveis são específicos para profissionais de saúde. Ela chamou a atenção para os idosos hipertensos, que rejeitam o medicamento por alegar que não estão com a pressão alta. Mas a enfermeira explica que esse tipo de medicamento é justamente para manter o controle da doença.

“É para evitar que ele desenvolva um AVC (Acidente Vascular Cerebral) ou Acidente Vascular Encefálico. E algumas vezes o idoso acha que não precisa, por estar com a pressão regular.”

O curso gratuito de capacitação Boas Práticas para a Atenção à Pessoa Idoso acontece mensalmente no Palácio Anchieta e a próxima edição será realizada no dia 26 de outubro, uma quinta-feira. Mais informações você pode consultar aqui. O curso tem o apoio do vereador Gilberto Natalini (PV)

quinta-feira, 28 de setembro de 2017

segunda-feira, 11 de setembro de 2017

segunda-feira, 14 de agosto de 2017

Datas Comemorativas para as pessoas com deficiência visual

1.  Dia 4 de Janeiro:

É o dia Mundial do Braille. Essa data é comemorada mundialmente, por ser esse o dia do nascimento de Louis Braille, o criador do sistema de leitura e escrita para pessoas cegos, o Alfabeto Braille.

2.    Dia 11 de Março:

Comemora-se o aniversário de criação da Fundação para o Livro dos Cegos no Brasil, hoje com o nome de sua criadora (Dorina
Nowill), datada do dia 11 de Março de 1946, localizada em São Paulo.

3.  Dia 17 de Março:

Dia do nascimento de José Álvares de Azevedo, o primeiro cego brasileiro, a estudar em Braille na França e ministrar o ensino desse Sistema no Brasil.

4. Dia 8 de Abril:

Dia Nacional do Braille.

Essa data é alusiva ao dia de falecimento de José Álvares de
Azevedo.

A Lei que institui essa data prevê que devem ser promovidos nesse
dia eventos de valorização desse Sistema e das potencialidades das
pessoas cegas.

5.  Dia 11 de Maio:

Nesse dia, o os cegos do Brasil, comemoram o reconhecimento  do
sorobã como instrumento  de ensino da matemática para pessoas cegas,
decreto assinado no dia 11 de Maio de 2005.  A partir desse
reconhecimento, os cegos passaram a ter o direito de usar o sorobã em concursos públicos ou em qualquer provas de aferição de conhecimentos matemáticos.

6.  Dia 17 de Setembro:

O país inteiro comemora o aniversário do Instituto Benjamin
Constant, localizado no Rio de Janeiro.
Fundado em 17 de Setembro de 1854, foi a primeira escola para cegos da América Latina.

    7.  Dia 21 de Setembro:
    No dia 21 de Setembro, o mundo comemora o dia Internacional de Luta
das Pessoas com Deficiência.

8.  Dia 15 de Outubro:

Nesse dia no mundo inteiro, comemora-se o dia Mundial da Bengala
Branca.
A Bengala Branca é o símbolo que reconhece o cego e garante a ele o direito prioritário  de travessia, de atendimento preferencial e eliminação de
barreiras arquitetônicas,  pois a bengala branca sinaliza pedido de auxílio.

    9.  Dia 3 de Dezembro:
    No dia 3 de Dezembro, os deficientes comemoram o dia Nacional
de luta das Pessoas com Deficiência.

10.  Dia 13 de dezembro:

É comemorado o dia Nacional dos deficientes visuais,

Essa data foi instituída pelo Presidente Jânio Quadros, por meio do
Decreto Federal nº 51.405/61.
Essa é, sim, uma grande oportunidade para que as pessoas com deficiência visual marquem posição no que tange ao emprego, ao acesso à
cultura, ao lazer e ao acesso inclusivo à  escola e à prática esportiva.

segunda-feira, 7 de agosto de 2017

Humberto Silva é homenageado por combater a hepatite


DA TV CÂMARA










Humberto Silva, fundador do projeto Hepatite Zero, que promove uma série de atedimentos gratuitos para portadores da doença no Brasil e no México, recebeu o Título de Cidadão Paulistano na noite desta sexta-feira (4/8) na Câmara Municipal de São Paulo.

Segundo o Ministério da Saúde, no Brasil existem 3 milhões de pessoas contaminadas pelo vírus da hepatite. Humberto já fez parte dessa estatística e quando recebeu o diagnóstico já estava com um quadro avançado de cirrose.

Diante da gravidade da doença, ele decidiu tomar uma atitude para ajudar os portadores que, muitas vezes, não sabem que têm hepatite. Atualmente ele lidera cinco clínicas, que já atenderam 40 mil pessoas gratuitamente.

“Esse trabalho, que hoje é reconhecido, não é meu individualmente. Ele é de todos nós. Então, eu me sinto honrado, feliz, por essa homenagem ao trabalho, mas nada envaidecido pela minha pessoa”, disse Silva.

Profissionais de saúde e membros do Rotary Club destacaram a importância de trabalhos como o de Humberto no diagnóstico e tratamento de doenças graves, que muitas vezes não recebem o atendimento adequado.

