Cardiopatia congênita é uma alteração na estrutura do coração presente desde o nascimento. Ela ocorre ainda durante a formação do bebê, na gestação. Pode envolver válvulas, paredes internas do coração ou vasos sanguíneos, afetando a forma como o sangue circula pelo corpo.
Algumas alterações são leves e exigem apenas acompanhamento médico regular. Outras podem demandar cirurgias complexas, muitas vezes logo nos primeiros dias de vida.
Mas há algo essencial que precisa ser dito com clareza:
💙 a cardiopatia congênita não define uma criança.
A importância do diagnóstico precoce
O pré-natal bem acompanhado, o teste do coraçãozinho e o acesso a cardiologistas pediátricos são fundamentais.
O diagnóstico precoce aumenta significativamente as chances de tratamento adequado, reduz complicações e oferece melhores perspectivas de qualidade de vida.
Informação salva vidas.
E o acesso à informação é um direito.
A realidade das famílias
Quando uma família recebe o diagnóstico, não enfrenta apenas uma condição médica. Enfrenta medo, insegurança, internações, cirurgias e mudanças na rotina.
É um aprendizado diário sobre força e resiliência.
Muitas mães e pais tornam-se especialistas na própria vivência: aprendem termos médicos, acompanham exames, celebram pequenas vitórias e transformam cada batimento em esperança.
Muito além do hospital
Falar sobre cardiopatia congênita também é falar sobre:
- Acesso ao SUS e centros especializados
- Direitos da criança hospitalizada
- Inclusão escolar
- Combate ao preconceito
- Apoio psicológico às famílias
Crianças com cardiopatia congênita crescem. Estudam. Sonham. Trabalham. Amam. Vivem.
E a sociedade precisa estar preparada para acolhê-las com respeito e informação.
O significado do coração azul
O azul é a cor da conscientização sobre a cardiopatia congênita.
Simboliza o coração, mas também representa esperança, cuidado e união.
No Dia Mundial da Cardiopatia Congênita, vestir azul é mais do que um gesto simbólico. É afirmar que nenhuma família está sozinha.
Conclusão
Enquanto muitos associam o dia 14 de fevereiro ao amor romântico, também é dia de lembrar de um amor diferente — o amor que aprende a lutar desde o nascimento.
Amor que enfrenta cirurgias.
Amor que transforma medo em fé.
Amor que acompanha cada batida do coração com gratidão.
Compartilhar informação é um ato de cuidado.
Conscientizar é um ato de amor.
💙 Que possamos ouvir melhor os corações que precisam de atenção.
Texto e imagem produzidos com inteligência artificial. Autor responsável: José Eduardo Thomé de Saboya Oliveira.
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