Para o médico Nadir Zacarias, esse é um trabalho que precisa ser visto pela sociedade de uma forma muito importante. “Nós estamos salvando vidas”.

Alexandre de Almeira Ferreira, vice-presidente do Rotarian Action Group, lembrou que Humberto lidera um time de 120 pessoas na cidade de São Paulo. “Temos clínicas com portadores de hepatite e uma de crianças com câncer. Tudo liderado por ele, que é uma peça fundamental para o trabalho social que a gente presta na comunidade”, disse.

O governador assistente do Rotary, Carlos Renato Rosenbaum, lembra que o projeto é importantíssimo. “Foi idealizado por ele [Humberto]. E está trazendo para esse Brasil inteiro a possibilidade de tratar muita gente que não sabe que está doente”.

Familiares e amigos afirmaram que o Título de Cidadão Paulistano é o reconhecimento de uma rotina de trabalho intensa.

Andrea Molina, mulher de Humberto, lembra que ele “trabalha dia e noite e ver um reconhecimento desse tipo  é lindo”.

Para o gerente de projetos da Associação Brasileira de Portadores de Hepatite, Eduardo Lima, Humberto é destemido. “Para ele, não existe o não”, diz.

O ex-jogador de futebol Francisco Lima, que passou pela Portuguesa, Palmeiras e Newcastle, da Inglaterra, diz que a gratidão é uma palavra que resume a atuação de Humberto. “É muito difícil no mundo de hoje ver gente que ainda se preocupa com a causa alheia”.

No mundo, apenas 20% dos portadores de hepatite sabem que têm a doença. O autor da homenagem, vereador Paulo Frange (PTB), lembrou que além da dificuldade do diagnóstico, o paciente muitas vezes não consegue arcar financeiramente com o tratamento.

“São tratamentos caros. O Humberto tem feito um trabalho nesse sentido. Tudo da hepatite é caro. Do diagnóstico até o tratamento. Pessoas como ele chamam a atenção e nós não poderíamos deixar de homenageá-lo”, disse.


Fonte: TV Câmara
Atualizado em 04/08/2017 – 23h5
(Visualizado em 07/08/2017 - 12:39)

sexta-feira, 28 de julho de 2017

Curso Básico de Espiritismo para falantes do idioma espanhol em São Paulo






Local: Centro Espírita Caminho da Redenção
Dias e horários: Todos os domingos, a partir de 30 de Julho, a partir das 9h30min.
Endereço: Rua Cassandoca, 535
Bairro: Moóca
CEP:  03169-010
São Paulo-SP

quinta-feira, 27 de julho de 2017

Comissão busca informações sobre atendimento a alunos com deficiência auditiva



DA REDAÇÃO


A Comissão de Educação, Cultura e Esportes da Câmara aprovou nesta quarta-feira (28/6) um requerimento de informações à Secretaria Municipal de Educação sobre o atendimento inclusivo de alunos com deficiência auditiva na rede municipal de ensino.

De acordo com a autora do requerimento, vereadora Aline Cardoso (PSDB), as escolas  bilíngues, EMEPS (Escolas Municipais Especiais para Surdos), estão correndo o risco de serem fechadas por conta do esvaziamento das salas. Segundo ela, os estudantes estão matriculados em escolas comuns ou escolas inclusivas.

“Antes de fazer qualquer tipo de proposta para melhorar o sistema precisamos entender como está funcionando. A quantidade de alunos com deficiência auditiva, a quantidade de escolas especiais, onde estão localizadas e se há dificuldade de acesso. O objetivo é entender o que está acontecendo e depois agir para melhorar a condições dos alunos”, afirmou a vereadora.

Conselho Tutelar

Os vereadores da Comissão também aprovaram o parecer favorável do vereador Toninho Vespoli (PSOL) ao Projeto de Lei (PL) 418/2011, que determina a fixação de placa informativa com número telefônico (125) do Conselho Tutelar nas escolas públicas do Município.

Para o relator é importante que os alunos e familiares tenham acesso aos contatos para realização de denúncias. “A grande maioria da população acaba não tendo acesso ao número. É um lugar onde não só as crianças vêem, mas os pais também acabam tendo acesso. Geralmente são os adultos que fazem mais denúncias sobre agressões ou uma situação de abandono de alguma criança”, defendeu.

A proposta segue em tramitação na Câmara até que seja discutida no Plenário. Participaram da reunião o presidente da Comissão, vereador Professor Claudio Fonseca (PPS), Celso Jatene (PR) e Arselino Tatto (PT).

quarta-feira, 26 de julho de 2017

Vereadora quer ultrassom 3D para gestantes cegas



 DA REDAÇÃO

Um Projeto de Lei da vereadora Patricia Bezerra (PSDB) pretende permitir para as gestantes cegas da capital um pré-natal com direito a um ultrassom em três dimensões, possibilitando que a futura mãe possa tocar um molde do bebê. É o que propõe o PL 2019/2015, de autoria da tucana.

Segundo a justificativa da proposta que está em tramitação, acompanhar a evolução do feto não é um direito acessível à mulher cega, que depende do médico ou do técnico do exame para descrever em palavras como são as feições do bebê, o tamanho e o sexo.

Ainda de acordo com o PL, o sistema do ultrassom em três dimensões foi desenvolvido pelo Instituto Nacional de Tecnologia do Rio de Janeiro, órgão vinculado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação.

Para a parlamentar, é dever do Poder Público maximizar esforços para garantir o direito integral da saúde da mulher gestante, particularmente às portadoras de alguma necessidade especial. O projeto autoriza o Executivo a buscar parcerias e oferecer o serviço.

Acompanhe aqui outros projetos em tramitação da vereadora Patricia Bezerra. No link você também pode obter os canais de comunicação do parlamentar e participar diretamente do mandato com propostas, sugestões ou receber informativos através do formulário “Fale com o(a) vereador(a)”.

Fonte: CMSP

Como Designar Pessoas que Têm Deficiência?




A maioria das pessoas, inclusive as com deficiência, muitas vezes utilizam termos conceitualmente inadequados para designar pessoas que possuem alguma deficiência.

Alguns desses termos, que um dia já foram oficiais, como "deficientes", pessoas deficientes", "portadoras de deficiência" ou "portadoras de necessidades especiais", persistem no tempo, na memória coletiva, sendo muitas vezes preservados e reafirmados pelos títulos de entidades civis e governamentais que não têm como se livrar de burocracias oficiais para atualizarem seus nomes. Um exemplo disso é a Associação de Assistência à Criança Defeituosa - AACD, hoje denominada Associação de Assistência à Criança Deficiente. Outro exemplo é o da própria CORDE como "Coordenadoria Nacional para a Integração da Pessoa Portadora de Deficiência" que, após 20 anos com esse nome, recentemente passou de coordenadoria para o status de subsecretaria como Subsecretaria Nacional de Promoção dos Direitos da Pessoa com Deficiência, dessa vez, porém, sendo um bom exemplo de atualização.

Para a jornalista Maria Isabel da Silva, em seu artigo "Por que a terminologia 'pessoas com deficiência'?", os termos utilizados possuem importância porque "Na maioria das vezes, desconhece-se que o uso de determinada terminologia pode reforçar a segregação e a exclusão.(...) e (...) "Além disso, quando se rotula alguém como "portador de deficiência", nota-se que a deficiência passa a ser "a marca" principal da pessoa, em detrimento de sua condição humana".

Segundo Romeu Kasumi Sassaki, "a tendência é no sentido de parar de dizer ou escrever a palavra "portadora" (como substantivo e como adjetivo). A condição de ter uma deficiência faz parte da pessoa e esta pessoa não porta sua deficiência. Ela tem uma deficiência. Tanto o verbo "portar" como o substantivo ou o adjetivo "portadora" não se aplicam a uma condição inata ou adquirida que faz parte da pessoa. Por exemplo, não dizemos e nem escrevemos que uma certa pessoa é portadora de olhos verdes ou pele morena.". (livro Vida Independente: história, movimento, liderança, conceito, filosofia e fundamentos. São Paulo: RNR, 2003, p. 12-16).

No histórico que Maria Isabel da Silva menciona em seu artigo, percebe-se que a terminologia foi se amoldando à sua época: "Até a década de 1980, a sociedade utilizava termos como "excepcional", "aleijado", "defeituoso", "incapacitado", "inválido"... Passou-se a utilizar o termo "deficientes", por influência do Ano Internacional e da Década das Pessoas Deficientes, estabelecido pela ONU, apenas a partir de 1981. Em meados dos anos 80, entraram em uso as expressões "pessoa portadora de deficiência" e "portadores de deficiência". Por volta da metade da década de 1990, a terminologia utilizada passou a ser "pessoas com deficiência", que permanece até hoje."

Alguns argumentos são repetidos entre pessoas com deficiência a respeito das inúmeras designações atribuídas a elas, como a de que "deficiente" não se remete à deficiência que se tem, mas à qualidade de não ser eficiente.; que "pessoa deficiente" acentua uma qualidade de ineficiência na pessoa; que, caso se portasse uma deficiência, poderia-se deixá-la em casa e partir sem ela e que, assim, não se porta ou não uma deficiência, tem-se uma deficiência; que "portadores de necessidades especiais", após tanta luta pela igualdade na diferença, que ser "especial" exclui a pessoa do todo, da igualdade, remetendo-se somente à diferença. Por outro lado, "pessoa com deficiência" reproduz uma verdade, que é a de se ter uma deficiência, aliada ao fato de que essa deficiência é de uma pessoa. Dessa forma, pessoas com deficiência, alunos com deficiência, trabalhadores com deficiência é o que vem sendo utilizado por pessoas que se interessam pelo assunto e pelo conceito.

A Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, aprovada pela Assembléia da ONU em 2006, assinada pelo Brasil e outros cerca de 80 países em 2007 e ratificada em 2008 pelo Congresso Nacional, foi criada por governos, instituições civis e pessoas com deficiência de todo o mundo e acabou por oficializar o termo "pessoas com deficiência" em seu próprio título, além de o reafirmar em todos os seus artigos, especialmente no artigo de número 1:

O propósito da presente Convenção é o de promover, proteger e assegurar o desfrute pleno e equitativo de todos os direitos humanos e liberdades fundamentais por parte de todas as pessoas com deficiência e promover o respeito pela sua inerente dignidade.

Pessoas com deficiência são aquelas que têm impedimentos de natureza física, mental, intelectual ou sensorial, os quais, em interação com diversas barreiras, podem obstruir sua participação plena e efetiva na sociedade com as demais pessoas.

Esse texto procura incentivar o uso da terminologia correta, oficial e proposta pelas próprias pessoas com deficiência que colaboraram na construção desse fantástico tratado de Direitos Humanos que é a Convenção sobre os Direitos da Pessoa com Deficiência e que, aos poucos, vai se espalhando pelo mundo.

Em geral, a pessoa com deficiência, que é caracterizada por sua fragilidade e não por suas qualidades, vai conseguindo se mostrar a todos, antes por ser pessoa do que por possuir uma deficiência. Entretanto este é um processo de lenta assimilação, onde a linguagem possui o seu papel de reveladora de conceitos, mitos, evolução e transformação. Dessa forma, o termo "pessoas com deficiência" está, nesse momento, revelando-se como um ponto da história em que pessoas que têm deficiências se integram à sociedade e esta as inclui.

Assim, Maria Isabel da Silva, em seu artigo em que este texto foi baseado, expressa o papel da linguagem no revelar do olhar da sociedade sobre as pessoas com deficiência: " A construção de uma verdadeira sociedade inclusiva passa também pelo cuidado com a linguagem. Na linguagem se expressa, voluntária ou involuntariamente, o respeito ou a discriminação em relação às pessoas com deficiência. Por isso, vamos sempre nos lembrar que a pessoa com deficiência antes de ter deficiência é, acima de tudo e simplesmente: pessoa."

Fonte: Bengala Legal (Acessado em 26/07/2017 - 16:51)

Inclusão de Profissionais com Deficiência no Mercado de Trabalho



Artigo de Claudio Tavares*

A Inclusão Profissional de Pessoas com Deficiência no Mercado de Trabalho – A 26 anos, antes do estabelecimento da Lei 8213/91 de 24/07/1991, conhecida como Lei de Cotas para empresas, o profissional com deficiência conseguia ingressar no mercado de trabalho somente através de ações de Associações ou ONGs que os terceirizavam para o poder público.

Após o estabelecimento desta Lei as empresas não tinham a visão de como viabilizar o acesso desses profissionais no mercado de trabalho e lançavam vagas praticamente impossíveis de serem preenchidas na época, muitas exigiam pós-graduação e no mínimo 36 meses de experiência em determinada função, como não conseguiam preencher essas vagas recorriam aos órgãos fiscalizadores e recebiam uma certidão negativa, um documento que informava que ele havia lançado a vaga e procurado o profissional sem sucesso na contratação e que o liberava mais 60 dias para a adequação da lei.

Com a mudança acompanhada de um trabalho de autuação feita pelos fiscais do trabalho e pelo valor das multas aplicadas, vimos a mudança cultural, porém forçada. Os Gestores de Rh queriam de fato contratar pessoas com deficiências, mas confrontavam com a má vontade e desconhecimento dos gestores das áreas, esses foram obrigados a contratar esses profissionais por imposição das novas políticas das empresas juntamente com o RH, pois ser multado custava caro ( e continua sendo, podendo custar milhões ).

Após a primeira inclusão, as dúvidas acabam por serem desmistificadas e é visto que é algo bom e agrega valor para a empresa para os demais colaboradores.

Em 2010 vimos o boom do crescimento da inclusão social e novos cargos de especialistas desse movimento surgirem, juntamente com novas ferramentas e tecnologias para o mercado de trabalho, além de uma melhoria do trabalho de conscientização para disseminação de informações para inclusão, com isso fazendo a retenção e dando continuidade, hoje pessoas com deficiência buscam cada vez mais serem produtivos para de fato fazerem a diferença, atingindo altos cargos e criando um mercado consumidor visto por muitas empresas, exemplo disso a automobilística que apostam suas fichas nesse consumidor.

Depois de toda essa historia, pergunto:

Você candidato consegue ou tem condições (estrutura física) de se aperfeiçoar na sua profissão e atingir as metas definidas pela casa onde trabalha? Você consegue estudar, ou chegar no seu trabalho sem ter uma porcaria de obstáculo na sua frente? Os Governos municipais, estaduais e federais tem feito sua parte? Eu respondo: Não, não tem, por que a acessibilidade urbana continua precária roubando o direito de ir e vir de nós cidadãos.

E você empregador, quando você recebe um currículo, você o analisa completamente? Quando você aprova o perfil profissional e tem alguma dúvida referente a deficiência do candidato você liga para o candidato perguntando se ele precisa de alguma adaptação?

Estamos exatamente no meio de 2 situações: o empregador que não quer contratar ou fazer a inclusão de forma seria, e do candidato que em muitas vezes cumprem todas as exigência da empresa como profissional, mas a empresa sequer se importa se ele precisa de uma barra de apoio no banheiro e vai para o próximo currículo.

Empregador: Como dica para a real inclusão aconselho a abrirem TODAS as suas vagas para profissionais com deficiência, assim aumentando seu leque de possibilidades sem precisar canibalizar neste mercado aquecido.

Quer um novo olhar sobre a inclusão? Pare só de olhar e comece a agir…


*Claudio Roberto Tavares, 38 anos.

Profissional com Deficiência, com ausência da mão direita, fundador do DeficienteOnline.
Profissional com mais de 20 anos no mercado de trabalho, sendo 15 anos dedicados à criação e resolução de rotinas referentes à Informação de Recursos Humanos e área social.

sexta-feira, 30 de junho de 2017

Cearense com síndrome de Down é aprovado em vestibular de Direito em Sobral

Um jovem com síndrome de Down passou no vestibular para a cursar Direito em Sobral. A mãe de William Vasconcelos, Eridam Vasconcelos, comemora a aprovação do filho, por sua história de vida.

Quando Willian nasceu, os médicos não deram nenhum diagnóstico para ela, que só percebeu que havia algo diferente quando a criança completou seis meses. “Eu comecei a perceber que ele tinha algumas dificuldades, como sentar, de segurar o pescocinho”, relembra.

Após descobrir que o filho tinha a síndrome de Down, buscou o apoio na Apae. Foram momentos difíceis, como relata a mãe. “Foi uma fase complicada porque nossa situação financeira era bem complicada. Mas me dediquei dois anos ao William”.

Agora a felicidade tomou conta de todos na família. Eridan ainda se emociona ao falar como recebeu a notícia de que Willian havia sido aprovado no vestibular para cursar Direito na faculdade Luciano Feijão, em Sobral.

“Eu já imaginava ele passar em uma faculdade, mas de Direito não. É muita gratidão que tenho a Deus”, fala a mãe.

A irmã de William, Klívia Vasconcelos, teve um papel de extrema importância nessa história, pois foi ela quem teve a ideia de fazer a inscrição do irmão e, em nenhum momento, duvidou da capacidade dele. “Eu que incentivei ele fazer a inscrição no vestibular. Ele ficou todo empolgado”, afirma.

Com a aprovação no vestibular, eis que surge um dilema: como a família iria fazer para pagar a matrícula e as mensalidades na instituição. Mas, para a surpresa de todos, a faculdade doou uma bolsa integral para o jovem.

William Vasconcelos está feliz para o início das aulas. Já até pesquisou sobre a área do Direito, e sabe muito bem o que quer. “Eu pesquisei sobre as leis do Brasil. Além do advogado tem outras áreas, como promotor ou juiz, é isso que eu quero”, revela.

E os sonhos do jovem William não param por aí. Agora o objetivo é ser ator de televisão. O primeiro passo já foi dado, ele está matriculado no curso de Teatro. “É outro sonho”, diz.

Para finalizar, William fala como conseguiu atingir seus objetivos até aqui, apesar das dificuldades. “A minha família sempre foi muito unida e de muito amor”, garante.

quarta-feira, 28 de junho de 2017

Deficiente físico é forçado a se arrastar para subir em avião no Japão



Companhia área do país apresentou pedido de desculpas. 
Homem precisou subir 17 degraus com a força dos próprios braços.

Por France Presse
28/06/2017 16h38
Atualizado há 7 minutos

Hideto Kijima fala a jornalistas em Osaka, no Japão, na quarta (28) (Foto: Yuki Sato/Kyodo News via AP)Uma companhia aérea japonesa de baixo custo apresentou nesta quarta-feira (28) desculpas após ter obrigado um homem em cadeira de rodas a se arrastar pela escada de um avião para poder embarcar.
O incidente aconteceu no início de junho na ilha de Amami-Oshima, no sul do Japão. Hideto Kijima, de 44 anos, voltava de férias quando um funcionário da Vanilla Air o informou que as regras de segurança o impediam a carregá-lo.
Segundo o jornal Asahi, o homem precisou subir com a força de seus braços os 17 degraus para embarcar no avião rumo a Osaka.
"Pedimos desculpas pelos problemas causados", reagiu um porta-voz da Vanilla Air (grupo ANA Holdings), contactado pela AFP. Desde o episódio, a companhia disse ter instalado no aeroporto um elevador para deficientes físicos, um equipamento que as companhias aéreas costumam usar.
Kijima, que viaja com frequência, conta que se "surpreendeu" quando os funcionários expuseram o problema. "Perguntei se os funcionários do aeroporto não achavam isso errado", declarou a uma rede de televisão japonesa.
Em abril, a companhia aérea americana United Airlines foi duramente criticada por tirar a força um passageiro de um voo com overbooking no aeroporto de Chicago, uma cena que foi filmada e que provocou uma onda de indignação internacional.


Fonte: G1

quarta-feira, 31 de maio de 2017

Deficiente visual, universitária de Santos tem canal no Youtube

Deficiente visual desde que nasceu, Mariana Romano, de 20 anos, não aceita rótulos e muito menos limitações. A jovem de Santos, estudante do curso de Jornalismo, tem um canal no YouTube desde 2012, mas há três criou a tag Cegosfera, que fala sobre o mundo de quem não enxerga.

"A princípio a ideia era falar apenas sobre o mundo nerd, cover, games, desenhos e coisas relacionadas ao tema, mas depois que entrei para a  faculdade percebi que posso ajudar quem passa pela mesma situação que a minha".

Mari Romano, como é conhecida no ambiente virtual, continua falando sobre os temas que gosta, mas aproveita o espaço para mostrar as dificuldades de acessibilidade, não só na cidade onde mora, mas também em situações cotidianas, como jogar vídeo game e frequentar baladas.

Acesse aqui o canal no Youtube da Mari Romano

"Tem games que infelizmente eu não consigo jogar. Existem os áudios games, mas esse tipo de mercado precisa investir mais nisso. Recentemente tive uma experiência negativa com um jogo, e aí querendo ou não, a gente fica chateada", desabafa.

A youtuber divide seu tempo entre as aulas de inglês, o Lar das Moças Cegas, a universidade e claro, as gravações para o canal que são feitas em um estúdio no Gonzaga, em Santos. "Antes fazia as gravações em casa, mas há uns meses o namorado do meu primo montou uma produtora e se ofereceu para me ajudar na produção dos vídeos".

No canal, os vídeos são postados uma vez por semana, geralmente às quintas-feiras, e fazem sucesso, principalmente por atingir deficientes visuais.

Mari conta que já recebeu mensagens de pessoas agradecendo pelos vídeos, que se sentem representados e, além disso, ela garante que conseguiu mudar o modo como as pessoas tratam o deficiente visual.

"Muita gente encara a cegueira como limitação. Particularmente odeio a palavra superação, parece que somos demolidores, sabe? Todo mundo supera algo e com a gente é igual. Não há nada de mais em não enxergar".


Superproteção



Mesmo com toda essa independência, Mari Romano conta que no começo foi difícil convencer sua mãe a deixá-la fazer faculdade.

"É claro que os pais ficam preocupados, é difícil mesmo, mas a gente precisa de um voto de confiança". Certa disso, a youtuber até gravou alguns vídeos sobre como andar sozinha na rua, como se virar com os estudos e ainda como lidar com a insegurança, evitando roubos.

Durante todo o bate-papo com A Tribuna On-line, a futura jornalista deixou bem claro que ser deficiente visual nunca foi um problema na sua vida. " Sou feliz do meu jeito, é claro que às veze bate uma deprê, como pode acontecer com qualquer outra pessoa. Pra mim, isso tudo é maior do que a cegueira, através do canal consigo chegar a pessoas que precisam de motivação".


Fonte: A TRIBUNA

segunda-feira, 17 de abril de 2017

🚗 🚗 🚗 Direitos e Deveres no Trânsito 🚗 🚗 🚗



A Resolução n. 304/2008 do Contran dispõe sobre as vagas de estacionamento destinadas a portadores de deficiência ou dificuldade de locomoção. No documento, é especificado que o órgão ou entidade executiva de trânsito deve expedir o documento (artigo 2º, inciso 2º) que tem validade em todo o território nacional (artigo 2º, inciso 1º). Cada órgão municipal tem seus procedimentos para retirar a credencial. Procure saber como o processo se dá na sua localidade ;)

Confira a resolução do Contran: http://bit.ly/Resolução304

Descrição da Imagem #PraCegoVer: Ilustração de uma idosa na cadeira de rodas sendo empurrada por uma moça. O carro delas encontra-se estacionado ao fundo.
Texto: VAGA PARA DEFICIENTE. Saiba como retirar a credencial: Procure o Dentran ou entidade executiva de trânsito do município da pessoa portadora de deficiência. Geralmente você deve levar: Comprovante de residência; CNH válida (caso condutor); Documento de identificação e CPF (caso passageiro); Laudo médico atualizado. Em alguns casos, ainda é requerida uma consulta médica realizada por um profissional do órgão. Fb.com/cnj.oficial

domingo, 9 de abril de 2017

Hospital das Clínicas da USP Oferece Vagas para Tratamento Psiquiátrico

Instituto de Psiquiatria (IPq) do Hospital das Clínicas (HC) da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP) dispõe de 200 vagas para tratamento de pacientes voluntários em diversos grupos e projetos de pesquisa. Os tratamentos são gratuitos, inclusive medicações, exames laboratoriais e de imagem, de acordo com os serviços oferecidos. O instituto está localizado na Rua Dr. Ovídio Pires de Campos, 785, Cerqueira César, São Paulo – próximo ao Metrô Clínicas.

Confira os tratamentos oferecidos:

Crianças pré-escolares com medos noturnos – Medos noturnos são fenômenos naturais e comuns no desenvolvimento infantil; contudo, quando frequentes, podem se tornar severos e recorrentes, gerando problemas no sono, ansiedade e sofrimento para a criança e sua família. O IPq e o Instituto de Psicologia (IP) da USP buscam crianças de 4 a 6 anos, que apresentem medos noturnos intensos, acompanhados de comportamento de esquiva para dormir sozinhas, para projeto que vai testar uma nova alternativa de intervenção breve, com orientação parental e material psicoeducativo infantil. Os pais/mães podem se inscrever pelos e-mails renatha.rafihi@hc.fm.usp.br ou sandra.quero@casamagica.net.br.

Homossexuais masculinos a partir de 50 anos – O Laboratório de Neurociências do IPq busca homossexuais masculinos, a partir de 50 anos, para grupo psicoterápico que abordará questões emocionais e afetivas, discutindo aspectos relacionados à maturidade, família, trabalho, carreira, sexualidade e outros. Inscrições pelo e-mail maturidadeemcores@gmail.com.

Depressão – Homens e mulheres, acima de 60 anos, que estejam em tratamento com antidepressivo no mínimo há seis meses, e que ainda não tenham apresentado melhora, para participar de estudo clínico com nova medicação. Informações e inscrições para triagem pelo e-mail projeto.depressao.idosos@gmail.com ou telefone (11) 2661-6973.

Autismo – Meninas de 4 a 16 anos e 11 meses, com diagnóstico de autismo (F84.0/CID 10), residentes em SP, para estudo no qual será avaliada a eficácia de Ocitocina spray nasal na redução dos prejuízos na área da interação social, no que se refere a padrões de comportamentos repetitivos. Informações e inscrições para triagem pelo e-mail debzambori@gmail.com.

TOC – Pacientes com diagnóstico de TOC (Transtorno Obsessivo-Compulsivo), de 14 a 65 anos, que estejam em tratamento farmacológico, mas sem resposta adequada, para uma nova abordagem terapêutica, por meio de estimulação magnética transcraniana. O participantes receberão assistência psiquiátrica e ajuda de custo para deslocamento. Inscrições e informações pelo e-mail:pesquisa.toc.etcc@gmail.com ou telefone (11) 2661-6972.

TOC – Homens e mulheres de 18 a 65 anos, com diagnóstico de TOC, sem tratamento psiquiátrico nos últimos três meses. O paciente passará por exames clínicos e de ressonância magnética de crânio e receberá tratamento medicamentoso. Inscrições para triagem pelo e-mail julianadiniz@usp.br ou telefone (11) 2661-6972.

Esquizofrenia – Pessoas de 18 a 60 anos, com diagnóstico de esquizofrenia, para uma nova abordagem terapêutica, que vem se mostrando eficaz no controle de sintomas chamados negativos, como apatia, falta de vontade, energia, isolamento social e baixa afetividade, presentes em cerca de 60% dos portadores da doença. Informações e inscrições pelo e-mail pesquisa.esquizofrenia@gmail.com.

Estresse pós-traumático – Voluntários de 18 a 65 anos, que tenham vivenciado ou presenciado eventos traumáticos em qualquer momento da vida e que ainda se encontrem emocionalmente abalados. Serão oferecidos tratamentos médico e psicológico. Informações e inscrições pelo e-mail novasestrategias.ipq@hc.fm.usp.br ou telefone (11) 94990-4532.

TDAH – Crianças entre 3 anos e 11 meses e 5 anos e 11 meses, que apresentem agitação e desatenção. Se confirmado diagnóstico de Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH), o paciente será incluído em protocolo de tratamento. Informações e inscrições no site: www.estudomappa.com.

Gestantes e pós-parto – Gestantes de 18 a 45 anos, com quadros de depressão e ansiedade e para mulheres até o 6º mês do período pós-parto, de 18 a 45 anos, com quadro de depressão pós-parto. Agendar triagem pelo telefone (11) 2661-6440.

Jogo patológico – Voluntários maiores de 18 anos, que apresentem compulsão por jogos de azar, a ponto de prejudicar seu trabalho, finanças ou relacionamentos. Inscrições para triagem pelos telefones (11) 2661-7805 / 2307-7805 ou e-mail proamjo.secretaria@gmail.com.

Memória – Pessoas a partir de 60 anos, sem dificuldades de memória ou raciocínio em geral ou apenas com dificuldades leves, para estudo que pretende identificar o risco para o desenvolvimento da doença de Alzheimer, com uso de uma nova tecnologia diagnóstica. Informações e inscrições pelo e-mail pesquisamemorialim27@gmail.com.

Portadores de doença de Alzheimer e seus cuidadores – Pessoas acima de 60 anos, que apresentem demência de Alzheimer, bem como seu cuidador direto, maior de 18 anos, para estudo no qual os cuidadores serão ensinados a manejar pacientes que apresentem agitação, agressividade e alterações do sono, entre outros, visando a melhorar esses sintomas e diminuir a sobrecarga para ambos. Informações e inscrições pelo e-mail xandamartini@usp.br.

Compulsão alimentar – Mulheres de 18 a 60 anos, que tenham realizado cirurgia bariátrica para perda de peso há mais de dois anos, mas que mantenham IMC superior a 30kg/m² e apresentem episódios de compulsão alimentar. Informações e inscrições para triagem pelo e-mail ambulim.ipq@hc.fm.usp.br.

Anorexia – Adolescentes de 12 a 17 anos, com diagnóstico de anorexia nervosa ou que tenham apresentado perda de peso em um curto período de tempo, acompanhado de medo intenso de engordar. Inscrições pelo e-mail protad.hc@uol.com.br (informar nome completo do adolescente, data e ano de nascimento, nome dos pais ou responsáveis, motivo da procura por atendimento e telefones de contato).

Bulimia – Adolescentes até 17 anos, com bulimia nervosa. Os pacientes selecionados receberão atendimento psiquiátrico, nutricional e psicológico. Inscrições pelo e-mail: protad.hc@uol.com.br – informar nome completo do adolescente; data de nascimento; nome dos pais ou responsáveis; motivo da procura por atendimento e telefone para contato.

Idosos com TDAH – Pessoas a partir de 65 anos, que apresentem sintomas de Transtorno de Déficit Atenção e Hiperatividade (TDAH) desde a infância e/ou juventude (desatenção, distração, desorganização, procrastinação, agitação). Inscrições para triagem pelo e-mail idosotdah@gmail.com.

Epilepsia – Crianças e adolescentes de 6 a 16 anos, com diagnóstico de epilepsia rolândica, ou adolescentes e adultos, de 16 a 55 anos, com epilepsia mioclônica juvenil. Informações e inscrições pelo site www.epilepsiahc.org.

Oniomania (compra compulsiva) – Pessoas de 21 a 60 anos, que apresentem comportamento repetitivo e crônico de gastar descontroladamente. Esses indivíduos também podem apresentar outros transtornos associados, como ansiedade, depressão e transtorno bipolar. Informações e inscrições telefone (11) 2661 7805 ou site: www.amiti.com.br.

Ciúme patológico – Pessoas maiores de 18 anos, que percebam que seu ciúme prejudica o relacionamento amoroso de alguma forma, sendo motivo de brigas ou discussões, com queixas e reclamações sobre o ciúme excessivo do/a parceiro/a. Inscrições telefone (11) 2661-7805 ou e-mail: proamiti.secretaria@gmail.com.

Cleptomania – Transtorno caracterizado pelo furto impulsivo de objetos desnecessários, geralmente para uso pessoal e de baixo valor monetário. O tratamento oferecido é individual e inclui psicoterapia e medicamentos. Informações e inscrições pelo telefone (11) 2661-7805 ou e-mail proamiti.secretaria@gmail.com.

Impulso sexual excessivo – Homens e mulheres, acima de 18 anos, que apresentem compulsão sexual. São oferecidos tratamentos psicoterápico e medicamentoso. Inscrições para triagem pelo telefone (11) 2661-7805, de segunda a sexta-feira (exceto quintas-feiras), horário comercial, ou e-mail proamiti.secretaria@gmail.com.

Automutilação – Pessoas maiores de 18 anos, que apresentem comportamento intencional envolvendo agressão direta ao próprio corpo, tais como cortar a própria pele, bater em si mesmo e queimar-se. Informações e inscrições para triagem pelo telefone (11) 2661-7805, de segunda a sexta-feira (exceto quintas-feiras), horário comercial, ou e-mail proamiti.secretaria@gmail.com.

Dependência tecnológica – Voluntários maiores de 18 anos, que apresentem dependência de internet, jogos on-line e celular. O tratamento inclui psicoterapia e medicamentos. Inscrições para triagem pelo telefone (11) 2661-7805, de segunda a sexta-feira (exceto quintas-feiras), horário comercial, ou e-mail: proamiti.secretaria@gmail.com.

sexta-feira, 7 de abril de 2017

7 DE ABRIL - DIA NACIONAL DE COMBATE AO BULLYING

O Senado aprovou no ano passado projeto de lei que instituiu o dia 7 de abril como o Dia Nacional de Combate ao Bullying e à Violência na Escola. Na mesma data, em 2011, doze crianças foram assassinadas numa escola pública em Realengo, no Rio de Janeiro.
Já o Programa de Combate ao Bullying foi aprovado na Casa em 2015 e se tornou a Lei n. 13.185/15, que define bullying como todo ato de violência física ou psicológica, intencional e repetitivo que ocorre sem motivação evidente, praticado por indivíduo ou grupo, contra uma ou mais pessoas, com o objetivo de intimidá-la ou agredi-la, causando dor e angústia à vítima, em uma relação de desequilíbrio de poder entre as partes envolvidas.

 Conheça a Lei: http://bit.ly/lei-bullying